quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Capitão Nascimento... esse é o cara!

Essa é pra irritar as elites, que andam querendo "fritar" o filme "Tropa de Elite" com medo do "pó" acabar:

1. Deus disse que iria fazer o mundo em 7 dias. Capitão Nascimento disse bem alto: "Faça em 6, senhor 01!"

2. Capitão Nascimento dorme com a luz acesa, não porque ele tem medo do escuro, mas porque o escuro tem medo dele!

3. Capitão Nascimento joga roleta russa com uma arma inteiramente carregada... e ganha!

4. A farda do Capitão Nascimento é preta porque nenhuma outra cor quis ficar perto dele.

5. Capitão Nascimento dorme com um travesseiro debaixo de uma arma.

6. Principais causas de morte no Brasil:

1º - Ataque do coração.
2º - Capitão Nascimento.
3º - Câncer.

7. A opção 1 é a maior porque a maioria dos bandidos morrem do coração quando vêem o Capitão Nascimento.

8. O Capeta queria entrar no BOPE, mas o Capitão Nascimento fez ele desistir apenas dizendo: "666, você é o novo xerife!"

9. Capitão Nascimento é a razão de Bin Laden ainda estar se escondendo.

10. Capitão Nascimento não sai de lugar nenhum devendo ninguém: sempre põe na conta do Papa.

11. Capitão Nascimento não tem medo da morte, a morte tem medo dele.

12. Quando Deus disse "Que se faça a luz!" o Capitão Nascimento falou "Tá de sacanagem, senhor 01? Tá com medinho do escuro, senhor 01?"

13. Getúlio Vargas não cometeu suicídio, ele só pediu pro Capitão Nascimento: "Na cara não, pra não estragar o velório."

14. Quando Deus resolveu criar o Universo foi pedir permissão ao Capitão Nascimento e ele respondeu: "Senta o dedo nessa p****!"

15. A roupa do Super-Homem era preta até o Capitão Nascimento dizer: "Tira essa roupa preta porque você é moleque!"

16. Capitão Nascimento trabalhou como negociador da polícia. Seu trabalho era ligar para os seqüestradores e dizer: "Pede pra sair!"

17. Quantos Capitães Nascimento são necessários para trocar uma lâmpada? Nenhum, Capitão Nascimento também mata no escuro.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

A tropa de elite dos viciados

Que palhaçada o post do PACO-Henrique Amorim tentando defender os viciados em cocaína que o filme "Tropa de Elite" condena! Esquece ele que o filme é "inspirado" no livro "A Elite da Tropa", e não "baseado" nele. É uma obra de ficção, seu burro! Babe de inveja com aqueles que não são fracassados que nem ele e sua canalha de merda! E ainda puxa-saco da "propagandística" política de segurança do Rio, que só existe nos jornais, que puxam saco do "Sergio Branquinho" pra que o povo se esqueça de que ela é a continuidade da política de confronto dos "Garotinhos". Assim PACO-Henrique Amorim vai acabar entrando pra TV-Pública ainda mais rápido. Quem sabe ele não se torna o seu "Superindente Regional no RJ", e faz vista grossa pros viciados do lugar nas reportagens, como fez a TV-Record com seu folhetim de luxo, "Vidas Opostas".

sábado, 15 de setembro de 2007

E como!

"O povo me conhece" frase do Presidente Lula ao dizer que não teme ser prejudicado pela absolvição de Renan Calheiros.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Não custa lembrar...

A propósito do artigo do Sr. Wanderley Guilherme dos Santos, em que ele dá uma cacetada no Sistema Globo de Mídia dentro do jornal "Valor Econômico" deixa eu te contar uma história sobre ele que já contei aqui numa outra ocasião.
Certa vez, estava prestando serviço numa festinha de aniversário.
Coisa simples de uma família burguesa há anos massacrada pelo poder econômico, quando de repente chegou este senhor.
Trazia debaixo do braço uma garrafa de vinho, que depois se saberia caro e importando. Sentou-se numa mesa a qual se juntaram alguns familiares do aniversariante.
Perguntado o que queria beber cerveja ou refrigerante disse que tinha trazido a sua própria bebida.
Foi um corre-corre! A festa só tinha daqueles copos descartáveis, e o senhor Wanderley se recusou a beber o seu pitéu num deles. Providenciaram uma taça e... novo corre-corre: esqueceram do abridor.
Tudo pronto começou a sua degustação diante daquela plebe envaidecida com a presença do seu ilustre conviva. Eram dias pós mensalão, e nenhum dos presentes teve a coragem de trazer o tema à discussão.
O insólito da cena foi que enquanto o senhor Wanderley momescamente degustava sua bebida em taça de cristal, os demais convivas se contentavam com uma bicadinha em copos de plástico. Santa decadência! Não bastasse a arrogância do vinho em festa de criança, o mesmo fez questão de aumentar a diferença entre ele e a ignóbil classe sacando do bolso um "havana legítimo", que fumou as baforadas diante daquele grupo, que agora embasbacado lhe retribuía com todos os salamaleques dos puxa-sacos.
Em determinado momento a festa só dava ele, enquanto a garotada sem dar à mínima corria a se divertir na chuva. Quando se foi cumprimentou-me com aquela empáfia característica do seu monarca e senhor, e como que a perguntar: súdito, se todos puxam o meu saco porque não o senhor?
Deu-me vontade de gritar, em alto em bom som: CRÁPULA SAFADO! Mas estava ali prestando serviço e ainda tinha que receber o meu.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Bolsa-Família chega ao Guarujá


Do Blog do Claudio Humberto: "Tem 350 metros quadrados a cobertura duplex à beira-mar que Lula comprou no Guarujá (SP) através da Bancoop, cooperativa habitacional do sindicato dos bancários investigada por fraude, improbidade e formação de quadrilha. Os andaimes impedem a visão do belo apê, que está em final de construção (foto). A cobertura duplex foi quitada e o compromisso de compra e venda está devidamente registrado no 1º Cartório de Imóveis do Guarujá."

Lula é 10º em aprovação na América, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada pelo instituto mexicano Consulta Mitofsky fez uma recopilação de sondagens elaboradas com diferentes metodologias e que são divulgadas regularmente.
A lista completa com o nível de aprovação da opinião pública a seus governantes na América é a seguinte:

1. Néstor Kirchner (Argentina) 71%
2. Álvaro Uribe (Colômbia) 66%
3. Felipe Calderón (México) 66%
4. Martín Torrijos (Panamá) 60%
5. Antonio Saca (El Salvador) 57%
5. Manuel Zelaya (Honduras) 57%
5. Evo Morales (Bolívia) 57%
6. Rafael Correa (Equador) 56%
7. Óscar Arias (Costa Rica) 55%
8. Tabaré Vázquez (Uruguai) 51%
9. Hugo Chávez (Venezuela) 50%
10. Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil) 48%
11. Stephen Harper (Canadá) 44%
12. Óscar Berger (Guatemala) 42%
13. Michelle Bachelet (Chile) 39%
14. Leonel Fernández (República Dominicana) 38%
15. Alan García (Peru) 32%
16. Daniel Ortega (Nicarágua) 26%
17. George W. Bush (EUA) 22%
18. Nicanor Duarte (Paraguai) 11%

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Os 40 quadrilheiros do mensalão e seus crimes

1.João Paulo Cunha - corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato
2.Marcos Valério - corrupção ativa (2x), peculato (3x), lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão de divisas
3.Cristiano Paz - corrupção ativa (2x), peculato (3x), lavagem de dinheiro e evasão de divisas
4.Ramon Hollerbach - peculato (3x), corrupção ativa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
5.Henrique Pizzolato - peculato (2x), lavagem de dinheiro e corrupção passiva
6.Luiz Gushiken - peculato
7.Kátia Rabello - gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
8.José Roberto Salgado - gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
9.Vinícius Samarame - gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
10.Ayanna Tenório - gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro
11.Simone Vasconcelos - lavagem de dinheiro e evasão de divisas
12.Geiza Dias dos Santos - lavagem de dinheiro e evasão de divisas
13.Rogério Tolentino - lavagem de dinheiro
14.Anderson Adauto - lavagem de dinheiro (2x) e corrupção ativa
15.Paulo Rocha - lavagem de dinheiro
16.Professor Luizinho - lavagem de dinheiro
17.João Magno - lavagem de dinheiro
18.Anita Leocádia - lavagem de dinheiro
19.José Luiz Alves - lavagem de dinheiro
20.Pedro Henry - corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
21.José Janene - corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
22.Pedro Corrêa - corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
23.João Cláudio Genu - corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
24.Enivaldo Quadrado - formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
25.Breno Fischberg - formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
26.Carlos Alberto Quaglia - formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
27.Valdemar Costa Neto - corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
28.Jacinto Lamas - corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro
29.Bispo Rodrigues - corrupção passiva e lavagem de dinheiro
30.Antonio Lamas - lavagem de dinheiro e formação de quadrilha
31.Roberto Jefferson - corrupção passiva e lavagem de dinheiro
32.Romeu Queiroz - corrupção passiva e lavagem de dinheiro
33.Emerson Palmieri - corrupção passiva e lavagem de dinheiro
34.José Borba - corrupção passiva e lavagem de dinheiro
35.José Dirceu - corrupção ativa e formação de quadrilha
36.José Genoino - corrupção ativa e formação de quadrilha
37.Delúbio Soares - corrupção ativa e formação de quadrilha
38.Silvio Pereira - formação de quadrilha
39.Duda Mendonça - lavagem de dinheiro e evasão de divisas
40.Zilmar Fernandes - lavagem de dinheiro e evasão de divisas

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Drumond e o mensalão (2)


Drumond e o mensalão

O jornal "Correio Braziliense" estampou na capa de hoje um poema inspirado em uma poesia de Carlos Drummond de Andrade: "Quadrilha". Os versos explicam como funcionava o esquema do mensalão, um dia após o STF aceitar a denúncia da procuradoria-geral da República contra 40 suspeitos.
Leia a íntegra do poema feito pelo jornal:

Dirceu mandava em Delúbio
que tramava com Valério
que pagava Valdemar
que foi denunciado por Jefferson
que incriminou Genoino
que não entregou ninguém.
Dirceu foi para a planície,
Delúbio para a fazenda,
Valério mudou o penteado,
Jefferson ficou sem mandato,
Genoino perdeu a pose,
e O STF, que não estava na história,
pôs todos no banco dos réus

Leia o poema original, de Drummond:

"João amava Teresa
que amava Raimundo
que amava Maria
que amava Joaquim
que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos,
Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre,
Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se
e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história."

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

O burocrata do Engenhão

UM ABSURDO O QUE ACABEI DE OUVIR DE UM BUROCRATA DO PREFEITO DO RIO NUMA ENTREVISTA AO JORNALISTA SIDNEY RESENDE NA CBN.
O SUJEITO VAI EXIGIR DAS PESSOAS QUE USAM SUAS RESIDÊNCIAS PARA VENDER UM SALGADINHO, UM BISCOITO, UMA CERVEJINHA NOS DIAS DE JOGOS NO "ENGENHÃO", NO RIO DE JANEIRO QUE "ABRAM UMA FIRMA", "SE REGULARIZEM".
QUER DIZER QUE O SUJEITO, PARA GANHAR UM DINHEIRINHO, UMA VEZ NA VIDA, OUTRA NA MORTE (NEM TODO DIA TEM JOGO NAQUELE FIM DE MUNDO... QUANDO FOI O ÚLTIMO?), VAI TER QUE MORRER EM CERCA DE R$ 500, 00 PARA A PREFEITURA + CERCA DE R$ 300,00 DA JUNTA COMERCIAL E MINISTÉRIO DA FAZENDA + A GRANA DO CONTADOR, O QUE NÃO É BARATO?
ONDE JÁ SE VIU ISSO!
SERÁ QUE ELE REGULA O PESSOAL DO ENTORNO DO SAMBÓDROMO EM DIAS DE EVENTO E CARNAVAL? DUVIDO!
EM RECIFE, NA BAHIA, OURO PRETO, AGORA MESMO, EM BARRETOS TODO MUNDO FATURA UM DINHEIRINHO NESSAS OCASIÕES ESPECIAIS. É A CASA DO SUJEITO DO SUJEITO QUE VAI SER USADA EVENTUALMENTE.
SE ESSA LOUCURA FOR ACEITA VÃO QUERER QUE O VENDEDOR DE PIPA, A VENDEDORA DE SACOLÉ, O VENDEDOR DE BALAS, ATIVIDADES CORRIQUEIRAMENTE VISTAS NO SUBÚRBIO DO RIO, EXERCIDAS POR APOSENTADOS E DONAS DE CASA PARA COMPLEMENTAR A RENDA DA FAMÍLIA, QUE GERAM EMPREGO E UMA RENDA DE MANEIRA HONESTA VÃO SER REGULARIZADAS E LANÇADAS PELA PREFEITURA NA ILEGALIDADE, E COMO NINGUÉM VAI ADERIR VIRÁ A CORRUPÇÃO.
TUDO BEM QUE O PREFEITO LANCE POSTURAS PARA O USO DAS CALÇADAS E DAS RUAS, MAS A CASA DO CIDADÃO NUMA ATIVIDADE ESPORÁDICA... É UM ABSURDO!
FIQUEI ESTARRECIDA QUANDO VI O JORNALISTA OUVINDO O SUJEITINHO DO ALTO DA SUA ARROGÂNCIA BUROCRÁTICA DEITAR FALAÇÃO, E NÃO QUESTIONÁ-LO COM PROFUNDIDADE.
ESCREVI PARA ELE E PEDI PARA PAUTAR O ASSUNTO COM O ANDRE URANI, UM ECONOMISTA QUE FAZ COMENTÁRIOS NA RÁDIO. DUVIDO QUE ELE QUE FIQUE A FAVOR.
NUM PAÍS COMO O NOSSO, COM UM NÚMERO ENORME DE DESEMPREGADOS É ASSIM QUE FUNCIONA PARA O EMPREENDEDOR: BASTA DESCOBRIR UM MODO DE SOBREVIVER, E LÁ VEM O ESTADO QUERENDO SE ASSOCIAR, NOS TIRAR ALGUM.
PENSE SOBRE ISSO SENHOR PREFEITO CÉSAR MAIA, ESTOU INDIGNADA!

sábado, 25 de agosto de 2007

Assim, as orelhas vão crescer...

Do Blog do Ricardo Noblat:

Quando ele não for mais presidente...
"Quando eu não for mais presidente, não vou fazer curso em Paris ou nos Estados Unidos". (Lula, hoje, em Curitiba.)
(Comentário meu: Por que não vai? Deveria ir, sim. Paris é uma bela cidade. Os Estados Unidos são um grande país. Há muito que se aprender por lá. Ninguém perde nada indo estudar em um lugar ou noutro. É espantosa a aversão de Lula por tudo que diga respeito ao aprimoramento intelectual. Ele cultiva a ignorância e se orgulha dela.)

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Casa de ferreiro, espeto de pau

"ARAUTO DO JORNALISMO IMPARCIAL ADERE AO JORNALISMO 'TESTANDO HIPÓTESE'"

"Um conhecido jornalista e blogueiro que ultimamente vem se anunciando como "imparcial", embora defenda em gênero, número e grau as determinações do Diretório Central do PT postou em seu blog uma nota onde anuncia a proposição de uma CPI para apurar a compra da TVA, do Grupo Abril pela Telefônica. O referido foi quem pinçou do artigo do Ali Kamel a tese do jornalismo "testando hipótese". Só que na sua postagem parece embarcar na mesma tese que vem criticando. Vejamos: está dito na nota que a instalação da referida CPI "dependerá apenas do presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia" que até o momento não se pronunciou. Logo em seguida, referindo-se a decisão que a Anatel terá que tomar na próxima semana sobre o caso testa a hipótese de a CPI já ter sido criada ao dizer que, se a operação "não for legal, estarão (a Abril e a TVA) sujeitos à ação da CPI e do Ministério Público". Além da hipótese de uma CPI já instalada, ainda "testa a hipótese" de um procedimento do Ministério Público, que ao que se sabe não abriu nenhum até agora. Como hoje é sexta-feira nada melhor do que lançar um balão de ensaio para ver se até segunda pega."

A força dos Blogs

Está lá no blog do partido Democratas a pesquisa da empresa Fusion PR, com 1.100 jornalistas norte-americanos, informando:
78% lêem blogs, incluindo blogs de jornalistas;
49% lêem/acompanham de um a três blogs;
35% têm blogs próprios;
67% citam blogs nos artigos que escrevem e
31% consideram blogs fontes confiáveis de informação.
A maioria prefere obter informações via e-mail e considera os sites das empresas como fontes importantes.
Podcasts não são relevantes.
E a maioria é neutra em relação a blogs, wikis e videocasts.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Uma ode ao puxasaquismo

Paulo Henrique Amorim, aquele apresentador do "Fantástico" da TV-Record aos domingos, e que desde que foi demitido da Globo não esquenta cadeira em lugar nenhum - Bandeirantes, Terra, Cultura... -, descobriu uma maneira de descolar algum do governo: puxar o saco do Lula! Primeiro perdeu o emprego de porta-voz para o Franklin Martins, agora cobiça o papel de "Paulo Markun" da TV-Pública, com extensão na Internet atráves do grande portal cibernético articulado pelo "pau-mandado" Helio Costa (este saiu da Globo pela porta da frente). No seu afã de querer agradar o senhor é convidado a todo seminário da TV-Pública (deve receber um cachê altíssimo) para falar aquilo que o governo e o PT gostam de ouvir: atacar a Globo e a chamada "grande imprensa". Num post de hoje, além de citar o site de referência para o seu "Conversa Afiada", o "DailyKos" mostra como gostaria de ser conduzido por um "conselho editorial" para acabar com "monopólio da mídia conservadora e golpista". Leiam:

(Primeiro o comentário que postei no blog dele):

"...enquanto isso no palácio do planalto o saco do presidente Lula tava todo babado. Não bastasse puxar o saco você chupa... Assim vc leva o homem ao orgasmo!"

Agora o post dele que motivou meu comentário:

". Reproduzo o roteiro da exposição que fiz nesta quarta-feira, dia 22, em Salvador, no “Workshop de Programação para a TV Pública”:
. Tomar cuidado para não parecer que estamos em 1450 a discutir os tipos móveis de Gutenberg.
. Prefiro tratar de TV Pública barra Internet.
. Sugiro que a questão seja tratada, a quatro mãos, pelo Ministro Franklin Gil e o Ministro Gilberto Martins.
. Um, o da TV Pública; outro o do espaço virtual, sideral, cibernético, futurístico.
. Qual é o modelo de negócio do Ministro Franklin Gil ?
. Deveria ser o negócio da “produção de conteúdo”.
. Tornar viável do ponto de vista comercial e da qualidade
a produção de conteúdo em vídeo – entretenimento ou jornalismo.
. Tornar-se uma espécie de “fundo”, “BNDES” para criar conteúdo que seja entregue em TV pública, TV por assinatura, TV comercial, internet, YouTube, Ipod, rádio comunitário, TV comunitária, o que for.
. Não esquecer que as vendas de computadores dispararam (
clique aqui para ler a entrevista com o presidente da Positivo Informática), vem aí o computador de US$ 100 do Negroponte, e a Infovias.
. Quando Franklin Roosevelt se elegeu a primeira vez, de cada dez jornais americanos, 6 eram contra ele.
. Roosevelt deu o salto à frente na tecnologia: foi para o rádio e criou o “fireside chat”, o “café com o presidente”.
. Hoje, o DailyKos, um blog, é um ponto de referência política nos Estados Unidos.
. Dias atrás, organizou uma convenção em Chicago dos representantes das “net roots”, com 1.500 participantes e TODOS os candidatos à Presidência pelo Partido Democrata.
. É a democracia on line.
. A multiplicação das possibilidades de criar espaços públicos de discussão.
. Meu amigo Fernando Lyra tem um neto de seis para sete anos que compartilha o computador dele.
. Um dia, Fernando chegou em casa, abriu o computador e estava num site: “chupandorola.com.br”.
. Chamou o neto e perguntou: “Menino, o que é isso aí?”
. O menino respondeu: “Sei não, eu tava passando, esbarrei o cotovelo e apareceu isso aí...”
. Já que o tema desse painel é jornalismo na TV pública:
. A maior contribuição que o jornalismo da TV pública pode dar ao Brasil é acabar com a pajelança, o vatapá em que se transformou o jornalismo da tevê brasileira – falo do jornalismo da Globo.
. Você não consegue distinguir o que é amendoim e o que é camarão seco: o que é fato e o que é opinião.
. A Miriam Leitão é o exemplo mais expressivo disso, porque, como Deus, ela é onipresente – multimediaticamente onisciente.
. Ela é “colunista” e tem o direito de dizer o que ela pensa – em qualquer mídia, sobre qualquer assunto.
. O maior âncora da televisão americana, Walter Cronkite, NUNCA deu a opinião dele.
. Deu uma única vez, na verdade.
. Ao voltar do Vietnã, onde ancorou o jornal da CBS e fez várias reportagens, achou que tinha o direito de dar a sua opinião.
. Apareceu num enquadramento diferente, com a legenda embaixo: “editorial”.
. Dizem que Lyndon Johnson viu o programa e disse: “Se eu perdi Cronkite, perdi a classe média americana”. E não se candidatou à reeleição.
.
Aqui, na TV Globo, a paginação, as cabeças, a entonação dos repórteres, a reação dos âncoras – os olhares, os sorrisos matreiros –, os assim chamados “colunistas” - tudo é um editorial.
. E o que dizem os editoriais?
. São como os três jornais nacionais impressos –
Globo, Folha e Estadão: anti-Lula, como foram, no passado, contra qualquer Governo trabalhista e a favor do regime militar.
. (Não trato da Veja, porque considero a ultima flor do Fascio.)
. O jornalismo da TV pública e da/na internet deveria se inspirar no Murdoch.
. O pai de todos os reacionários da indústria da mídia mundial se submeteu a um conselho editorial ao comprar o Wall Street Journal.
. O Murdoch se submeteu mais ao seguinte: ele não pode nomear os editorialistas do Wall Street Journal. E muito menos escolher os colunistas.
. Imagine ! O Murdoch, se quisesse, não poderia escolher a Miriam Leitão !
. A TV pública da e na Internet deveria se inspirar, de novo, no Murdoch.
. Ele comprou o Wall Street Journal para fazer uma grande plataforma na Internet, pendurar todos os produtos dele lá, inclusive os vídeos da Fox, da futura Fox Business News e da SkyNews.
. (Imaginem o que o Murdoch vai fazer na Internet com o brand “Wall Street Journal”.)
. Por falar nisso, qual vai ser o brand da TV Pública da e na Internet ?
. (Na área de televisão e sites, o Governo Federal tem, aproximadamente, 4 mil 789 brands ...)
. Mas, não podemos perder o fio da meada.
. Por que a TV pública entrou na agenda do país ?
.
Porque a mídia conservadora (e golpista !) – especialmente a edição do Jornal Nacional que ignorou o desastre da Gol para mostrar a foto dos aloprados e a cadeira vazia do presidente Lula no debate da Globo, principalmente essa edição do Jornal Nacional (a obra prima da Ali Kamel) – levou a eleição para o Segundo Turno.
. Nenhuma sociedade democrática do mundo tem uma mídia com três jornais e uma rede que, com 50% da audiência, detém 70% da publicidade.
. (Omito, aqui, de novo, a última flor do Fascio.)
.
Portanto, a questão da democracia brasileira – e isso precede e transcende o Governo Lula – exige enfrentar esse monopólio da mídia conservadora e golpista.
. (Neste ponto, li trechos da entrevista que Marilena Chauí me deu e tinha sido lida por um bom número de pessoas na platéia. Clique aqui para ler “A Invenção da Crise”, que trata do papel da mídia e da televisão na “crise aérea”).
.
A mídia conservadora e (golpista !) provou que o Presidente Lula derrubou o avião da Gol.
. Derrubou o avião da TAM.
. A queda do índice Dow Jones vai dizimar o parque industrial e as terras agriculturáveis do Brasil. Só São Paulo e a Avenida Berne – onde fica o prédio da Globo – permanecerão de pé.
. Depois da crise do Vavá, virá a do Vevé, do Vivi e do Vovó e do Vuvu.
. O Presidente Lula dá a impressão de confiar que, sempre, virá uma nova pesquisa de opinião pública para demonstrar que ele fica imune às “acusações” da mídia conservadora (e golpista!).
. Concorda com a professora Chauí: a mídia sempre será capaz de solidificar, cristalizar imagens, conceitos, estereótipos, estigmas.
. Espero que a TV pública da e na Internet, plural, com um jornalismo que distinga o fato da opinião, seja UM dos instrumentos a combater o permanente esforço golpista da mídia brasileira.
(Em tempo – esse roteiro não corresponde exatamente ao que falei. No calor da hora, mudei alguma coisa, mas não o essencial. Troquei adjetivos. Os substantivos são os mesmos ...)".

De financiamentos e patrocínios (2)

A propósito do artigo do Ali Kamel que publicamos abaixo, e que tanto clamor tem causado nos jornalistas patrocinados - Luis Nassif cunhou o trabalho da grande imprensa de "jornalismo testanto hipóteses -, publicamos trechos de notícia publicada no próprio Portal IG que demonstra onde o articulista de "O Globo" quis chegar:

"A formação de um grupo de trabalho no governo para discutir a criação de uma operadora de telecomunicações nacional, proposta anunciada na semana passada pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, foi encarada com "surpresa" para os acionistas da Brasil Telecom (BrT), segundo reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal "Valor Econômico".
A operadora brasileira seria o resultado de uma eventual fusão entre a Brasil Telecom, empresa controladora do Internet Group e dos portais iBest e BrTurbo, e a Oi (antiga Telemar).
(....)
O jornal também ouviu fontes ligadas ao grupo em anonimato. "Ficamos perplexos e chocados", observou fonte próxima à Brasil Telecom. "O script que imaginávamos era que o governo apresentasse um grupo para estudar as mudanças nas regras de telecomunicações e que isso abrisse caminho para a fusão", afirmou a fonte.
(...)
(...) o ministro das Comunicações, Hélio Costa, anunciou que seria formado um grupo de trabalho para estudar a partir da fusão das empresas Oi (ex-Telemar) e Brasil Telecom (BrT). Em entrevista à Radiobras, o ministro afirmou que a nova companhia surgiria como a maior do setor nacional. "Isto se dará na medida em que duas grandes empresas brasileiras, de capital também estrangeiro, mas que tem uma maior participação dos fundos de pensão brasileiros, que são a Telemar Oi e a Brasil Telecom, possam se unir", disse.
Segundo o "Valor", os fundos de pensão, simpáticos à idéia da fusão, também teriam considerado "exageradas" as declarações do ministro. Os fundos são acionistas das duas operadoras, embora tenham participação mais relevante na BrT. Eles não votam nas decisões relativas à Oi.
(...)
Também há muitas críticas do mercado quanto a uma possível "reestatização" do setor de telefonia, já que o ministro sugeriu que haja uma cláusula de "golden share" do governo (ação especial que, por acordo de acionistas, dá direito ao seu portador de vetar ou não decisões importantes da empresa) no negócio.
(...)

Nota do Blog: Os fundos de pensão são controlados pelo governo e pelo Aloysio Mercadante, que por sua vez publicou hoje artigo, encampando as teses do jornalista Luis Nassif, e que por sua vez é patrocinado pela Petrobrás e abrigado no Portal IG. Desse saco de maldades nasceria a grande imprensa digital "chapa branca" tão sonhado pelo Lula/PT/Zé Dirceu, e seu "pau-mandado" Helio Costa.

De financiamentos e patrocínios

Está tão chato o ambiente político na internet, sem nenhuma celeuma ou quiprocó que resolvi chupar um artigo do jornalista Ali Kamel no jornal "O Globo", e que encontrei em um blog:

"A grande imprensa"

"A grande imprensa está sob ataque. Não do público, que continua considerando o jornalismo que aqui se produz como algo de extrema confiabilidade, conforme atestam pesquisas de opinião recentes. Os ataques vêm de setores autoritários e antidemocráticos, que, diante do noticiário, sentem-se ameaçados. Esses setores consideram que só é notícia aquilo que, em nenhuma hipótese, atrapalha os seus planos de poder. Não importa que alguns acontecimentos lhes sejam embaraçosos; importa que ou não sejam noticiados ou sejam levados ao público de tal forma que o efeito, para eles, seja positivo ou neutro. Já disse uma vez: isso não seria jornalismo, mas propaganda.
Evidentemente, em seus ataques eles não deixam transparecer essa verdade. Tão logo surge um evento que eles consideram desvantajoso, começam a gritar, dizendo que não é o evento que lhes faz mal, mas a cobertura da grande imprensa. Costumam seguir o seguinte padrão: mentem, atribuem à grande imprensa coisas que ela não fez e denunciam conspirações que não existem. Sempre num tom indignado, dourando a grita com defesas “apaixonadas” da liberdade de expressão e do que chamam de democratização da mídia. Um disfarce. Às vezes, publicam livros, financiados por partidos, com estudos pseudocientíficos como os que tentam demonstrar que, em 2006, os jornais penderam pesadamente a favor de Alckmin e contra Lula, no noticiário eleitoral. Tais estudos se esquecem apenas de contar que todo o noticiário sobre o mensalão e outros escândalos foi considerado prova de desequilíbrio contra Lula. Ora, se é assim, qual seria a alternativa para que o estudo apontasse equilíbrio? Não noticiar os escândalos? Mas isso sim seria perder o equilíbrio e a isenção.É uma tautologia, mas, na atual conjuntura, vale dizer: o jornalismo só é livre e independente quando não depende de nenhuma fonte exclusiva de financiamento. Quanto mais variadas forem as fontes de recursos que sustentam um jornal, uma revista, um portal de internet ou uma emissora de rádio e televisão, mais livres e independentes serão estes veículos. O leitor pode fazer o teste. Veja os anunciantes da grande imprensa e verifique: a variedade é tanta que o veículo não depende, nem de longe, de ninguém isoladamente para sobreviver. E por isso é livre. E por isso é independente. O leitor poderá fazer outro teste. Procure algum veículo que se diga livre e independente e ao mesmo tempo se dedique costumeiramente a atacar a grande imprensa e a defender este ou qualquer governo. Veja os anunciantes. Eles serão poucos e a concentração, grande. Quase sempre, será propaganda governamental. Se o veículo for um portal de internet, verifique quem são os controladores: fundos de pensão de órgãos do governo.Portanto, livre mesmo, só a grande imprensa. Só ela tem os meios para investir em recursos humanos e tecnológicos capazes de torná-la apta a noticiar os fatos com rapidez, correção, isenção e pluralismo, sem jamais se preocupar se o que é noticiado vai ser bom ou ruim para este ou aquele cliente, para este ou aquele governo. A grande imprensa sabe que o seu compromisso é com o público, que lhe dá a audiência que lhe traz publicidade. A grande imprensa sabe que o público exige informação de qualidade e que não pode ser enganado. O grande público é o que faz as suas escolhas cotidianas de acordo com o que é melhor para si, é o mesmo que tem discernimento para votar, para eleger seus governantes. Consumidores exigentes, grande público e cidadãos conscientes não são três entidades distintas, mas uma única realidade.
Na cobertura da tragédia da TAM, a grande imprensa se portou como devia. Como não é pitonisa, como não é adivinha, desde o primeiro instante foi, honestamente, testando hipóteses, montando um quebra-cabeças que está longe do fim. A nação viveu um descalabro aéreo nos últimos dez meses? Então é necessário testar qual o impacto dessa desordem no acidente (e, hoje, ouve-se o ministro da Defesa dizer que a prioridade não é mais o conforto ou a ausência de filas, mas a segurança, uma admissão cabal de que, antes, não era assim). A pista de Congonhas estava escorregadia (a ponto de no dia anterior ao desastre, uma aeronave deslizar até um canteiro e outra quase se espatifar no fim da pista)? Então é preciso verificar se a pista foi fundamental no desastre. Chegam informações de que a manutenção da TAM é falha? Então é preciso saber como estava o avião acidentado (e descobrir que ele voava com o reverso pinado). A análise da caixa preta ficou pronta? Então é preciso tentar revelar o seu conteúdo e mostrar que uma falha do piloto pode ter sido a causa do acidente. É a grande imprensa que noticia tudo isso, passo a passo, tendo apenas em mente informar o grande público, sem pensar no impacto negativo ou positivo que isso terá para o governo ou para a companhia aérea.
É assim aqui, é assim em todas as democracias. Quando do furacão Katrina, a imprensa americana, num continuum, testou muitas hipóteses: noticiou que aquela era uma tragédia anunciada, mostrou que houve cortes federais para obras urgentes nos diques que se romperam, denunciou a inépcia do governo no socorro imediato às vítimas. E a única coisa que o governo fez foi se defender, com dados e argumentos. O público pôde julgar quem estava com a razão. Ninguém ouviu de aliados de Bush que a mídia queria derrubá-lo, provocar o seu impeachment, desestabilizar o seu governo.
Já aqui, temos de conviver com essas bazófias. Porque aqui, ao contrário de lá, há quem queira que a informação esteja a reboque de projetos de poder."

Nota do Blog: O Portal IG, onde atuam os jornalistas Paulo Henrique Amorim, Luis Nassif, Alberto Dines, entre outros, e também o José Dirceu é propriedade da Brazil Telecom.

A margarida e o espinho...


sábado, 18 de agosto de 2007

O jornalismo canalha

Não tenho grana para comprar VEJA. Me alimento do conteúdo gratuito da Internet. Por isso quando li o post no blog do Luis Nassif sobre as "elites" corri para o site da VEJA para ver se a tal matéria que ele se referia estava disponível. Lá encontrei, além do título que "...um livro prova que, ao contrário do que propalam os esquerdistas, a elite nacional é o farol da modernidade. Ela acredita na civilidade." Num outro blog fiquei sabendo que se trata de "A Cabeça do Brasileiro (Record; 280 páginas; 42 reais), do sociólogo Alberto Carlos Almeida". Grande jornalismo esse o que se faz no portal British Telecom/IG. O que é conclusão de uma pesquisa passa a ser a opinião de VEJA. No portal da BBC tem uma matéria que diz "reflorestamento é melhor que biocombustíveis". Lendo o lead da matéria na capa da edição on-line pode parecer ser essa a opinião da BBC, mas não é. É apenas a conclusão de um estudo. Da maneira que Luis Nassif escreve o post sem essas informações acessórias começo a duvidar das intenções do blog dele, a serviço de quem ele esta, e me pergunto como pode um jornalista se achar imparcial depois de uma dessas. Talvez melhor seria falar do autor do livro, Alberto Carlos Almeida que numa outra ocasião escreveu o livro "Por que Lula?", onde ele põe a nu os financiamentos de campanha do presidente e do PT. Para ele "esse negócio de arrecadar dinheiro em festa do PT acabou há muito tempo. O financiamento da campanha deixou de ser pela base do partido. Ele passou a contar com o financiamento da elite. Ele (Lula) entrou no jogo da elite brasileira". Como se vê, a elite que o moço esta se referindo não é a mesma que o jornalista Luis Nassif quer indicar, a tal do "Cansei!". Mas sim aquela que vive as custas dos patrocínios oficiais, das verbas públicas, do roubo descarado do dinheiro da nação. Pelo jeito Lula passou a ter a preferência nacional definitiva, a do povão e a das "elites".

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

"I wanna be like Osama"

A musa da vaia




A cidade de Campos dos Goytacazes oferece a sua candidata a "Musa da Vaia". Uma gracinha!