segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Mulheres Não São Tão Perfeitas Assim




















Preparem-se homens, vem ai o "Dia Sem Mulher", um movimento que tenta repetir o "Dia Sem Imigrante", para mostrar seu valor e importância na vida masculina.
Me considero um feminista. Meu disco "Realidade", como Bira De Oliveira, cantei o lado feminino do homem a falar como igual, e a realidade das minhas parceiras, enaltecendo seu poder e criticando suas necessidades de crescimento.
Estive do lado da "Marcha das Vadias" e do "Femen", movimentos vistos como de putas por grande parte das mulheres, mas que muito acrescentaram para o seu empoderamento.
Do mesmo modo não nutro simpatia pela "Marcha das Mulheres", e nem tampouco por esse "Dia Sem Mulher" que está por vir.
Assim como Israel briga pelo reconhecimento do holocausto, mas o pratica contra os palestinos, esses movimentos feministas clamam contra o machismo eivados por um sentimento de sobreposição a ele.
Temos que acabar com esses clichês femininos, de mulheres santas e homens canalhas, não participativos e parceiros. Mulheres tem passado, e deveriam se orgulhar de suas histórias, sem medo da má interpretação por filhos e netos.
Essa história de que o homem se nega a participar é uma cascata que se quer perpetuar, uma mentira que não se sustenta.
Por trás de todo homem machista não está um pai sem sentimentos, mas uma mãe que se arvora em construtora do bem estar da família, e não se importa em distribuir e dividir tarefas.
Como fui criado por tias e mãe sem um pai, posso afirmar que tudo que sei sobre passar, cozinhar, lavar roupa, arrumar a casa, costurar, asseio e etc e tal, aprendi com mulheres, e não sinto nenhuma vergonha em executar.
O problema é que só encontrei pela frente mulheres que tomavam para si a casa e, além de desconsiderar minha execução um pouco mais racional desses tarefas, não as deixavam em aberto para realização por outros.
E nesse tal dia "Dia Sem Mulher" no Brasil ainda querem a perpetuação de um privilegio, a da diferença de idade para aposentadorias, sob o pretexto que as mulheres gastam 5 horas a mais por dia na execução das tarefas de casa.
Como homem que se cuidou de filhos indo e vindo da escola, e cuidou da casa, posso afirmar que quem estiver gastando hoje todo esse tempo, ou é neurótica ou desocupada.
Que as mulheres se empoderem, mas que deixem de lado as falácias da feminilidade. #BillyBirão

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Os cinco poderes da República

Não sou jornalista, articulista, ativista político, de direita ou de esquerda. Não pertenço a partidos e não devo nada a ninguém, e nem tampouco como na mão de grupos sociais, amigos ou patotas. Para tocar a minha vida e continuar vivendo em paz com a minha consciência dependo apenas de mim e do meu trabalho, que exerço com dignidade.
Por isso digo o que penso, sem maldades ou grosserias, tentando manter um certo estilo digno da língua que aprendi na escola, o português, sem ficar em cima do muro ou com receio de escolher um lado devido a consequências.
A #BillyBirão expressa bem minha posição de outsider social e político, um livre atirador a serviço da razão.
Este preâmbulo serve apenas para ilustrar a visão, de como aquilo que a gente pensa com a nossa possa cabeça, pode expressar também o pensamento intelectual de um outro alguém que, com muito mais saber e expressividade se põe a escrever o que pensa.
O artigo do cientista político Murilo Aragão publicado hoje no jornal Estado de São Paulo, e um desses poucos momentos de coerência, nesse ciclo perverso da vida brasileira, que se põe a pensar e a dizer aquilo que ninguém espera ver sobre as verdades da vida política brasileira.
Tudo o que ele diz já foi dito, de uma forma ou de outra, neste e no meu #FaceBlog, não com a mesma repercussão, nem com a mesma veemência editorial, mas com a mesma razão de independência democrática e respeito a Constituição do meu país.
A participação de todos, na construção do futuro da democracia brasileira, não pode se dar rasgando a Constituição.
O povo, que hoje tem na internet seu melhor canal de comunicação, e a imprensa, responsável por catalizar a opinião da maioria e devolver a ela a verdade, não pode querer se transformar, através da grife Lava Jato, em quarto ou quinto poder da República. Para isso temos leis e eleições.
Mas como nesse espaço não me detenho em mostrar figurinhas dos memes, ou fotos da vida cotidiana e intima de cada um, motivo que pelo qual me criticou uma amiga, "ninguém lê" ou curte, creio que o mesmo se dará com o artigo que agora repercuto.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

A quem interessa essa onda de uma nova política?

As manchetes do noticiário econômico indicam: "Dólar caindo depois da vitória do Temer no STF".
Será que dá para entender, ou será preciso que se desenhe para poder explicar a quem interessa todo esse trololó de "nova política", "pauta moral", e outros mas mas mas.
Que é preciso dar um basta nesse modelo de corrupção que se instalou no pais durante os 14 anos de administração lulopetista, todo já sabe, e Lava Jato está ai para por os larápios na cadeia.
Mas ficar nessa masturbação sem fim de transformar o Brasil num grande lamaçal, só interessa a quem quer uma economia atolada nas suas mazelas políticas.
Breve teremos novos chamamentos para ir as ruas, e os aproveitadores já começam a tocar fogo para poder espalhar as fotos com as plaquinhas de fora alguma coisa, ou a favor da intervenção militar nos jornais e memes.
Podem crer, o Brasil está firme na direção da recuperação de tudo que a incompetência que Dona Janete nos causou. Nada de novo está acontecendo, e o que está sendo dito como de errado não passa de bandeira para inflar as massas a ficar perdida em ilusões.
Vejam o que aconteceu com o Dória em São Paulo, bombardeado durante um mês pelo negativismo de alguns, e que agora saboreia o bom resultado das suas ações.
A corrupção já expôs seus mártires, Dirceu, Vaccari, Cunha, Cabral, MO e Eike, gente que está morrendo nos porões pela causa do roubo e da falcatrua, belos exemplos que já estão fazendo pensar duas vezes aqueles que sonham enveredar pelo mesmo caminho de mamar nas tetas da viúva.
O que precisamos agora e trabalhar, voltar a sorrir, acreditar, como muitos já estão acreditando e ganhando dinheiro com a Bolsa caminhando para os 70000 pontos.
Como já disse, antes de embarcar nessas canoas furadas como massa de manobra faça a pergunta, "a quem interessa?".
Quem sabe não comece a usar suas energias para algo mais útil e mais condizente com os interesses dos 12 milhões de desempregados, e da classe média que caiu e voltou a depender do bolsa família.
O que a gente precisa não é de uma "nova política", mas sim de uma onda de bons e melhores administradores.
   

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

A Fábula da Roupa Nova do Rei e a Lava Jato

A fábula da roupa nova do rei começa a assombrar a grife "Lava Jato".
Aos poucos vão ficando claras as suas idiossincrasias.
Se antes tínhamos um processo que pretendia investigar a corrupção na Petrobras, praticada por um bando de diretores corruptos em parceria com partidos e políticos, hoje temos um festival de ilegalidades, onde a prova vale pouco diante dos holofotes da popularidade midiática. 
Nunca achei certo a deleção premiada sem o individuo carregar no bolso um documento, uma prova, uma conversa telefônica, um guardanapo com uma anotação.
Apenas a palavra de um corruptor, ou de um corrupto, para mim não tem valor. Pode-se querer criar teses jurídicas diversas, mas para mim não cola.
Na ditadura diante da tortura o sujeito entregava até a mãe, se fosse necessário. Delação sem prova é sinônimo de mentira, de covardia, de vingança pessoal.
Hoje uma citação numa delação premiada vira pauta dos jornais, transformada em manchetes que agitam a vida política e econômica.
O sujeito vai comprar pão, cuidado! Ele foi citado e o dinheiro que paga o padeiro é suspeito, É indicado para um cargo, cuidado! Foi citado e poderá usá-lo em favor de uma súcia qualquer.
Temos que por um paradeiro a esse festival de besteiras que a Lava Jato instalou, incitando as redes a mentira e a depravação moral.
O juiz Moro e os procuradores de Curitiba, ambos com suas vaidades escancaradas pela imprensa mandam e desmandam tomados por uma arrogância absoluta.
Quem assistiu as três horas do depoimento do Eduardo Cunha, e viu o juiz Moro, baqueado diante da inflamada certeza do réu da sua inocência, recorrendo ao noticiário numa tática de pegadinha para colher motivos para sentenciá-lo, se assustou, e viu o quanto o rei está nu, e sua roupa nova só vista por aqueles que querem a volta das turbas ensandecidas a pedir o enforcamento de inocentes.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Moro não é um deus, e a Globo não é a verdade

É preciso tomar cuidado com as aparências, o juiz Sérgio Moro não é um deus, e a Globo nem sempre é a verdade!
No depoimento de ontem do Eduardo Cunha, ficou claro o quanto ele é um juiz midiático, que se apóia no noticiário dos jornais para elaborar suas sentenças, mais que nas investigações e nos autos do processo, para alcançar sucesso em suas decisões de primeira instância.
Alias, esse papel da imprensa como um subproduto do judiciário também deve ser questionado.
A linha de condução de uma entrevista, em que a palavra se sobrepõe ao fato, não pode ser a mesma da argumentação de um juiz, pois muitas das vezes serve mais a vendetas pessoais e econômicas que ao interesse público.
Ao assistir o interrogatório, além do fato de o juiz Moro se prender demais as entrevistas dadas pelo réu aos jornais, uma outra coisa me chamou atenção, o papel da jornalista Cláudia Cruz nesse processo e em relação a Rede Globo.
Pois bem, Cláudia Cruz venceu a Globo em uma disputa trabalhista milionária, em que o elemento de fundo era um desses pilares da imprensa moderna, o trabalho como PJ que exime as empresas de diversas obrigações com os jornalistas que abriga, e leva para os editoriais a responsabilidade pelas opiniões do jornal. Com a figura do jornalista PJ o órgão de imprensa é apenas um organizador de notícias, e não mais o seu criador.  
Sabendo-se da onipotência das Organizações Globo com relação as suas verdades, e da sua vaidade com o que é seu, e que, por conquistas de mercado, já a levou a diversas batalhas "jornalísticas", o elemento da dúvida se faz necessário, cuidado extendido também a tudo aquilo que a imprensa transforma em clamor.
"A quem interessa?" é a pergunta que me faço, sempre que me deparo com uma notícia de jornal, e nesse caso do Eduardo Cunha os interesses não são tão difusos assim para se ter absoluta certeza do que há por trás de tanto clamor.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

LULA CHAMOU DE CANALHA IMBECIL JUIZ MORO E PESSOAL DA LAVA JATO

As manchetes pegam leve sobre o discurso de Luís Inácio no velório de sua mulher.
Leiam o que ele disse além da frase "morreu triste" estampada em todos os jornais:
"Marisa morreu triste, porque a canalhice e a imbecilidade que fizeram com ela... eu vou dedicar... vou me esforçar... para que os facínoras que levantaram suspeitas contra Marisa tenham a humildade de um dia pedir desculpas a ela", disse Luis Inácio em seu discurso.
Fosse outro acusado que disse tal coisa o bicho pegava.
Tal como o juiz Moro a imprensa se borra de medo do Luís Inácio.
Em tempo: A matéria apresentada no JN foi editada, quem editou cortou e entregou para a Globo, que foi expulsa e proibida de entrar no recinto por militantes petistas.

Luis Inácio fala e dá descarga na Lava Jato

Finalmente Luís Inácio falou.
Não aquilo que alguns sites amigos vinham divulgando, mas a sua maneira, através de metáforas durante o velório da sua companheira.
Afinal ele é réu em cinco processos e não citaria diretamente o nome dos juízes que o investigam, como culpados da morte da mulher.
Claro está que em seu discurso se referiu abertamente a turma dá Lava Jato.
Tenho dito que o juiz Moro e os procuradores estão meio que acovardados diante da tática política que ele vem adotando nos últimos tempos #MoroCagao.
O processo do triplex veio pronto de São Paulo para a sua mão, com pedido de prisão preventiva e tudo, e até agora, passado quase um ano nada!
Todo aquele blablablá das passeatas, com bonecos fantasiados de prisioneiro e o escambau, não comoveu o juiz Moro, que só tem peito de prender aqueles que a imprensa indica como bola da vez.
Até o dia da sua morte Getúlio Vargas era tido como o cara mais safado do Brasil. No dia seguinte ao suicídio se tornou o "pai dá pátria".
Luís Inácio não irá se suicidar, e sua saúde vai cada vez melhor.
Mas certamente transformará a morte da sua mulher como se sua fosse, não para se tornar o salvador da pátria, coisa que muitos já consideram que ele foi ou é, mas para fugir da prisão pela porta da frente, enquanto o juiz Moro continua trancado no banheiro.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Sorria, o próximo pode ser você!

O Sírio e Libanês demitiu a médica que compartilhou informações dos exames de Dona Marisa, num grupo de amigos do whatsapp, por violação da política de privacidade dos pacientes do hospital.
Pelo visto, o que aconteceu não era ódio, era falta de caráter mesmo.
Já o caráter dos procuradores da PGR, que vazam delações, e dos funcionários dos presídios do Rio, que vazam fotos da intimidade dos apenados, não é atestado por nenhum código.
Nas próximas entrevistas de emprego, seria bom patrões começarem a prestar atenção no caráter dos seus empregados, pois sua privacidade e intimidade pode estar em jogo, exposta na rede social de algum condomínio.

Se não consegue fazer, não atrapalha

A inveja é uma merda!
Bastou o prefeito de São Paulo botar a mão na massa, e sair por aí pedindo doações para colocar a cidade nos eixos, e já estão caindo de pau no homem, querendo enquadrá-lo na droga da burocracia.
Estamos tão acostumados com a poticagem, com a mamação nas tetas da viúva, com aquela mumunha em que todo mundo ganha o seu, do cara da limpeza ao diretor engravatado, que não conseguimos enxergar que existem outros meios de fazer a administração pública andar.
Nos meus tempos de Fiocruz, tendo de correr para inaugurar a primeira fábrica de vacinas contra a meningite do Brasil, passei o maior perrengue com os burocratas encastelados em suas masmorras.
Não tinha carro oficial, vai de táxi. Precisava fazer licitação para comprar material, corre no comércio e compra de um em um o que precisar, enfim, dei meu jeito e consegui cumprir o prazo que me foi dado para a missão.
A burocracia é a cova do interesse da população. Nela o olhar do ilícito permeia a tudo e todos, criando processos kafkianos a se vencer.
E desse infortúnio valem-se auditores, procuradores, jornalistas, e outros mais para dar pitaco, falar contra, fazer política e ver tudo travar e andar para trás.
Tudo que o Dória tem feito é transparente, e esse é o melhor antídoto contra o ilícito numa boa administração, causando a inveja de quem não teve a idéia e perdeu a boquinha para mamar.

A pressa é inimiga da realidade

Numa crise, o bom governante não tem de ser imediatista, tem de pensar no futuro.
Se precipitar, e querer tudo agora, sem pensar nas futuras gerações, é populismo egoísta.
Sabendo se planejar, se estruturar atravessa-se qualquer crise, e buscar o retorno daqueles que a causaram a crise é burrice, ou então gostar de sofrimento.
O estado de penúria pelo qual passam muitas categorias, é fruto do desvario de pelegos sindicalistas, que querem tudo da viúva, sem pensar que quem paga a conta é toda a população. Houvesse responsabilidade na hora de reivindicar, e muita coisa não estaria desse jeito.
No caso do funcionalismo, não é pelo fato de deterem a melhor instrução, as melhores condições de empregabilidade, da qual não desfrutam celetistas, que devem se achar com o direito de ficar com a maior parte do bolo.
Enquanto o salario do funcionalismo público cresceu durante essa crise, os da iniciativa privada baixaram fortemente, pois o "exército de reserva", como diria Marx, aumentou.
Muitos servidores estão aprendendo com essa crise, e sobrevivendo como o resto dos mortais. 
Para tudo existe uma solução, e essa não precisa ser necessariamente a que tomei quando quando embarquei na canoa furada do serviço público, pedir para sair.
Sou por um PDV monstro, que enxugue a máquina pública, por uma mudança nos critérios de admissão de servidores, seja por concurso, seja por indicação temporária, que não apenas selecione aqueles que estão em busca de um bom emprego, mas sim da realização pessoal, e, quem sabe, por uma diminuição da carga horária, para os que lá estão trabalhando sob o peso da frustração burocrática, possam exercitar outras habilidades que seu nível de instrução comporta.

Quando a jararaca abrir a boca, Moro vai correr para o banheiro

Luís Inácio ainda não falou a grande imprensa, mas certamente quando falar insinuará que a culpa da morte de sua mulher é do Juiz Moro e da Lava Jato, como já fez em privado.
Aos poucos ele vai crescendo nas pesquisas e minando a autoridade da Lava Jato sobre ele, graças a covardia do Juiz Moro e ao carnaval dos procuradores, que forçaram a defesa a um novo jogo.
Seu novo advogado é ousado, por que não dizer abusado, sem medo, e traçou uma estratégia de defesa política, de vitimização do sujeito, que até agora vem funcionando, pois a imprensa se concentra em Temer, Maia, Renan, dando a entender que a corrupção é com eles, e que as delações irão pegá-los mais que a Luis Inácio.
Moro é um cagão, e seus procuradores uns covardes que só se apresentam quando tem a grande mídia em cima.
A grife Lava Jato periga se tornar apenas um jargão jornalistico, que aos poucos vai se espalhando para qualquer operação de caça a políticos, já que o povo na pior quer arranjar um culpado para o seu sufoco.
Enquanto isso a crise que tinha tudo para caminhar para um final rápido, vai dando sinal que irá continuar por muito tempo, pois ninguém está pensando nos 12 milhões de desempregados.
Eles que se danem, o importante é vender jornal, e salvar a pele de Luís Inácio!

Ou devolve-se a moralidade, ou instala-se a indecência

Ou eu estou ficando velho, um chato cheio de não me toques, ou  o mundo está virando de cabeça para baixo,.
Vazam-se exames de mulher de ex-presidente, fotos da intimidade das celas de políticos mafiosos, declarações sigilosas prestadas a procuradores "bonzinhos", e ninguém fala nada, ninguém se choca, todo mundo acha correto.
Fico me perguntando se a intimidade, o direito a privacidade de alguém, mesmo que um vagabundo contumaz é babaquice, coisa do passado, ou se o mundo se transformou num grande BBB, diário e em tempo integral.
Se a moda pega breve teremos prestadores de serviço, celular em punho, divulgando o que acontece a quatro paredes dos seus patrões em transmissões, ao vivo, em páginas do Facebook, bem como exames, como os de AIDS, sendo divulgados em grupos do whatsapp como meio de chantagem. 
O Serasa vende números de telefone de devedores aos montes, quando tinha de guardar sigilo, para dar cobertura ao crédito ao crédito positivo.
Antigamente descobrir se alguém era gay dava notícia. Hoje é preciso, além de ser gay, ser negro e pobre, e levar muita porrada de um mauricinho para ganhar a manchete.
Luís Inácio, quando presidente, era cobrado a ter pulso firme com as denúncias de maus feitos dos seus. Deu no que deu, hoje está denunciado como chefe de quadrilha.
Alguns culpam o ódio pela divulgação dos exames de Dona Marisa, esquecendo-se de quem chamou o adversário de traficante e viciado em cocaína.
Outros, como a imprensa, que as praticas invasivas são um direito a informação.
Quando um Global tem uma foto vazada, nú ou cheirando, é o maior bafafá, dá policia e o escambau. 
Recolha-se os trecos, as tralhas de um morador de rua para ver a confusão.
Se até para retirar alguém de um terreno invadido é preciso ordem judicial, porque é permitido um não policial ficar entrando e saindo da casa de um empresário fugitivo, sem ter autorização?
Lembram da Carolina Dieckmann? A turma do Pânico ganhou processo e teve que se manter a distância da sua privacidade para não fazer gracinha.
Fico aqui pensando, tem alguma coisa errada nisso tudo.
Se abuso de autoridade, invasão de privacidade, violação da intimidade de alguém não for crime, o que será?
Será que perdemos a moral e a vergonha na cara, e esses valores só pertencem aqueles que ficam fazendo gracinha com isso tudo pela internet?

domingo, 29 de janeiro de 2017

As falsas verdades contra Trump

Fala-se muito das "notícias falsas". E o que dizer das "falsas verdades"?
Logo após os episódios do 9/11, o governo americano deu início a uma série de procedimentos que resultaram na privação de liberdade, assassinatos persecutorios, e uma guerra atrós que até hoje contabiliza inúmeros refugiados e mortes de milhares de inocentes.
E tudo feito com o apoio da grande imprensa, das lideranças dos governos ocidentais, e dos chamados cidadãos de bem.
Agora o governo Trump, meio que nas coxas, toma medidas ditas de proteção e combate ao terror, que batem de frente com o "mea culpa" dessa turma que constrói verdades ao sabor das emoções, com o mesmo inimigo comum, o Islã.
Os apoiadores de Trump, focados na segurança, e no preconceito embalado pelo desemprego incorrem nós mesmos erros daqueles que se colocaram ao lado de Bush, e que certa forma são os responsáveis por essa paranóia contra o Islã.
E o que temos? Um blablabla sem fim, manifestações, manchetes escandalosas. 
Tudo porque Trump não representa os sentimentos do mainstream, daqueles que formulam as políticas de construção de bandidos e mocinhos, e elegem os governantes do bem e do mal.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

A Trump o que for dos americanos, ao mundo a paz!

"Não tenho o menor interesse pelo que acontece dentro dos EUA. O sonho americano nunca me seduziu, e não trocaria meus perrengues aqui por qualquer dificuldade, facilidade ou conforto na América.
Aos que imigraram e vivem lá, parabéns pelo seu país, e por terem alcançado seus sonhos.
Agora, quanto ao papel dos americanos no mundo sempre fui preocupado, e nunca estive ao lado do imperialismo americano.
Suas intervenções na América Latina, Oriente Médio e Africa nada de bom fizeram, e seu modelo de democracia baseado na prosperidade enquanto benção dos céus, onde foi adotado só fez prosperar a cobiça, a corrupção e o autoritarismo.
Barack Obama foi eleito com uma conversa mole de poder sem intervenção, de retirada da bota de cima das nações, e do fim das guerras.
No entanto, como um verme inútil entregou a política externa americana a Sra. Hillary Clinton que, por incompetência ou arrogância só fez aumentar o medo e o terror, bombardeando inocentes com seus drives, e promovendo a aliados, bárbaros inconsequentes.
Donald Trump em seu discurso de posse ontem traçou as regras de uma nova era, baseada nos princípios da não intervenção e respeito a auto determinação dos povos.
E o que se vê hoje pelos jornais? Uma leitura equivocada, dando um tom autoritário a alguém, que só quer saber da sua autoridade para com seu povo, e que foi deixado de lado por políticas internacionalistas com um viés a esquerda, que abandonaram o interesse coletivo para se preocupar apenas com o interesse particular de grupos de pessoas.
Torço para que seu discurso tenha continuidade. Se for implementado poremos finalmente um fim a segunda guerra mundial, e a divisão do mundo entre mocinhos e bandidos."
Billy Birão

Simplicidade não rima com ser burguês

Tenho que concordar com a opinião da queridinha das redes, Ruth Manus, simplicidade não rima com ser burguês.
Garoto de bairro, passei minha vida inteira tentando me transformar num bom burguês.
De repente veio a idade, e junto a roça, para me mostrar que a vida burguesa é a coisa mais chata do mundo.
Viajar por que todo mundo viaja, ter carro do ano por que todo mundo tem, aceitar o pensamento do mainstream sem contestação, ser politicamente correto mesmo que isso fira nossos princípios mais elementares, e por ai vai.
A vida burguesa não é nossa, é a vida dos outros, a moda, os costumes, os padrões impostos pelos formadores de opinião.
Quantas vezes a gente não sai de um casamento com aquele sapato apertado, e por vergonha não caminha descalço?
O palavrão contido, o banho de chuva, o nu na varanda, tanto que a gente perde de pequenos prazeres com medo do que o outro irá pensar.
Outro dia sentei numa galeteria no centro do Rio, e no meio daquele bando de candidatos a executivos comendo de garfo e faca, comi a tenra ave com a mão. Que delícia!
Hoje, setentão meus prazeres são aqueles que deixei para trás no bairro da periferia em que morava.
Não são poucos os que vem a minha casa pensando em comer a comida de Chef que faço para sobreviver, e tem de encarar a comidinha simples da roça feita com a mesma qualidade.
Finalmente chutei o pau da barraca, larguei a fubica na garagem, e saio por ai no buzão puxando papo com todo mundo que encontro pela frente. E são justamente os da burguesia os mais travados para uma conversa com um desconhecido, uns chatos!
Talvez o segredo deste desfrute, sem querer ser arrogante e vulgar, tenha sido a preservação da minha criança natural, alma de moleque carioca, galinha, suburbano, de espírito medíocre naquilo que diz respeito a simplicidade, mas que não perdeu a cordialidade e a educação, pois a sedução do sorriso daqueles que tem alma de criança, merece.

A farsa da imprensa enquanto opinião pública

"A imprensa em geral é desonesta, arrogante, ignorante e onipotente. Jornalistas, assim como economistas e médicos, erram mais do que acertam, em suas manifestações a favor daquilo que consideram ser a "opinião pública", e que para mim não passa da opinião de grupelhos sem nenhuma consideração com a verdade. Lembro do início da guerra da Síria, ainda sob a euforia daquilo que se denominou de primavera, que tinha tudo de ocidental e nada de árabe, e das previsões que se faziam com as primeiras vitórias dos insurgentes, de que o ditador Assad não levaria 6 meses para cair. Pois bem, a guerra já dura 6 anos, e graças ao envolvimento pouco verdadeiro da imprensa milhares de pessoas morreram, cidades devastadas as dezenas, e Assad está mais firme do que nunca no poder. A imprevisibilidade dos fatos é tanta que até já existe gente ganhando dinheiro para analisar em que sentido as manchetes irão errar ou acertar, como os da agência Eurasia, que mede os riscos para quem quer investir. Aqui no Brasil tivemos o fenômeno Luís Inácio, inflado pelo lado do mal pelo noticiário durante seus 8 anos de governo, assim como tivemos a cegueira total com a incompetência de Dona Janete. Isso no sentido macro do noticiário, uma vez que nos pequenos fatos não existe nenhuma brecha para o perdão, e nem pedido de desculpas. Para a imprensa o erro é falha, não de caráter, mas de ter acreditado em alguma fonte ou informação a serviço da venda de jornal. Na leitura do noticiário de hoje da FSP, duas sórdidas notícias. A primeira contra o presidente do TST, a segunda contra o prefeito de São Paulo. E em nenhuma das duas a hipotética retratação ganhou a mesma dimensão da mentira difundida. O que a imprensa está fazendo com o Trump, por exemplo, é tão estupido que chego a pensar que vivo em outro planeta. Fossem os jornais verdadeiros se venderiam a partidos, instituições e grupos, pois não passam de simples repetidores dos anseios de lobbys e grupos de pressão. Ainda bem que temos o tempo, o maior inimigo desses vendilhões, pois se encarrega de botar os pingos nos iis, e mostrar a verdadeira face da verdade." Billy Birao

O crédito rotativo vai acabar, seu Edgar!

O fim do crédito rotativo infinito vai acabar com a boa vida de muita gente.
O rotativo do cartão de crédito poderia ser chamado de "me engana que eu gosto."
Os bancos amam, e os correntistas também!
Os bancos por que o rotativo é uma bola de neve cara, que mesmo com inadimplência alta dá lucro.
A dívida cresce tanto, que gera um círculo vicioso de endividamento sem fim.
As custas dele foram criadas financeiras especializadas em endividados, firmas de cobrança que compram os débitos na bacia das almas, e advogados e associações que ludiabriam os incautos com ações contra os bancos.
Na outra ponta o cliente, que mesmo sabendo da arapuca em que está metido, se enche da esperança que um dia conseguirá sair da pendura, e continua a enfiar o pé na jaca do consumo.
Agora, com o fim da indústria da rotatividade do crédito, como irão se virar os devedores, se os empréstimos a esta altura da crise já foi vencida como alternativa de botar algum no bolso?
Daqui para frente quero ver quem vai reclamar mais, os bancos ou os endividados?
Amanhã a Bolsa responde se foi bom ou ruim para os bancos. Já para os endividados vamos ter que aguardar até abril, para ver se tudo não se transformou num grande problema.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Os reis e rainhas da Suprema Corte

Só entende de democracia quem um dia perdeu!
Os mais jovens, os que vivem a liberdade da internet não sabem viver sob um regime autoritário, com seu pensamento e criação sob censura, num estado autocrático em que os direitos individuais não são respeitados, e em que os poderes não tem autonomia necessária para exercer suas funções.
Os tribunais da rua só existem nas revoluções, e a barbárie é coisa do ódio e rancor.
Recentemente tivemos a morte de Fidel Castro, e muitos lembraram dos assassinatos praticados pelos tribunais revolucionários, sob o aplauso do povo, ensandecido contra o ditador Fulgêncio Batista.
A voz das ruas deve ser ouvida como elemento de pressão, ajuste das decisões dos governantes, daqueles que legislam e que regem as leis.
Não podemos cair nessa armadilha de que o STF é a nossa única voz.
Quer queiram ou não esse congresso que está ai foi eleito com nosso voto, e expressam o pensamento de diversas parcelas da população.
Quando aquele político que nos representa sai do rumo, a gente faz pressão, usa a rede, marcha, se manifesta, mas não co a intervenção do judiciário sobre suas cabeças.
É preciso manter a calma e reconhecer que estamos vivendo uma crise institucional. 
Não podemos misturar a nossa torcida por este ou aquele grupo com o fim da democracia, e esta está ai para que nos sintamos livres, sem opressão, com nossos direitos constitucionais respeitados.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

O que está faltando?!


Os interesses das autoridades que promovem o abuso

Por que a imprensa é contra a chamada 'lei de abuso de autoridade"?
Por que ela prevê cadeia para magistrado ou membro do MPF que emitir opinião sobre inquérito ou permitir que cheguem ao conhecimento de terceiros fatos que violem sigilo legal.
O problema não é tanto emitir opinião, mas vazar para a imprensa como vem fazendo costumeiramente o MPF documentos que, a princípio, estão sob sigilo. Opinião tinha o procurador Joaquim Francisco dos tempos do FHC. Os de agora tem interesses.
Não sou contra se investigar ou delatar alguém, mas quando o documento vazado chega as mãos da imprensa, quase sempre cessa o interesse público e começa a haver o interesse político.
Procuradores não estão isentos de cor partidária, assim como jornalistas também não. Há procuradores do PSDB, PMDB como existem outros do PT. Há jornais que tendem para a direita, assim como jornais que tendem para esquerda.
Essa guerra vem atingindo o mundo político sem exceção, mas os maiores favorecidos são os rentistas, aquele que vivem de vender o seus dinheiro, bancos e corretoras.
No caso brasileiro a Bolsa de Valores vinha num crescimento exuberante por conta daqueles que apostaram na saída da Dona Janete.
Com todo esse blablablá contra a PEC do Teto, a Reforma do Ensino e da Previdência, com quebra quebra nas ruas e tudo mais, muita gente começou a montar posição no sentido contrário do otimismo, apostando que a Bolsa retornaria aos 58000 pontos.
Assim como o Eduardo Cunha era um excelente player do mercado de capitais, não duvido que já tenha gente entre procuradores e jornalistas se acostumando com a ideia de ganhar dinheiro com informação, e apostando suas fichas no mercado de capitais.
Não creio em coincidências entre fatos políticos e econômicos, alguma coisa há por trás disso, de toda essa pressão num momento que caminhávamos para um 'gran finale' no mercado financeiro.
Se a coisa era só política, por que não se vazou quando as plaquinhas do "fora temer" agitavam os festivais de cinema?
Nessa história não tem santo, e o pacto com os diabinhos da Odebrecht foi a saída mais lucrativa para todos, jornalistas e procuradores.