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terça-feira, 6 de julho de 2021

Aí tem! (2)

O que os chineses tem a ver com isso? Tudo! Quando o governo de SP anunciou o estudo científico que daria origem a Coronavac, nada se sabia sobre ela, seus efeitos, e sobre qual seria o montante de produção alcançado. O Butantan morria de medo, "e se essa pandemia acabar rápido, o que faremos com o encalhe?", em síntese era a questão. Tinham que construir uma fábrica, e milhões teriam de ser gastos. Era junho de 2020, e o número de mortes pela Covid19 não alcançava os 12.000 mil. Pode-se até dizer que o governador fosse um visionário com o anúncio, pois chegamos aos milhões de mortos, mas era um vôo cego. Claramente a pressão política fez o Instituto vencer as resistências, e embarcar de corpo e alma no projeto. A China é forte e paciente, e seu acordo lá atrás com o governo paulista, estava funcionando. E como chegamos a Fiocruz/AztraZeneca? Ainda estamos em busca de uma resposta, em nosso inquérito que poderia se chama, "Aí tem!". #OEstragaRaça

#joãodoria #dimascovas #institutobutantan #china #coronavac #covid19 #pandemia #fiocruz #aztrazeneca

Link para a matéria
https://www.google.com/amp/s/brasil.elpais.com/sociedade/2020-06-17/acordo-entre-doria-e-china-para-vacina-anti-covid-19-nao-garante-producao-em-massa-no-brasil.html%3foutputType=amp

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Da marolinha ao tsunami, o mal que o PT nos causou

O keynesianismo é uma teoria econômica muita usada pelo pensamento de esquerda quando fala em crescimento econômico. 
Nela John Maynard Keynes coloca em cheque as ideias do livre mercado, argumentando que a economia não é autorregulada. 
Não dizia, no entanto, que o Estado deveria controlar plena e amplamente a economia, aproximando-se de uma formulação marxista, mas que o Estado tinha o dever de conceder benefícios sociais para que a população tivesse um padrão mínimo de vida.
Essa teoria, quando apropriada pelo governo do PT durante a chamada "crise da marolinha", que se deu pela quebradeira dos bancos americanos, sabe-se hoje, não teve por objetivo oferecer crescimento econômico para que os mais pobres tivessem acesso a benefícios sociais que lhes desse um padrão mínimo de vida.
Teve por principal motivo a manutenção de um projeto de poder, e a criação de um estamento estatal controlado por grandes corporações, como se depreende da leitura das delações da Odebrecht.
A enorme fonte de corrupção que se criou com a entrada atabalhoada do estado na proeminência econômica, é fruto dessa política, criticada até por seus beneficiários, como cita Marcelo Odebrecht em sua delação.
E por querer manter o poder, elegeram uma pessoa sem a mínima competência política e profissional para dar prosseguimento ao processo, a senhora Janete Vana. Seu currículo de trabalho, todo forjado em indicações políticas, sem a mínima comprovação de resultados efetivos, mal lhe daria um cargo de gerente em alguma rede de supermercado.
O resultado é que tivemos a maior depressão da história brasileira, com mais de 13,5 milhões de brasileiros perdendo o emprego, e centenas de milhares de famílias endividadas, ao ponto de retornarem aos padrões de miséria que tinham antes da crise.
E agora fala-se na volta de Luís Inácio para aplicar de novo a mesma política que resultou num retumbante fracasso, citando-se a "marolinha" como fonte da reação.
O mundo hoje não vive mais da aplicação de uma única teoria econômica, ou de uma única formulação ideológica.
O exemplo da China, a maior nação comunista do mundo, mostra que o capitalismo de estado está atrelado ao liberalismo econômico bem mais do que se pensa. 
Metas de inflação, controle orçamentário, baixo endividamento, alavancagem excessiva dos bancos oficiais, tudo isso e muito mais a China de hoje compreende, e segue a risca para não se ver atolada numa depressão catastrófica.
Melhor que uma "marolinha" seria aprender com esse "tsunami" provocado pelo PT, e refazer de vez o estado brasileiro, reformando-o de cabo a rabo.