Na internet todo mundo mete o dedo na ferida, ou no nariz do outro. Tanto faz se sobre política, economia ou comportamento. O importante é cutucar, informar, ter opinião sobre tudo, seja fazendo graça ou falando sério. Por isso estamos aqui para pensar, falar das injustiças contra minorias e países, e dar nosso palpite sobre a fábula do enfraquecimento moral desse país, suas mazelas e problemas, pois não queremos carregar a maldita herança que estão querendo nos deixar.
sábado, 19 de junho de 2021
Sábado de aglomerações por todo o Brasil
quinta-feira, 3 de junho de 2021
Quanto maior o erro, maior a falta de humildade
Depois que inventaram a tal das narrativas, fica difícil esperar pela humildade dos nossos governantes. Aqui o erro é apagado por uma versão que sempre encobre a realidade. Das crises recentes, lembro do mea culpa do MT por ter recebido o JB na calada da noite, gerando a o defenestrado "Joesley Day". Mas dos outros, nem um pio! LILS nunca assumiu seus erros nas crises do mensalão e do petrolão. FHC se cala pela famosa herança que deixou, nada maldita, mas que acumulou erros suficientes para alijar seu partido de qualquer disputa. DR então, nem pensar! Para abafar seu péssimo governo, com recessão absurda e enormes prejuizos econômicos, esconde-se em documentários produzido por gente amiga, e na vergonha e medo do seu partido em abalar a moral do chefe. E agora BLSNR, no auge dos seus vacilos, vai para a tevê, na tentativa de construir uma narrativa, sem ter a coragem necessária para encarar seus erros, e enfrentar os canalhas do G7 da CPI. Tudo isso porque estamos falando do Estado, onde os principais acionistas só sabem ficar uivando pela internet, ao invés de votar. Fosse na iniciativa privada, o último já estaria na rua, apesar de técnico de um time de bambas, e os outros, não voltariam jamais, visto a força que fazem para esconder suas maracutaias e incompetência, tudo por querer de volta o poder de errar. #OEstragaRaça
terça-feira, 1 de junho de 2021
O pibão contra a recessão da Dilma
sexta-feira, 14 de abril de 2017
Da marolinha ao tsunami, o mal que o PT nos causou
Nela John Maynard Keynes coloca em cheque as ideias do livre mercado, argumentando que a economia não é autorregulada.
Não dizia, no entanto, que o Estado deveria controlar plena e amplamente a economia, aproximando-se de uma formulação marxista, mas que o Estado tinha o dever de conceder benefícios sociais para que a população tivesse um padrão mínimo de vida.
Essa teoria, quando apropriada pelo governo do PT durante a chamada "crise da marolinha", que se deu pela quebradeira dos bancos americanos, sabe-se hoje, não teve por objetivo oferecer crescimento econômico para que os mais pobres tivessem acesso a benefícios sociais que lhes desse um padrão mínimo de vida.
Teve por principal motivo a manutenção de um projeto de poder, e a criação de um estamento estatal controlado por grandes corporações, como se depreende da leitura das delações da Odebrecht.
A enorme fonte de corrupção que se criou com a entrada atabalhoada do estado na proeminência econômica, é fruto dessa política, criticada até por seus beneficiários, como cita Marcelo Odebrecht em sua delação.
E por querer manter o poder, elegeram uma pessoa sem a mínima competência política e profissional para dar prosseguimento ao processo, a senhora Janete Vana. Seu currículo de trabalho, todo forjado em indicações políticas, sem a mínima comprovação de resultados efetivos, mal lhe daria um cargo de gerente em alguma rede de supermercado.
O resultado é que tivemos a maior depressão da história brasileira, com mais de 13,5 milhões de brasileiros perdendo o emprego, e centenas de milhares de famílias endividadas, ao ponto de retornarem aos padrões de miséria que tinham antes da crise.
E agora fala-se na volta de Luís Inácio para aplicar de novo a mesma política que resultou num retumbante fracasso, citando-se a "marolinha" como fonte da reação.
O mundo hoje não vive mais da aplicação de uma única teoria econômica, ou de uma única formulação ideológica.
O exemplo da China, a maior nação comunista do mundo, mostra que o capitalismo de estado está atrelado ao liberalismo econômico bem mais do que se pensa.
Metas de inflação, controle orçamentário, baixo endividamento, alavancagem excessiva dos bancos oficiais, tudo isso e muito mais a China de hoje compreende, e segue a risca para não se ver atolada numa depressão catastrófica.
Melhor que uma "marolinha" seria aprender com esse "tsunami" provocado pelo PT, e refazer de vez o estado brasileiro, reformando-o de cabo a rabo.