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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Da marolinha ao tsunami, o mal que o PT nos causou

O keynesianismo é uma teoria econômica muita usada pelo pensamento de esquerda quando fala em crescimento econômico. 
Nela John Maynard Keynes coloca em cheque as ideias do livre mercado, argumentando que a economia não é autorregulada. 
Não dizia, no entanto, que o Estado deveria controlar plena e amplamente a economia, aproximando-se de uma formulação marxista, mas que o Estado tinha o dever de conceder benefícios sociais para que a população tivesse um padrão mínimo de vida.
Essa teoria, quando apropriada pelo governo do PT durante a chamada "crise da marolinha", que se deu pela quebradeira dos bancos americanos, sabe-se hoje, não teve por objetivo oferecer crescimento econômico para que os mais pobres tivessem acesso a benefícios sociais que lhes desse um padrão mínimo de vida.
Teve por principal motivo a manutenção de um projeto de poder, e a criação de um estamento estatal controlado por grandes corporações, como se depreende da leitura das delações da Odebrecht.
A enorme fonte de corrupção que se criou com a entrada atabalhoada do estado na proeminência econômica, é fruto dessa política, criticada até por seus beneficiários, como cita Marcelo Odebrecht em sua delação.
E por querer manter o poder, elegeram uma pessoa sem a mínima competência política e profissional para dar prosseguimento ao processo, a senhora Janete Vana. Seu currículo de trabalho, todo forjado em indicações políticas, sem a mínima comprovação de resultados efetivos, mal lhe daria um cargo de gerente em alguma rede de supermercado.
O resultado é que tivemos a maior depressão da história brasileira, com mais de 13,5 milhões de brasileiros perdendo o emprego, e centenas de milhares de famílias endividadas, ao ponto de retornarem aos padrões de miséria que tinham antes da crise.
E agora fala-se na volta de Luís Inácio para aplicar de novo a mesma política que resultou num retumbante fracasso, citando-se a "marolinha" como fonte da reação.
O mundo hoje não vive mais da aplicação de uma única teoria econômica, ou de uma única formulação ideológica.
O exemplo da China, a maior nação comunista do mundo, mostra que o capitalismo de estado está atrelado ao liberalismo econômico bem mais do que se pensa. 
Metas de inflação, controle orçamentário, baixo endividamento, alavancagem excessiva dos bancos oficiais, tudo isso e muito mais a China de hoje compreende, e segue a risca para não se ver atolada numa depressão catastrófica.
Melhor que uma "marolinha" seria aprender com esse "tsunami" provocado pelo PT, e refazer de vez o estado brasileiro, reformando-o de cabo a rabo.

As frases do Estraga Raça


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Uma Onça Chamada Sergio Moro

O juiz Sérgio Moro se caga de medo de prender Luís Inácio.
De tanto encher a bola do patife vai acabar sendo preso por ele.
Hoje Luís Inácio e família entrou com um pedido de prisão contra ele.
Se ganhar, Sérgio Moro vai passar seis meses no xilindró relendo o Código Penal.
Luis Inácio, que no exterior usa do juridiquez para difamar a justiça brasileira, e no particular não difere do palavreado do Ciro Gomes para atacar Sérgio Moro, ao poucos vai vencendo a batalha, restando ao juiz ficar segurando as calças para não se borrar.
Quantos Cunha, Cabral, Garotinho serão necessários para aplacar a ira do lulopetismo?
Na internet já nem lembram mais quem era o chefe que organizou toda a quadrilha, só se fala naqueles que a Globo elege como o ladrão da vez, enquanto Luís Inácio posa de santo, com direito a uma banca internacional que defende reputações.
Esse medo me faz lembrar de um versinho que ouvi no nordeste:
"Era uma vez uma onça pintada/pedi pra ela parar ela ficou parada/torcia os bigodes assim/a onça tremia de medo de mim."
Sergio Moro, a onça pintada que Luis Inácio conseguiu paralisar.