Na internet todo mundo mete o dedo na ferida, ou no nariz do outro. Tanto faz se sobre política, economia ou comportamento. O importante é cutucar, informar, ter opinião sobre tudo, seja fazendo graça ou falando sério. Por isso estamos aqui para pensar, falar das injustiças contra minorias e países, e dar nosso palpite sobre a fábula do enfraquecimento moral desse país, suas mazelas e problemas, pois não queremos carregar a maldita herança que estão querendo nos deixar.
sábado, 3 de julho de 2021
As passeatas que pararam o Brasil
sábado, 19 de junho de 2021
Sábado de aglomerações por todo o Brasil
sexta-feira, 11 de junho de 2021
O Roto e o Esfarrapado
quinta-feira, 3 de junho de 2021
No pais onde pinico é trono
Quanto maior o erro, maior a falta de humildade
Depois que inventaram a tal das narrativas, fica difícil esperar pela humildade dos nossos governantes. Aqui o erro é apagado por uma versão que sempre encobre a realidade. Das crises recentes, lembro do mea culpa do MT por ter recebido o JB na calada da noite, gerando a o defenestrado "Joesley Day". Mas dos outros, nem um pio! LILS nunca assumiu seus erros nas crises do mensalão e do petrolão. FHC se cala pela famosa herança que deixou, nada maldita, mas que acumulou erros suficientes para alijar seu partido de qualquer disputa. DR então, nem pensar! Para abafar seu péssimo governo, com recessão absurda e enormes prejuizos econômicos, esconde-se em documentários produzido por gente amiga, e na vergonha e medo do seu partido em abalar a moral do chefe. E agora BLSNR, no auge dos seus vacilos, vai para a tevê, na tentativa de construir uma narrativa, sem ter a coragem necessária para encarar seus erros, e enfrentar os canalhas do G7 da CPI. Tudo isso porque estamos falando do Estado, onde os principais acionistas só sabem ficar uivando pela internet, ao invés de votar. Fosse na iniciativa privada, o último já estaria na rua, apesar de técnico de um time de bambas, e os outros, não voltariam jamais, visto a força que fazem para esconder suas maracutaias e incompetência, tudo por querer de volta o poder de errar. #OEstragaRaça
domingo, 30 de maio de 2021
O povo não é apenas a casca do ovo
Hoje tivemos mais uma manifestação, e como na da semana passada, para mim, faltou povo. No outro fim de semana, a direita se manifestou em apoio ao governo, com motos. E não eram motos como as que vejo por aqui, caindo aos pedaços, impostos e taxas atrasadas, sendo paradas por blitzes corruptas, muito mais por extorsão, que pela segurança da população. No Rio de Janeiro, era uma burguesia, possivelmente da Barra da Tijuca e adjacências, parte da elite governante, montada em cilindradas de alto padrão, vestida de verde e amarelo para se dizerem patriotas. Hoje foi a vez da esquerda, com suao parcela da sociedade burguesa e, na minha percepção, possivelmente vindos da Zona Sul, conduzidos ao local não e quentões superlotados, mas reconfortados em metrôs e buzões refrigerados, carregados do vermelho das palavras de ordem dos partidos que lhes ampararam com bons salários e pensões. Ainda bem que a democracia permite a todos se sentirem parte integrantes desse tão sonhada classe trabalhadora, que a polis denomina "povo", a massa de miseráveis que passa fome, desempregada ou fazendo biscates, recebendo seus miseros auxílios, pra não morrerem na indigência, e depois fazer parte das estatísticas que elegerão os politicos hábeis nas narrativas e manipulações. #OEstragaRaça
sexta-feira, 14 de abril de 2017
domingo, 17 de abril de 2016
O SISTEMA POLÍTICO NÃO ME REPRESENTA
Aos poucos vou encontrando meu time.
Já disse, sou um conservador liberal egresso dos movimentos de esquerda, não essa esquerda pelega ligada ao lulismo, mas aquela que lutou por um Brasil igual, com um sistema político que andasse com as próprias pernas, sem depender dos favores do capital.
O liberalismo no Brasil é considerado coisa de coxinha, mal carimbado como de direita. Na América ele se faz presente com Bernnie Sanders, um liberal dentro do Partido Democrata, e Ron Paul, um liberal emperdemido dentro do Partido Republicano. E é um pouco com o pensamento deles que me identifico.
Pouco importa, não sou o primeiro a ir na contramão desse tadismo, desse mimimi populista de achar que o estado é o santo protetor da desigualdade. Ser de esquerda dá status, ganha namoradas, faz o sujeito se sentir golias contra o dragão.
Bobagem, a força de alguém está na liberdade de poder pensar com sua própria cabeça, sem seguir a cartilha de um partido, ou o carisma de uma liderança. Aliás, estes deveriam estar sempre atentos as mudanças de paradigmas, dos comportamentos sociais desligados das ideologias.
Da esquerda guardo apenas o meu internacionalismo, pelo direito a auto determinação dos povos, contra as injustiças cometidas pelo imperialismo, contra os senhores da guerra.
Hoje o Brasil viverá uma mudança, o esgotamento de um modelo de poder baseado na propaganda, e na cooptação de consciências, seja pela corrupção, seja pelo derramamento de favores.
E é do lado dessa gente que quer o fim desse governo, e uma nova maneira de se manifestar fora dos partidos que estou.
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sábado, 16 de abril de 2016
A Batalha do Impeachment
Colocaram-se frente a frente Dilma e Lula contra Temer.
Dilma já se conhece pela incompetência é inabilidade política, seu perfil está mais para uma assessora de segundo escalão, do que para direção de qualquer padaria ou oficina mecânica.
Lula gabavasse pelas proezas de um passado não muito distante que Dilma levou ao chão. Bom de bico, tentou uma vaga no governo, a princípio para se livrar da prisão, depois vagando pelos cantos como assessor informal para salvar a todos do cadafalso.
Michel Temer, o mordomo do castelo, defenestrado por ambos como o conspirador mor, apresentou-se sutilmente como o carregador da alça do caixão, mas nos segundos finais teve que mostrar habilidades, muito além da poesia e da conquista de uma bela mulher.
Temos assistido os três terçando espadas na batalha do Impeachment.
Lula e Dilma envenenando as suas com a tinta da caneta da nomeação de cargos, e o perfume das notas virgens saídas dos caixas dos bancos.
Temer com um discurso vasado sem querer querendo, repleto das máximas do mercado, e carregando a reboque a ira das esquerdas.
Disputam o poder, através do voto daqueles que tem voz e acento na Câmara dos Deputados.
Nervos à flor da pele torcidas acompanham o resultado da disputa em placares iguais gangorra, que uma hora pendem para um lado outra para o outro.
Mas uma coisa salta aos olhos, como um sujeito como Temer, até então tido como uma figura abjeta e medíocre pode estar encarando tão fortes adversários, a ponto de parecer que conseguirá derrotá-los, a base de rosquinhas, cafezinhos, quibes e tapinhas nas costas?
Será que não subestimaram a criatura escondida debaixo daquele rosto frio, congelado a botox e gomalina?
A batalha não acabou, mesmo que termine terá direito a revanche no Senado, e a disputa no tapetão do STF.
Uma coisa é certa, a roupa nova de Lula e Dilma parece estar passando pelo crivo do ohar de todos, desnudando a mentira para encher de brios a esperança.
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