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quinta-feira, 3 de junho de 2021

No pais onde pinico é trono

No Brasil do ódio e dos escândalos promovidos pela imprensa familiar brasileira, com objetivo de causar ruido nas redes sociais, promovendo aglomerações em grandes marchas, já vimos um presidente impichado retornar a política depois de anos na geladeira, e a circular nos corredores da esquerda e da direita. Vimos um ex presidente ser preso duas vezes, por acusações que praticamente inviabilizaram seu governo (isso sem contar que o juiz que o mandou prender, está sob suspeita de envolvimento com a corrupção), ser inocentado. Também tivemos outro ex presidente amargar o mais longo xilindró de um político de prestígio, desde a abertura politica, famoso por acusação de ladroagem, sair solto pela porta da frente, com o juiz que o soltou jogando a chave da cadeia no fundo do oceano. E agora estamos vendo um grande e ardiloso canalha, carregado de processos, e posto pra correr da politica algumas vezes, ser elevado a categoria de herói nacional. Nessa levada, não seria impossível, que o capitão lelé, no momento recebendo ajuda do presidente americano para a tese de que o vírus foi criado em laboratorio, e saiu escondido da China, para buscar refugio no ocidente, estivesse certo na sua miragem do tratamento precoce, e viesse a sentar novamente, em seu pinico presidencial. #OEstragaRaça

domingo, 30 de maio de 2021

A serpente populista caminha em zigue zague

A reflexão que nós, os moderados estamos fazendo sobre o papel de Bolsonaro como administrador, tomando como base a crise da saúde, é a mesma que fizemos sobre Lula na educação, e sobre a gestão Dilma no seu segundo mandato em diversas ocasiões, e em muitas áreas. O administrador de direita e esquerda, não tem a suficiente isenção para tomar decisões sensatas sobre as questões urgentes que sirvam a maioria. Estão sempre presos a ideologia do seu grupo, seguindo a cartilha populista de se apegar ao poder, e do viés dessa ambição fazem questão de não fugir. Tivemos o governo Temer, um moderado que dirigiu o Brasil por 28 meses, e entregou um pais arrumado, saído de uma baita recessão, mas ai tivemos a presença de uma outra força, a Imprensa familiar, comprometida apenas com a ideologia dos seus interesses, cujo papel os moderados insistem em respeitar como valor, mas sobre a qual caberia uma reflexão do seu papel como força política.

terça-feira, 23 de maio de 2017

O fracasso do golpe da Globo contra o Temer

Como acontecem os golpes?
É da natureza dos golpes serem rápidos, pois o tempo joga contra os golpistas.
Recentemente tivemos toda uma gritaria de houve um "golpe" contra a presidenta cassada. Mera apelação, o tempo que levou entre a chamada "conspiração" e sua queda foi longo, e alí de golpe não teve nada, no máximo uma tomada de poder pela via constitucional, o que por si só não caracterizaria um golpe.
O bolivarismo venezuelano está no poder graças a um golpe tentando lá trás pela oposição, mas que não deu certo. Chaves chegou a ser preso por poucos dias e retornou glorioso. De lá para cá a oposição se enchafurdou numa crise que tenta sair pela via constitucional e não consegue.
No Brasil tivemos o golpe militar, que por mais que tentem os apoiadores classificar como uma "revolução" foi um golpe de estado.
Um dos países latino americanos campeão em golpes é a Bolívia. Lá os grupos militares sempre manipularam a política através das chamadas "quarteladas".
Aliás, o continente americano é mestre em golpes, da América Central ao Sul. Muitos já morreram, outros enriqueceram, e a maioria que caiu, voltou.
Temer tem contra si a baixa popularidade e uma oposição que o classifica como "golpista" o tempo todo, mas o que aconteceu contra ele, no sentido clássico, foi uma tentativa de golpe.
Não foi a toa que a primeira coisa que fez foi convocar os ministros militares para saber do seu comprometimento com a democracia. 
Os atores que tentaram a trama, uns por interesse financeiro, outros corporativos, e o terceiro, a Rede Globo, por simples manutenção de poder até o momento não foram felizes no intento. Não houve uma manifestação militar si quer, o judiciário segue firme na manutenção das instituições, e os políticos, pegos de surpresa, ressabiados com o intento se recolheram ao silêncio.
Temer não renunciou como queriam os autores do golpe, e o exército com o qual contavam para manutenção da estratégia, a internet e o restante da Imprensa se pôs a pensar e a investigar as razões para a pressa na solução.
Graças a seu açodamento e erros, os golpistas deram com os burros n'água, e o golpe fracassou!