Mostrando postagens com marcador saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saúde. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de junho de 2021

Com um olho no padre, outro na vacinação

Desde o inicio da vacinação venho dizendo, não sou candidato a herói. Analisei todos os prós e contras de me vacinar e tomei a decisão, resolvi me manter isolado, seguindo as regras prescritas pelas autoridades sanitarias, em prol exclusivamente do meu bem estar. E falo isso sem qualquer pregação negacionista, sou pragmático e me mantenho assim. Para os que são da zona rural, distantes de um grande centro urbano, tomar a vacina é bastante complicado. Com a pandemia, os meios de transporte foram reduzidos, e o atendimento da saúde no geral em nada melhorou. Nos postos de vacinação, tudo ocorre com a maior tranquilidade. Nada daquelas filas de carros bacanas dobrando o quarteirão, tomados pelo desespero de uma infecção. O povo pobre é um sobrevivente, tem a morte quase como uma resolução. É visto pelos governantes apenas em epoca de eleição, e os auxilios pouco representam para ele. Nada de isolamento social com salários pagos pelo estado ou grandes empresas, com a assistência de confortáveis planos de saúde. Sua riqueza é a esperança e a sorte de se manter vivo. E como não sou bobo nem nada, sigo na mesma pegada, um olho na missa, outro no padre, sem risco de qualquer efeito colateral. #OEstragaRaça l

Link para a materia
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2021/06/um-quinto-dos-brasileiros-de-mais-de-70-anos-nao-completou-vacinacao-contra-covid-19.shtml

domingo, 30 de maio de 2021

A serpente populista caminha em zigue zague

A reflexão que nós, os moderados estamos fazendo sobre o papel de Bolsonaro como administrador, tomando como base a crise da saúde, é a mesma que fizemos sobre Lula na educação, e sobre a gestão Dilma no seu segundo mandato em diversas ocasiões, e em muitas áreas. O administrador de direita e esquerda, não tem a suficiente isenção para tomar decisões sensatas sobre as questões urgentes que sirvam a maioria. Estão sempre presos a ideologia do seu grupo, seguindo a cartilha populista de se apegar ao poder, e do viés dessa ambição fazem questão de não fugir. Tivemos o governo Temer, um moderado que dirigiu o Brasil por 28 meses, e entregou um pais arrumado, saído de uma baita recessão, mas ai tivemos a presença de uma outra força, a Imprensa familiar, comprometida apenas com a ideologia dos seus interesses, cujo papel os moderados insistem em respeitar como valor, mas sobre a qual caberia uma reflexão do seu papel como força política.