Mostrando postagens com marcador politica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador politica. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de julho de 2021

Mitomaniacos

Criminoso ou não, mito! Monstro ou não, mito! Impichado ou não, mito! A admissão é necessária pelo pressuposto da idolatria que ele carrega junto aos seus. E se não for assim, se insistirem em minimizar sua existência, por qualquer ângulo que se veja, ficará difícil enfrentá-lo, seja arena psicológica ou sociológica, já que na política existem representações mais fortes que a dele. #OEstragaRaça

#elianebrum #mito #bolsonaro #sociologia #politica

(Publicado em 07/7/2021 no Instagram@blog_oestragaraça)

domingo, 20 de junho de 2021

A pegação política tá rolando solta

A PEGAÇÃO POLÍTICA TÁ ROLANDO SOLTA
#OEstragaRaça

Sem essa de Tinder, Par Perfeito ou Badoo, a onda agora pra encontrar alguém, e entrar para um grupo político, seja de esquerda ou de direita. E o começo é bem fácil, basta por no avatar do perfil, uma foto de "fora", "impeachment", "SUS", "mito", "arminha", ou outro qualquer que sugira um lado, que é aceito. E não precisa entender de política, ter uma ideologia ou partido, nem saber direito o nome de candidato que votou, no grupo vale a troca, se votou fulano, diz que votou em sicrano, que está tudo bem. O importante é o sentimento, guardar antipatia, fingir acalentar ódio por alguém. Aí é só puxar o saco daquele do grupo mais falante, o tal que milita pra meter o pau em negacionista ou negativistas, minions ou comunistas. Daí em diante é só ficar de olho, prestando atenção na moça ou no rapaz que for mais "Maria ou João" vai com o outro. Num grupo de pegação política o importante não é saber defender uma ideia conforme a praxis partidária, mas sim dar conta de puxar o saco do líder, ou ficar debaixo das axilas da líder, que é pra demonstrar que na próxima aglomeração ou motociata, vai rolar um chopinho, ou, se acaso não puder comparecer, um encontro virtual, cheio de emoção, mas sem ódio.

#OEstragaRaça #politica #impeachment #comunista #negacionista #negativista #ideologia #sus #tinder #badoo #parperfeito

segunda-feira, 14 de junho de 2021

O Brasil vai bem, apesar das antipatias

Num país em que as pessoas crêem que as crises são fruto de teorias da conspiração, em que grandes grupos e seitas tramam em gabinetes paralelos, como irão fazer para matar pessoas, é bom de se ver a realidade se contrapondo as fantasias. Temos um governo antipatizado pela classe média descolada, culta e elitista que, vivendo a margem do verdadeiro povo, as custas das pensões e salários pagos pela viúva, graças as generosas bençãos sindicais dos governos de esquerda, insiste em destruir o que de bom for feito pelos seus sucessores. BLSNR pode ser tudo que falam, mas tem a seu serviço um time de bambas, alguns novatos em trabalhar com essa praga chamada burocracia, como o Paulo Guedes. Outros mais calejados, atuando com maior desenvoltura e obtendo bons resultados. Nos setores mais privados do governo, o lucro e as modernas práticas de gestão, entregam resultados cada vez maiores. Isso sem contar do agro e do financeiro, obtido com a exportação de comodities. Tenho grande diferença de idéias com teorias fascistas e antidemocráticas que permeiam a atuação de alguns servos radicais de teorias militarista conspiratórias da direita, mas é impossível não ver o que temos de bom. Para tanto, basta abrir uma conta numa corretora e se juntar aos mais de 3 milhões de novos investidores da B3, grande parte formada pelos biscateiros da nova economia, e por gente da periferia que cansou dessa conversa mole da burguesia nacional, aboletada em seus castelos refrigerados, ganhando rodos com o isolamento social, que insiste em tratar a todos como vassalos, trancados no mesmo galinheiro (assistam "O Tigre Branco" para entender o que estou falando). #OEstragaRaça

#economia #finança #politica #bolsadevalores #investimento #tiozinhodabarbabranca #tiozinhoinvestidor #byraleitedioliveira

Link para a matéria:

sábado, 5 de junho de 2021

A Doutrinação da Pegação Política

A "Doutrina da Pegação Política" vem se espalhando rapidamente pelas redes. Com a pandemia, não mais os biceps e triceps das academias, os sensuais tecidos colados ao corpo, e o movimento dos exercícios, mas a virilidade e agressividade dos xingamentos. Nos grupos de afinidade politica, basta apenas uma palavra fora do contexto, ou entendida como um sinal de adversário, para que sentimentos e instintos animalescos aflorem, dando lugar a exteriorização da libido. Neles a sedução se dá pela aceleração do pensamento,  quanto mais este interromperem o fluxo da razão, mais a ignorância os transforma numa casta, e mais atração entre os pares causa. São parte de uma grande família, se conhecem nos detalhes, sendo capazes de nomear a hereditariedade, profissão e nivel de renda. Não tinha me tocado para o fenômeno, até que alguém me chamou atenção para o nivel de promiscuidade que a política tinha gerado. Como pessoas que até bem pouco não sabiam o nome de quem votou numa ultima eleição, de repente ganharam um corpo revolucionário? Para tanto não bastou deixar de ser imparcial, deve torcer para um ou outro viés político, ter um lado, uma maneira de agir e de pensar, um jeito de seduzir, não pelo amor, mas pelo ódio, senão não encontrará ninguém que o encante, e permanecerá só, isolado no limbo social dos indiferentes.

(*) Como copywritter, BYRA LEITE DI OLIVEIRA compartilha suas idéias pela internet, em temas que lhe são caros, fruto da sua vivência como aconselhador e coach. No lugarzinho simples e acolhedor onde vive como neo rural, recebe para cursos de imersão, em sua homestay de conforto minimalista e alimentação flexitariana, sede do seu Instituto WFP.
===========
Instituto WFP (Working For People)
Sites:
comidinhadecasa.webnode.com
vida-e-negocios.webnode.com
feliz-sem-idade.webnode.com
politicacomovcve.blogspot.com
Instagram:
@byradi_neorural
@tiozinhodabarbabranca
@blog_oestragaraca

terça-feira, 1 de junho de 2021

Um Choque de Realidade na Cabeça da Burguesia

No papo da fila dos atacadões que frequento, mototaxistas, entregadores de gás, garotada que faz biscate por app, moleque que trabalha por empreitada em construção, todos morando na periferia da cidade, educados, e alguns graduados nos governos de esquerda, sabem o que é Bitcoin, Etf, Bdr, Ações, e outros ativos financeiros. Todos sabem que terão de entender a linguagem do capital pra dar um futuro melhor pros seus filhos, aprender a poupar e investir. Como os jovens aprenderam com americanos "Occupy Wall Street", que não irão ficar ricos para poder consumir a rodo como os "baby boomers". O patrimônio que herdarão de seus pais, não significará nada, se não aprenderem a administrar o que tem (e muito bem), e o resultado do seu trabalho, poupando e investindo. E fica essa turma de haters se aglomerando em manifestações e batendo panela nas janelas, caindo na conversa mole dessa esquerda que gosta de trabalhar pouco, dando prejuízo em casa, sonhando em voltar ao poder pra continuar distribuindo a riqueza nacional entre os apaniguados, funcionários públicos e de estatais, privilegiados que são da burguesia. #OEstragaRaça

domingo, 30 de maio de 2021

A serpente populista caminha em zigue zague

A reflexão que nós, os moderados estamos fazendo sobre o papel de Bolsonaro como administrador, tomando como base a crise da saúde, é a mesma que fizemos sobre Lula na educação, e sobre a gestão Dilma no seu segundo mandato em diversas ocasiões, e em muitas áreas. O administrador de direita e esquerda, não tem a suficiente isenção para tomar decisões sensatas sobre as questões urgentes que sirvam a maioria. Estão sempre presos a ideologia do seu grupo, seguindo a cartilha populista de se apegar ao poder, e do viés dessa ambição fazem questão de não fugir. Tivemos o governo Temer, um moderado que dirigiu o Brasil por 28 meses, e entregou um pais arrumado, saído de uma baita recessão, mas ai tivemos a presença de uma outra força, a Imprensa familiar, comprometida apenas com a ideologia dos seus interesses, cujo papel os moderados insistem em respeitar como valor, mas sobre a qual caberia uma reflexão do seu papel como força política.