sábado, 1 de abril de 2017

O país do ninguém

O país do mimimi está se transformando no Brasil do ninguém.
- Ninguém para se insurgir contra a não aprovação da PEC que o permitiria as Universidades Públicas cobrarem pelos cursos de pós graduação e especialização, continuando a ser o paraíso dos endinheirados;
- Ninguém para dizer que, os funcionários públicos, que tanto protestam contra a Reforma da Previdência, tiveram um aumento de 5,1% em sua massa salarial no último quadrimestre, enquanto milhões de brasileiros perdiam empregos, ou tinham seus salários diminuídos pela crise criada pelo lulopetismo;
- Ninguém para se indignar contra o vazamento das delações premiadas feitas pelos comparsas do Rodrigo Janot, em conluio com a imprensa, sob o abrigo da grife Lava Jato.
- Ninguém para se perguntar se a tentativa de golpe de estado feita pelo judiciário dá Venezuela, não é igual a interferência do STF brasileiro no Legislativo, contrariando a independência de poderes;
- Ninguém para dizer que a demora do juiz Moro em decidir sobre o réu Luis Inácio, irá levar o país a uma enorme crise, pois o petismo descobriu que fazendo barulho e mostrando a dicotomia da sociedade, que se borra de medo e de paixão por aquilo que a esquerda trás de privilégios, ganhos de corrupção e desarranjo econômico, irá traze-los de volta em 2018.

sexta-feira, 31 de março de 2017

José Dirceu e a vida numa prisão brasileira

"Espelho é proibido. Vidro também. Então, pegue um prato grande que reflita sua imagem - e mantenha ele limpo sempre. Água mineral? Só com receita médica. A solução é ferver a água ou tomá-la “in natura” da torneira. Eu nunca tive problemas.

Saúde? É fácil cuidar. Bebida, cigarro, gordura, ou é proibido ou não existe simplesmente. Você pode pedir comida hipossódica e evitar excessos na sexta-feira, quando as famílias de todos os presos podem trazer comida. Embora o peso seja controlado. Nada que possa virar cachaça - a revista é rigorosa.

O preso deve fazer exercícios todos os dias. No meu caso, 71 anos, é light. O importante é manter os músculos lombares fortes. E as pernas. Flexão, abdominal, pesos, caminhadas. No meu caso, pelo menos 20 minutos diários. É importante tomar sol ou ingerir vitamina D - para mim, a recomendação é de 20 minutos diários. O banho de sol é de cinco dias por semana, mas na média são três por conta de chuva, normas de segurança, etc.

No mais, é ler, estudar e escrever, um pouco de tudo. Aqui tem biblioteca - e é boa. Em geral, literatura brasileira e mundial, auto-ajuda, espiritismo, cristianismo, catolicismo, correntes evangélicas. Nossos clássicos - e outros atuais - estão à disposição. Há cursos de alfabetização.

Na cadeia, você passa a dar importância às pequenas coisas. À rotina. À limpeza coletiva em sistema de rodízio. E, muito, à disciplina. Preso primeiro chora, depois chama a mãe e seus santos, e faz remissão.

Cada três dias trabalhados valem um dia de pena cumprida; cada livro lido e resenhado vale mais quatro dias; cada 12 de estudo, um dia de remissão. Assim, em 12 meses, o preso pode remir seis meses, cinco em geral. Fora a remissão, o trabalho, a leitura, o estudo e a escrita transformam a prisão em vida produtiva e criativa, além de passar o tempo de maneira útil e agradável.

A luta do preso é para viver na cadeia “uma vida normal”, de rotina, dormir sem indutor do sono, as horas necessárias, trabalhar oito horas - e ter horas de lazer, de convivência comum. Para os jogos - dominó e xadrez -, futebol, exercícios e caminhadas, agregar “conversa fiada”, contar estórias, falar da família, da vida, dos processos, dos amores proibidos, da liberdade … dos filhos e esposas.

Preso tem que manter cela, corredor e banheiros coletivos limpos, duas vezes por semana; tem que lavar as cuecas (a roupa é lavada na lavanderia do presídio). Preso pode receber material de higiene pessoal e de limpeza - um Sedex com o básico de uma cesta familiar, observando as questões de segurança. Tudo de que um preso precisa para sobreviver. Os itens são básicos mesmo, nada de supérfluos.

A comida é simples, mas suficiente. No café da manhã, café com leite, pão e manteiga. No almoço e na janta, feijão (pouco, ou porque azeda ou porque está caro), muito arroz, carne e legumes. De carne, só frango - peito! - ou carne de vaca moída ou em tiras. Ninguém pode dizer que a comida não é honesta. Dá pra sobrevier - e bem. O problema é a mesma comida meses, anos…

Mas a comida que a família traz, às sextas feiras, dia de visita, resolve a monotonia. Todas as sextas feiras, das 13 e 30 às 16 horas, preso recebe visita da família - duas pessoas. Na verdade, é o único momento em que o preso sente a liberdade, o afeto, o amor e a esperança.

Quem manda?

Mandela dizia que a pessoa mais importante na vida do preso é o carcereiro. Ele tinha toda a razão. Manter uma relação respeitosa e civilizada com a direção do presídio e com os agentes é questão básica, direitos e deveres, como tudo na vida. No caso dos presos, direitos e deveres regulados pela Lei de Execuções Penais e pela direção do presídio.

Presídio é, no Brasil, por definição, um lugar de alta periculosidade e insalubridade, onde falta tudo. Na verdade, não há recursos orçamentários para manutenção e reforma, mesmo tendo mão de obra de graça, a dos presos. Os recursos não dão para o custeio. E isso com educação e saúde sendo obrigações do Estado.

A escola e o posto de saúde são ligados à estrutura administrativa do estado na região - no nosso caso, a escola é o “Faraco” e o centro médico, o CMP- Complexo Médico Penal?

O mais grave problema, inclusive aqui, no Paraná, mesmo no CMP - hoje um misto de “cadeião” e hospital - é a falta de trabalho, de colônias agrícolas e industriais, e de escolas. O trabalho e o estudo devem ser obrigatórios para o preso, insumo básico para a ressocialização e a qualificação, além de suas repercussões na remissão da pena.

Sem trabalho, sem estudo, amontoados em celas superlotadas, os 650 mil presos do país são presas fáceis para o crime organizado. Pior, vivem numa situação degradante e violenta que os transformam em cidadãos violentos, quando não em criminosos violentos.

Uma combinação mortal - aumento das penas, crimes hediondos e criminalização do usuário de droga - fez explodir a população carcerária em regime fechado. Com progressão só com 25% da pena cumprida, e sem indulto.

O mais grave é a incapacidade do Judiciário-MPF e dos juízes frente a um quadro de injustiça e ilegalidade único - 40% dos presos são provisórios, não julgados. A tudo isso, soma-se a superlotação e degradação dos presídios. Fora a corrupção ou mesmo o controle dos presídios pelo crime organizado.

Quem são os responsáveis por esse estado de coisas? Os juízes das Varas de Execuções Penal responsáveis pelas penitenciárias e os conselhos e secretários de Segurança e/ou Justiça.

Na realidade, agentes do Estado, omissos e responsáveis pela situação que estamos vivendo.

Situações paliativas, como recorrer aos famosos “mutirões” para tirar da cadeia os presos que ali estão sem condenação em Segunda Instância, não resolvem. Só postergam o problema. Também não é saída o recurso à reclusão de segurança máxima, recomendada em casos determinados.

O que pode abrir a luz no fim do túnel é uma mudança radical da política penal e penitenciária. Trabalho e estudo, qualificação do preso, separá-lo pelo tipo de crime e pena. Mudar radicalmente o sistema pena: progressão da pena, penas menores para crimes não violentos, semi-aberto domiciliar com controle eletrônico, penas de multa e pecuniárias, trabalho comunitário, perda de patrimônio e função pública.

O preso produtivo, além de manutenção e reforma dos presídios, pode produzir móveis, material esportivo, equipamentos em geral, roupas, trabalhar em obras, infraestrutura pública etc. E os contratos, entre o Estado e empresas, quando for o caso, podem ser administrados por entidades sem fins lucrativos.

Decisão política 
Falta vontade política e decisão de mudar radicalmente a política penal e penitenciária.

Quando você convive com a dedicação dos professores, o profissionalismo dos agentes e profissionais de saúde, em condições especiais da profissão (estamos falando de uma cadeia); com presos que trabalham e estudam, no caso do semi-aberto; a conclusão, simples, é que é, sim, possível mudar o sistema. E reintegrar os presos.

O horizonte está no aprisionamento com progressão da pena. Desde que cumpridas as exigências da lei, o tempo de prisão e a remissão por trabalho-estudo."

José Dirceu

Este é o cagaça!
























Quando o blog do 'Billy Birão' diz que Moro é cagão, é por que ele não tem coragem de prender Luis Inácio, ignorando todas as ofensas dele a justiça e ao judiciário.
Quando o blog do 'Billy Birão' diz que Moro é covarde, é por que ele mantem Eduardo Cunha preso, ignorando seus direitos mais elementares, para manter a grife Lava Jato nos trendigs topics da web.
O blog do 'Billy Birão' não gosta de gente sonsa, com cara de bonzinho, bonitinho e cheirozinho, pois estes tem a desfaçatez dos crápulas.

terça-feira, 21 de março de 2017

Basta de Ilegalidades!

É chegada a hora de acabar com as gracinhas do vazamento das delações premiadas, ilegalidade para alimentar a imprensa e o zum zum zum da internet.
Cometem-se ilegalidades a todo momento é ninguém faz nada, do cagão do juiz Sergio Moro, dos moralistas procuradores de Curitiba, do cínico Rodrigo Janot e do esperto Leandro Daielo, diretor-geral da PF, que a essa hora devia estar demitido.
O STF tem sido provocado desde a muito, tanto pelos da direita quanto pelos da esquerda, e se cala, fazendo cara de poste no afã de administrar o país com suas intervenções nos demais poderes da República.
Essa Operação 'Carne Fraca' foi uma vergonha, sujou a imagem do país, joga o PIB no chão, e brinca com milhões de desempregados, quiça aumentando com outros quantos, de maneira irresponsável e sem que ninguém chame na chincha os vestais da Federal.
Na internet todo mundo brinca, todo mundo acha graça, mas quem irá sofrer são os próprios, que terão de pagar com mais imposto e mais arrocho.
Claro que a imprensa, tida como desonesta não apenas pelo Donald Trump, mas por quem consegue ver o jogo de poder por trás das manchetes, certamente irá cair de pau nas declarações do Ministro Gilmar Mendes, posto que não tem interesse com o bem do país, mas com o seu faturamento e prestígio, livrando a cara dos jornalistas irresponsáveis que repercutem sem auto crítica, por puro espírito de porco.
Hoje a Bolsa caiu quase 3%, e quem se importa? Ninguém, pensam que Bolsa de Valores é coisa de milionário, mas ela expressa o quanto quem tem dinheiro e poderia nos salvar, e poderia nos salvar, está preocupado com esse circo chamado Brasil, que de sério só tinha a árvore de mesmo nome, pois o resto foi ao chão.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Michel Temer, o presidente brasileiro!

Esta é a imagem de um homem ousado, que no dia de hoje encontra-se mais feliz que pinto no lixo.
Bombardeado diariamente pela imprensa, com uma pauta moral nascida da grife Lava Jato, comandada por um juiz que morre de medo de prender um meliante que enriqueceu as custas da corrupção, e apoiada na tristeza de uma esquerda festiva por ter visto uma mulher incompetente, que não servia nem para gerente de supermercado, e que afundou o Brasil na sua maior crise, quebrando sua maior empresa, a Petrobrás, e colocando na rua 13 milhões de desempregados, em 3 anos de recessão.
Hoje ele sorri, com a perspectiva da elevação da nota de risco do Brasil pelas agências de rating, com um vitorioso leilão de aeroportos, que vai dar ao passageiro doméstico brasileiro padrões internacionais, e finalmente com o retorno de muita a gente ao mercado de trabalho, como indica o crescimento do emprego, o melhor desde de 2009, o apoio da juventude a sua reforma do ensino, e as obras que estavam paradas a meses sendo inauguradas.
Com calma, paciência e capacidade de negociação vem se entregando a reformar a economia do país, encarando o descrédito e a impopularidade de milhões, que não querem enxergar que seu futuro e dos seus filhos depende de consertar as mazelas de um Brasil onde a farinha é pouca, mas o pirão de cada um vem primeiro, as custas do sacrifício daqueles que pagam impostos, mas não tem internet para se defender com memes indignados e engraçadinhos, nem tampouco tempo para ficar marchando atrás de lideranças oportunistas.
É hora de o Brasil começar a abrir os olhos, e começar a olhar o futuro com esperança, acreditando que tem um presidente que pensa no seu país com a determinação de fazer, e que olha adiante com um olhar na história, sem se preocupar com aqueles apegados as suas boquinhas, privilégios, listas e maracutaias, arquitetadas em parceria com uma imprensa politicamente desonesta, que ao invés de olhar o bem da coletividade e o futuro da nação, ficam montados em picuinhas que trazem apenas audiências e claques para seus projetos de poder.
O 'Blog do Billy Birão', com sua linha de traço de leitores, e tendo o ranço daqueles que se negam a pensar com suas próprias cabeças como incentivo, tem orgulho de escrever este editorial, alinhado com pensamento de quem investe aqui, e que acredita que Michel Temer pode vir a reescrever a nossa história.

domingo, 12 de março de 2017

Ser popular ou ser populista, o drama do político fashion

Quando Brizola lançou os CIEPs, e o Banerj cuidou de difundir a ideia em propagandas por todo o Brasil, todo mundo se encantou com aquela de criança na escola em tempo integral, voltando para casa alimentado e de banho tomado, podendo até desfrutar de piscina para nadar nas aulas de educação física.
Dizem as más línguas que esse foi um dos motivos do inchaço das comunidades do Rio, como Rio das Pedras, por exemplo.
Todo mundo queria desfrutar daquele paraíso, que daria a seus filhos condições dignas de sair da miséria.
Hoje nem é mais preciso mais publicidade, a internet cuida de divulgar tudo, seja para o bem, seja para o mal.
Tirando certas cidades do interior, não lembro de um prefeito com essa pegada mercadológica do João Doria.
Próximo, só São Gonçalo, que teve um prefeito, Sebastião Lavoura capaz de pegar numa enxada para capinar um terreno onde fosse lançar uma obra.
João Figueiredo, o ditador a cavalo, reclamava que a presidência o deixava distante do cheiro do povo.
Recentemente tivemos o Luís Inácio, que parecia que iria se misturar com a galera da geral, mas foi com a turma do caviar e do Ramanèe Conti que acabou se metendo.
Dizem que o poder fascina, e todos que se enredam nele mais dia, menos dia acaba metido a besta.
É esperar para ver se em pouco mais de um mês o João Doria já gastou toda sua adrenalina, ou se tem mais repertório e disposição para continuar metendo a mão na massa.

sexta-feira, 10 de março de 2017

As melancias podres

O Blog do Billy Birão assume a música de Lobão e Roger como seu hino oficial.


Mas veja só esse comportamento
É tão conveniente quanto confortável
Não é preciso muito discernimento
Nem se preocupar em ser razoável
Jura de pé junto que é zé-povinho
Mas só quer andar com o pessoal descolado
É tão rebelde quanto um carneirinho
Que obedece a patrulha pra não ser patrulhado

E alguém tá rindo da tua certeza
Um revoltado bobo é uma beleza de se enganar
Você caiu feito um marreco no esquema pena pena pena
Mas é que o burro não sabe que é burro
Ele só quer é tirar onda no meio da manada
Papai Noel te faz de rena rena rena

Você tinha tanta certeza de tudo
Mas se desesperou
Você engoliu a lorota de um mundo
que te devorou
Pois a certeza de tudo é um sorvete na testa
Que te carimbou

E o conforto do rebanho é uma teta que cega
E que você mamou.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Pelo Dia Internacional da Igualdade entre o Masculino e o Feminino!

Moro na roça, cercado por mulheres humildes, orgulhosas do seu papel de donas de casa. 
Mantém suas casas um brinco, vão ao mercado, cuidam dos filhos, e dos netos. 
Seus maridos, ou são aposentados, ou saem de madrugada para seus duros trabalhos, e trazer o sustento da casa. 
Poucas são as mulheres por aqui que trabalham, e as mais jovens buscam pelos empregos que Dona Janete jogou pelo ralo. 
Quando cheguei por aqui até achei que elas se sentiam exploradas, como minha visão social igualitária, mas aos poucos fui vendo que a realidade daqui era diferente da vida burguesa das cidades, com suas cabeças ainda no século 20, apesar de toda a informação disponibilizada nos últimos anos. 
Como analista do comportamento humano penso que, assim como o machismo, que se põe enrustido em muitos homens, esse tipo de comportamento feminino também não tem cura, fica adormecido em muitas, mas volta a primeira centelha.  
Assim, creio que essas mulheres com as quais convivo, e que são a maioria pelo Brasil, vivendo com uma renda per capita de países africanos, e que necessitam para sobreviver da assistência social do governo, foram as que o presidente quis se referir. 
O dia que as patroas burguesinhas daqui deixarem de explorar o trabalho das do seu mesmo gênero, e resolverem assinar a carteira das suas domésticas, pagando um salário melhor aos seus empregados, talvez esse cenário comece a mudar, e as mulheres pobres das periferias urbanas e rurais comecem a compartilhar da mesma visão que as da classe média mi mi mi digital, e o presidente da vez, pois este já terá virado pó, como eu também, troque o discurso. 
Aliás, acho essa história de "Dia da Mulher" em pleno século 21 uma grande babaquice. Fica mais parecendo luta de classes, disputa de gêneros por dominação e retirada de direitos de outros, em particular os masculinos, do que uma luta pelo empoderamento com vistas a igualdade de gênero. 
Conheço mulheres que vivem em condomínios de luxo, com três empregados e homem "feminino", submetido ao seu poder econômico que estão por ai a meter o pau na fala do Temer, por mero rancor esquerdista e falta de visão da realidade.
Eu como homem também me sinto injustiçado em tantas coisas e não tenho o meu dia.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Moro, o esperto, e os "otários" do mercado de capitais

Finalmente alguém que fala algo de interesse do povo, daqueles que aplicaram seu FGTS em ações da Petrobrás, que acreditaram no papo furado petista, e que hoje estão amargando um enorme prejuízo, enquanto o juiz Sergio Moro busca os holofotes da mídia.
A professora Érica Gorga, da FGV, pôs o dedo na ferida em um seminário recente. Mercado de Capitais não é coisa de aventureiro jogador, representa o patrimônio de inúmeras famílias brasileiras, com seus fundos de aposentadoria privada, fundos DIs e outros.
Quando Eike Batista todo mundo riu dos "otários" que investiram em suas ações, mas esqueceram que esses "ótários" foram induzidos por sólidas análises financeiras sustentadas por um governo corrupto.
Sergio Moro só pensa no chamado "dinheiro público", e deixa ao deus dará o patrimônio privado. E essa crítica deve ser extensiva aos espetaculosos procuradores da Lava Jato e a imprensa brasileira.
Com o Plano Real o Brasil adquiriu credibilidade internacional, gente investiu aqui, logicamente que buscando lucro e segurança, mas a Lava Jato vem levando o crédito ao nosso mercado de capitais a uma "república de bananas".
Enquanto no exterior a Petrobrás fecha acordos milionários com quem investiu nela, aqui ela é a pobre coitada vitima de um sistema corrupto.
Esquecem que ela é uma empresa de capital aberto que deve atenção a quem investiu nela, que não foi só o governo, foram pequenos e grandes acionistas que acreditaram nessa grande empresa, e na solidez do mercado de capitais.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Prefeito não é palhaço!

Acho uma palhaçada essa história de querer ver político ou prefeito em tudo que é lugar, vaquejada, carnaval, campeonato de cuspe a distância, etc e tal. 
O pior é que tem os ignorantes que reverberam as questões postas pela grande imprensa como se fossem uma unanimidade nacional. 
O Brasil passa por um momento de idiotice tão grande que se transforma em um grande problema qualquer bobagem que não seguir o mainstream.
Recentemente teve o caso da porcalhada dos grafites paulistas, tidos como sagrados pela Fátima Bernardes, mas que não passavam de uma oportunidade para ficar bem na fita com traficantes e drogados. 
Agora o caso do Prefeito do Rio, evangélico que, acho queriam que estivesse fantasiado de baiana brincando o carnaval.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Mulheres Não São Tão Perfeitas Assim




















Preparem-se homens, vem ai o "Dia Sem Mulher", um movimento que tenta repetir o "Dia Sem Imigrante", para mostrar seu valor e importância na vida masculina.
Me considero um feminista. Meu disco "Realidade", como Bira De Oliveira, cantei o lado feminino do homem a falar como igual, e a realidade das minhas parceiras, enaltecendo seu poder e criticando suas necessidades de crescimento.
Estive do lado da "Marcha das Vadias" e do "Femen", movimentos vistos como de putas por grande parte das mulheres, mas que muito acrescentaram para o seu empoderamento.
Do mesmo modo não nutro simpatia pela "Marcha das Mulheres", e nem tampouco por esse "Dia Sem Mulher" que está por vir.
Assim como Israel briga pelo reconhecimento do holocausto, mas o pratica contra os palestinos, esses movimentos feministas clamam contra o machismo eivados por um sentimento de sobreposição a ele.
Temos que acabar com esses clichês femininos, de mulheres santas e homens canalhas, não participativos e parceiros. Mulheres tem passado, e deveriam se orgulhar de suas histórias, sem medo da má interpretação por filhos e netos.
Essa história de que o homem se nega a participar é uma cascata que se quer perpetuar, uma mentira que não se sustenta.
Por trás de todo homem machista não está um pai sem sentimentos, mas uma mãe que se arvora em construtora do bem estar da família, e não se importa em distribuir e dividir tarefas.
Como fui criado por tias e mãe sem um pai, posso afirmar que tudo que sei sobre passar, cozinhar, lavar roupa, arrumar a casa, costurar, asseio e etc e tal, aprendi com mulheres, e não sinto nenhuma vergonha em executar.
O problema é que só encontrei pela frente mulheres que tomavam para si a casa e, além de desconsiderar minha execução um pouco mais racional desses tarefas, não as deixavam em aberto para realização por outros.
E nesse tal dia "Dia Sem Mulher" no Brasil ainda querem a perpetuação de um privilegio, a da diferença de idade para aposentadorias, sob o pretexto que as mulheres gastam 5 horas a mais por dia na execução das tarefas de casa.
Como homem que se cuidou de filhos indo e vindo da escola, e cuidou da casa, posso afirmar que quem estiver gastando hoje todo esse tempo, ou é neurótica ou desocupada.
Que as mulheres se empoderem, mas que deixem de lado as falácias da feminilidade. #BillyBirão

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Os cinco poderes da República

Não sou jornalista, articulista, ativista político, de direita ou de esquerda. Não pertenço a partidos e não devo nada a ninguém, e nem tampouco como na mão de grupos sociais, amigos ou patotas. Para tocar a minha vida e continuar vivendo em paz com a minha consciência dependo apenas de mim e do meu trabalho, que exerço com dignidade.
Por isso digo o que penso, sem maldades ou grosserias, tentando manter um certo estilo digno da língua que aprendi na escola, o português, sem ficar em cima do muro ou com receio de escolher um lado devido a consequências.
A #BillyBirão expressa bem minha posição de outsider social e político, um livre atirador a serviço da razão.
Este preâmbulo serve apenas para ilustrar a visão, de como aquilo que a gente pensa com a nossa possa cabeça, pode expressar também o pensamento intelectual de um outro alguém que, com muito mais saber e expressividade se põe a escrever o que pensa.
O artigo do cientista político Murilo Aragão publicado hoje no jornal Estado de São Paulo, e um desses poucos momentos de coerência, nesse ciclo perverso da vida brasileira, que se põe a pensar e a dizer aquilo que ninguém espera ver sobre as verdades da vida política brasileira.
Tudo o que ele diz já foi dito, de uma forma ou de outra, neste e no meu #FaceBlog, não com a mesma repercussão, nem com a mesma veemência editorial, mas com a mesma razão de independência democrática e respeito a Constituição do meu país.
A participação de todos, na construção do futuro da democracia brasileira, não pode se dar rasgando a Constituição.
O povo, que hoje tem na internet seu melhor canal de comunicação, e a imprensa, responsável por catalizar a opinião da maioria e devolver a ela a verdade, não pode querer se transformar, através da grife Lava Jato, em quarto ou quinto poder da República. Para isso temos leis e eleições.
Mas como nesse espaço não me detenho em mostrar figurinhas dos memes, ou fotos da vida cotidiana e intima de cada um, motivo que pelo qual me criticou uma amiga, "ninguém lê" ou curte, creio que o mesmo se dará com o artigo que agora repercuto.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

A quem interessa essa onda de uma nova política?

As manchetes do noticiário econômico indicam: "Dólar caindo depois da vitória do Temer no STF".
Será que dá para entender, ou será preciso que se desenhe para poder explicar a quem interessa todo esse trololó de "nova política", "pauta moral", e outros mas mas mas.
Que é preciso dar um basta nesse modelo de corrupção que se instalou no pais durante os 14 anos de administração lulopetista, todo já sabe, e Lava Jato está ai para por os larápios na cadeia.
Mas ficar nessa masturbação sem fim de transformar o Brasil num grande lamaçal, só interessa a quem quer uma economia atolada nas suas mazelas políticas.
Breve teremos novos chamamentos para ir as ruas, e os aproveitadores já começam a tocar fogo para poder espalhar as fotos com as plaquinhas de fora alguma coisa, ou a favor da intervenção militar nos jornais e memes.
Podem crer, o Brasil está firme na direção da recuperação de tudo que a incompetência que Dona Janete nos causou. Nada de novo está acontecendo, e o que está sendo dito como de errado não passa de bandeira para inflar as massas a ficar perdida em ilusões.
Vejam o que aconteceu com o Dória em São Paulo, bombardeado durante um mês pelo negativismo de alguns, e que agora saboreia o bom resultado das suas ações.
A corrupção já expôs seus mártires, Dirceu, Vaccari, Cunha, Cabral, MO e Eike, gente que está morrendo nos porões pela causa do roubo e da falcatrua, belos exemplos que já estão fazendo pensar duas vezes aqueles que sonham enveredar pelo mesmo caminho de mamar nas tetas da viúva.
O que precisamos agora e trabalhar, voltar a sorrir, acreditar, como muitos já estão acreditando e ganhando dinheiro com a Bolsa caminhando para os 70000 pontos.
Como já disse, antes de embarcar nessas canoas furadas como massa de manobra faça a pergunta, "a quem interessa?".
Quem sabe não comece a usar suas energias para algo mais útil e mais condizente com os interesses dos 12 milhões de desempregados, e da classe média que caiu e voltou a depender do bolsa família.
O que a gente precisa não é de uma "nova política", mas sim de uma onda de bons e melhores administradores.
   

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

A Fábula da Roupa Nova do Rei e a Lava Jato

A fábula da roupa nova do rei começa a assombrar a grife "Lava Jato".
Aos poucos vão ficando claras as suas idiossincrasias.
Se antes tínhamos um processo que pretendia investigar a corrupção na Petrobras, praticada por um bando de diretores corruptos em parceria com partidos e políticos, hoje temos um festival de ilegalidades, onde a prova vale pouco diante dos holofotes da popularidade midiática. 
Nunca achei certo a deleção premiada sem o individuo carregar no bolso um documento, uma prova, uma conversa telefônica, um guardanapo com uma anotação.
Apenas a palavra de um corruptor, ou de um corrupto, para mim não tem valor. Pode-se querer criar teses jurídicas diversas, mas para mim não cola.
Na ditadura diante da tortura o sujeito entregava até a mãe, se fosse necessário. Delação sem prova é sinônimo de mentira, de covardia, de vingança pessoal.
Hoje uma citação numa delação premiada vira pauta dos jornais, transformada em manchetes que agitam a vida política e econômica.
O sujeito vai comprar pão, cuidado! Ele foi citado e o dinheiro que paga o padeiro é suspeito, É indicado para um cargo, cuidado! Foi citado e poderá usá-lo em favor de uma súcia qualquer.
Temos que por um paradeiro a esse festival de besteiras que a Lava Jato instalou, incitando as redes a mentira e a depravação moral.
O juiz Moro e os procuradores de Curitiba, ambos com suas vaidades escancaradas pela imprensa mandam e desmandam tomados por uma arrogância absoluta.
Quem assistiu as três horas do depoimento do Eduardo Cunha, e viu o juiz Moro, baqueado diante da inflamada certeza do réu da sua inocência, recorrendo ao noticiário numa tática de pegadinha para colher motivos para sentenciá-lo, se assustou, e viu o quanto o rei está nu, e sua roupa nova só vista por aqueles que querem a volta das turbas ensandecidas a pedir o enforcamento de inocentes.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Moro não é um deus, e a Globo não é a verdade

É preciso tomar cuidado com as aparências, o juiz Sérgio Moro não é um deus, e a Globo nem sempre é a verdade!
No depoimento de ontem do Eduardo Cunha, ficou claro o quanto ele é um juiz midiático, que se apóia no noticiário dos jornais para elaborar suas sentenças, mais que nas investigações e nos autos do processo, para alcançar sucesso em suas decisões de primeira instância.
Alias, esse papel da imprensa como um subproduto do judiciário também deve ser questionado.
A linha de condução de uma entrevista, em que a palavra se sobrepõe ao fato, não pode ser a mesma da argumentação de um juiz, pois muitas das vezes serve mais a vendetas pessoais e econômicas que ao interesse público.
Ao assistir o interrogatório, além do fato de o juiz Moro se prender demais as entrevistas dadas pelo réu aos jornais, uma outra coisa me chamou atenção, o papel da jornalista Cláudia Cruz nesse processo e em relação a Rede Globo.
Pois bem, Cláudia Cruz venceu a Globo em uma disputa trabalhista milionária, em que o elemento de fundo era um desses pilares da imprensa moderna, o trabalho como PJ que exime as empresas de diversas obrigações com os jornalistas que abriga, e leva para os editoriais a responsabilidade pelas opiniões do jornal. Com a figura do jornalista PJ o órgão de imprensa é apenas um organizador de notícias, e não mais o seu criador.  
Sabendo-se da onipotência das Organizações Globo com relação as suas verdades, e da sua vaidade com o que é seu, e que, por conquistas de mercado, já a levou a diversas batalhas "jornalísticas", o elemento da dúvida se faz necessário, cuidado extendido também a tudo aquilo que a imprensa transforma em clamor.
"A quem interessa?" é a pergunta que me faço, sempre que me deparo com uma notícia de jornal, e nesse caso do Eduardo Cunha os interesses não são tão difusos assim para se ter absoluta certeza do que há por trás de tanto clamor.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

LULA CHAMOU DE CANALHA IMBECIL JUIZ MORO E PESSOAL DA LAVA JATO

As manchetes pegam leve sobre o discurso de Luís Inácio no velório de sua mulher.
Leiam o que ele disse além da frase "morreu triste" estampada em todos os jornais:
"Marisa morreu triste, porque a canalhice e a imbecilidade que fizeram com ela... eu vou dedicar... vou me esforçar... para que os facínoras que levantaram suspeitas contra Marisa tenham a humildade de um dia pedir desculpas a ela", disse Luis Inácio em seu discurso.
Fosse outro acusado que disse tal coisa o bicho pegava.
Tal como o juiz Moro a imprensa se borra de medo do Luís Inácio.
Em tempo: A matéria apresentada no JN foi editada, quem editou cortou e entregou para a Globo, que foi expulsa e proibida de entrar no recinto por militantes petistas.

Luis Inácio fala e dá descarga na Lava Jato

Finalmente Luís Inácio falou.
Não aquilo que alguns sites amigos vinham divulgando, mas a sua maneira, através de metáforas durante o velório da sua companheira.
Afinal ele é réu em cinco processos e não citaria diretamente o nome dos juízes que o investigam, como culpados da morte da mulher.
Claro está que em seu discurso se referiu abertamente a turma dá Lava Jato.
Tenho dito que o juiz Moro e os procuradores estão meio que acovardados diante da tática política que ele vem adotando nos últimos tempos #MoroCagao.
O processo do triplex veio pronto de São Paulo para a sua mão, com pedido de prisão preventiva e tudo, e até agora, passado quase um ano nada!
Todo aquele blablablá das passeatas, com bonecos fantasiados de prisioneiro e o escambau, não comoveu o juiz Moro, que só tem peito de prender aqueles que a imprensa indica como bola da vez.
Até o dia da sua morte Getúlio Vargas era tido como o cara mais safado do Brasil. No dia seguinte ao suicídio se tornou o "pai dá pátria".
Luís Inácio não irá se suicidar, e sua saúde vai cada vez melhor.
Mas certamente transformará a morte da sua mulher como se sua fosse, não para se tornar o salvador da pátria, coisa que muitos já consideram que ele foi ou é, mas para fugir da prisão pela porta da frente, enquanto o juiz Moro continua trancado no banheiro.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Sorria, o próximo pode ser você!

O Sírio e Libanês demitiu a médica que compartilhou informações dos exames de Dona Marisa, num grupo de amigos do whatsapp, por violação da política de privacidade dos pacientes do hospital.
Pelo visto, o que aconteceu não era ódio, era falta de caráter mesmo.
Já o caráter dos procuradores da PGR, que vazam delações, e dos funcionários dos presídios do Rio, que vazam fotos da intimidade dos apenados, não é atestado por nenhum código.
Nas próximas entrevistas de emprego, seria bom patrões começarem a prestar atenção no caráter dos seus empregados, pois sua privacidade e intimidade pode estar em jogo, exposta na rede social de algum condomínio.

Se não consegue fazer, não atrapalha

A inveja é uma merda!
Bastou o prefeito de São Paulo botar a mão na massa, e sair por aí pedindo doações para colocar a cidade nos eixos, e já estão caindo de pau no homem, querendo enquadrá-lo na droga da burocracia.
Estamos tão acostumados com a poticagem, com a mamação nas tetas da viúva, com aquela mumunha em que todo mundo ganha o seu, do cara da limpeza ao diretor engravatado, que não conseguimos enxergar que existem outros meios de fazer a administração pública andar.
Nos meus tempos de Fiocruz, tendo de correr para inaugurar a primeira fábrica de vacinas contra a meningite do Brasil, passei o maior perrengue com os burocratas encastelados em suas masmorras.
Não tinha carro oficial, vai de táxi. Precisava fazer licitação para comprar material, corre no comércio e compra de um em um o que precisar, enfim, dei meu jeito e consegui cumprir o prazo que me foi dado para a missão.
A burocracia é a cova do interesse da população. Nela o olhar do ilícito permeia a tudo e todos, criando processos kafkianos a se vencer.
E desse infortúnio valem-se auditores, procuradores, jornalistas, e outros mais para dar pitaco, falar contra, fazer política e ver tudo travar e andar para trás.
Tudo que o Dória tem feito é transparente, e esse é o melhor antídoto contra o ilícito numa boa administração, causando a inveja de quem não teve a idéia e perdeu a boquinha para mamar.

A pressa é inimiga da realidade

Numa crise, o bom governante não tem de ser imediatista, tem de pensar no futuro.
Se precipitar, e querer tudo agora, sem pensar nas futuras gerações, é populismo egoísta.
Sabendo se planejar, se estruturar atravessa-se qualquer crise, e buscar o retorno daqueles que a causaram a crise é burrice, ou então gostar de sofrimento.
O estado de penúria pelo qual passam muitas categorias, é fruto do desvario de pelegos sindicalistas, que querem tudo da viúva, sem pensar que quem paga a conta é toda a população. Houvesse responsabilidade na hora de reivindicar, e muita coisa não estaria desse jeito.
No caso do funcionalismo, não é pelo fato de deterem a melhor instrução, as melhores condições de empregabilidade, da qual não desfrutam celetistas, que devem se achar com o direito de ficar com a maior parte do bolo.
Enquanto o salario do funcionalismo público cresceu durante essa crise, os da iniciativa privada baixaram fortemente, pois o "exército de reserva", como diria Marx, aumentou.
Muitos servidores estão aprendendo com essa crise, e sobrevivendo como o resto dos mortais. 
Para tudo existe uma solução, e essa não precisa ser necessariamente a que tomei quando quando embarquei na canoa furada do serviço público, pedir para sair.
Sou por um PDV monstro, que enxugue a máquina pública, por uma mudança nos critérios de admissão de servidores, seja por concurso, seja por indicação temporária, que não apenas selecione aqueles que estão em busca de um bom emprego, mas sim da realização pessoal, e, quem sabe, por uma diminuição da carga horária, para os que lá estão trabalhando sob o peso da frustração burocrática, possam exercitar outras habilidades que seu nível de instrução comporta.