sábado, 16 de abril de 2016

A Batalha do Impeachment

Colocaram-se frente a frente Dilma e Lula contra Temer.
Dilma já se conhece pela incompetência é inabilidade política, seu perfil está mais para uma assessora de segundo escalão, do que para direção de qualquer padaria ou oficina mecânica.
Lula gabavasse pelas proezas de um passado não muito distante que Dilma levou ao chão. Bom de bico, tentou uma vaga no governo, a princípio para se livrar da prisão, depois vagando pelos cantos como assessor informal para salvar a todos do cadafalso.
Michel Temer, o mordomo do castelo, defenestrado por ambos como o conspirador mor, apresentou-se sutilmente como o carregador da alça do caixão, mas nos segundos finais teve que mostrar habilidades, muito além da poesia e da conquista de uma bela mulher.
Temos assistido os três terçando espadas na batalha do Impeachment.
Lula e Dilma envenenando as suas com a tinta da caneta da nomeação de cargos, e o perfume das notas virgens saídas dos caixas dos bancos.
Temer com um discurso vasado sem querer querendo, repleto das máximas do mercado, e carregando a reboque a ira das esquerdas.
Disputam o poder, através do voto daqueles que tem voz e acento na Câmara dos Deputados.
Nervos à flor da pele torcidas acompanham o resultado da disputa em placares iguais gangorra, que uma hora pendem para um lado outra para o outro.
Mas uma coisa salta aos olhos, como um sujeito como Temer, até então tido como uma figura abjeta e medíocre pode estar encarando tão fortes adversários, a ponto de parecer que conseguirá derrotá-los, a base de rosquinhas, cafezinhos, quibes e tapinhas nas costas?
Será que não subestimaram a criatura escondida debaixo daquele rosto frio, congelado a botox e gomalina?
A batalha não acabou, mesmo que termine terá direito a revanche no Senado, e a disputa no tapetão do STF.
Uma coisa é certa, a roupa nova de Lula e Dilma parece estar passando pelo crivo do ohar de todos, desnudando a mentira para encher de brios a esperança.

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quarta-feira, 9 de março de 2016

Carta ao Povo Brasileiro

Queria pedir desculpa ao povo brasileiro. Ninguém tem de pagar por eu ser um grande pão duro.
Errei mas quem não erra? Quem nunca pegou a merenda do colega da escola e guardou a sua para ter mais na hora do jantar? Quem nunca sentou na mesa de um bar para tomar uma cerveja, e no entrou no racha da conta dizendo que esqueceu a carteira em casa?
Antigamente quando minha patroa pedia dinheiro para as compras, ligava para a venda para pedir fiado. Certo que nunca paguei, mas o portuga também não morreu de fome.
O certo é que me acostumei a ter grandes amigos, gente com grana que eu nunca quis ver pobre.
Por isso ajudei a todos, uma boquinha aqui, um contratinho ali, e eles me ajudavam com alguma coisinha, que dava colocar os meninos em boas escolas, aprendendo as práticas mais usais do capitalismo, ou dando a patroa o conforto que ela aprendeu a ter com a Ana Maria Braga.
Tudo que consegui até hoje é fruto do meu esforço de conseguir fechar o bolso, e fazer os amigos abrirem suas carteiras.
Nunca roubei, os outros e que roubaram para mim. Nunca corrompi ninguém, nem preciso, sou membro de um partido que em suas alianças sempre esteve em boas companhias.
Aqueles que hoje me acusam querem manchar a minha história de torcedor corintiano, de pescador de águas turvas, de orador dos encontros com os amigos na mesa de um bar.
E para aqueles que me defenestram quero deixar um recado, se me prenderem contrato o José de Abreu e viro herói da próxima novela, se me matarem incorporo o Chávez e viro o mártir da Venezuela. O único risco é me deixarem Solti e eu virar ministro. Aí vou ter que trabalhar, e ao invés de um pedalinho pagar a passagem para Disney dos meus netos. Mas isso eu nunca aceitarei, pois pão duro que se preza sempre será chamado de ladrão. Ou será que sou? O delegado da Federal foi tão cortez comigo que já nem sei mais o que. Espero que essa dúvida paase logo, quem sabe o Moro também não me trata com carinho e eu saio de vez do armário. "

(Carta aberta encontrada no banheiro do Aeroporto de Congonhas pelo Blog do Billy Birão. Estamos investigando quem a escreveu)

Quando um erro muda a história

Ao mesmo tempo que a política vive de erros, em política não se pode cometê-los.
A muito bem urdida participação da tropa de choque da PF, na ação que levou o investigado ex-presidente a depor diante de um juiz, gerou a imagem de truculência em que muitos hoje se apóiam para criticaá-la.
Todo o restante da operação foi efetuada por agentes com suas herings pretas surradas, e sem nenhum aparato que chamasse atenção.
Hoje o uso da tropa de choque de qualquer umas das corporações tem uma forte rejeição popular. Para os brasileiros ela só deve ser usada contra traficantes e presos em rebelião.
Toda a vez que uma tropa de choque é usada para reprimir uma manifestação de rua, ou contra alguma população indefesa, pode contar, a chamada opinião pública vai ser contra e cairá de pau em cima.
O juiz Sérgio Moro não pediu tropa de choque, muito pelo contrário queria a discrição necessária que respeitasse a história do investigado.
O uso da tropa de choque da PF foi coisa de dentro da corporação, uma trama bem montada para dar ao investigado a condição de vítima, e este já tinha até a frase de efeito pronta, "só saio algemado".
Agora é pagar pelo erro de ter transformado a jararaca numa hidra, e ficar por aí aguentando suas bazofias de "herói", "mártir" e, quem sabe, ter de atura-lo no seu melhor papel em 2018.
Como Getúlio ao se suicidar, o investigado é um às em conduzir a história, e não poderia ter tido melhor roteiro.

domingo, 6 de março de 2016

O investigado embromador

Aos poucos vai sendo esclarecida essa celeuma da condução coercitiva.
Além de nunca ter querido depor, o investigado fez tudo para causar estardalhaço, e depois posar de vítima, como está posando, se insurgindo contras as leis e a ordem.
Para quem não sabe a condução coercitiva funciona assim, a polícia chega a sua porta com um papel debaixo do braço e fala: "Seu fulano, estamos aqui para convidar o senhor para dar um pulinho até ali, na delegacia para um depoimento. O senhor poderia nos acompanhar?". O investigado indaga: "Vocês tem uma ordem?" Resposta: "Sim, foi expedida pelo juiz tal em referência a investigação y". No caso da negativa, ou da embromação do investigado o policial fala: "Então terei de conduzi-lo a força, é o que diz a ordem do Dr. Juiz."
No caso do investigado ex-presidente, além de tentar embromar ainda cantou de galo: "Pra me levar, só se for algemado!".
Não fosse o bom senso do seu advogado, teria saído algemado e não voltado para casa, indo direto para Curitiba, de onde talvez não saísse mais.

Leia a matéria do G1 acessando o link

http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2016/03/pf-diz-que-mandado-de-conducao-para-lula-nao-precisou-ser-cumprido.html

SOMOS TODOS CORRUPTOS!

Mais dia menos dia os braços da Lava Jato terá de se estender a mais gente, como aos contratos das empreiteiras com os governos de FHC, Collor e Sarney.
Há quantos anos Andrade Gutierrez, Odebrecht, e outras empreiteiras mamam nas tetas dos governo?
Seria ingenuidade pensar que no governo Getúlio, Juscelino, nos governos militares, nos de Collor, FHC, Sarney não houve corrupção. Que nos governos do seu estado, do seu município não haja.
O poder de aliciar em nome de um grande contrato é grande. Afinal, estamos ou não estamos vivendo sob a estrutura do grande capital?
Quantas CPIs da Corrupção e das Empreiteiras já se instalaram no Congresso desde de priscas eras? E todas fizeram água e não deram em nada.
Busque em sua casa, em sua família alguém que tenha trabalhado numa grande empreiteira ou conglomerado ligado ao governo que este irá lhe contar tudo que viu ou ouviu sobre histórias de corrupção.
Agora, existe uma grande diferença entre corrupção a estamentos específicos, e corrupção a partidos e pessoas.
Fernando Collor caiu por que armou uma rede de beneficiamento pessoal e não quis dividir com ninguém.
A burguesia é falaciosa, vive atrás de uma boquinha mas não se acha corrupta. Uma coisa é QI, outra é dar para receber.
Hoje, na posição de outsider posso depurar a conduta de qualquer um através da sua relação com governos, partidos e instituições, inclusive a minha própria, pois já estive no poder ou já estive ligado a ele. Será que fui corrupto, será que corrompi ou fui corrompido em algumas das situações em que estive metido? 
Os parâmetros que valiam no meu tempo, há 20, 30 anos atrás. e que norteavam a conduta de alguém, hoje já não valem mais. Os tempos são outros, cobra-se honestidade de tudo e de todos, mas esquece-se de cobrar a si próprio.
Os anos de trabalho escravo das domésticas sem nenhum direito, a relação corrompida com bancos através dos cartões de crédito e cheques especiais, a lei de Gerson, que leva todo mundo a querer tirar vantagem do outro, pensemos, não seria uma forma de corrupção? Ou banqueiros. religiosos ou patrões são santos?
Se estamos falando de valores tudo entra no jogo, e não apenas a torcida por este ou aquele político, que no fundo só querem saber deles, pouco se importando com o cidadão

sábado, 5 de março de 2016

Transformaram a jararaca numa hidra

Começo a achar que o aparato da operação policial de ontem, foi coisa armada por gente de dentro da PF para fazer reacender a chama do lulopetismo.
Um partido que estava mortinho da silva ganhou o alibi incendiário que sempre encantou a esquerda. Não sei se a burguesia vai ter fôlego para encarar essa gente na mão.
Quem viveu as vésperas do golpe de 64 sabe do que estou falando. Agora, como diz a popozuda vai ser porrada e bomba.
Aquele Lula paz e amor que encantou o povo brasileiro morreu. Agora é aquele que enfrentou o Collor e o FHC (e perdeu).
Tive oportunidade de vê-lo num comício na Estação das Barcas, em Niterói. Coisa de espantar e incendiar uma massa sequelada!
Não fosse na ocasião o adversário, e o que ele representou de símbolo contra a opressão do governo militar, não teria obtido meu voto.
Ao contrário do que ele diz, não acertaram o rabo da jararaca, apenas a transformaram numa hidra de muitas cabeças.
Em 64 a burguesia recorreu aos militares. Hoje na democracia quem vai socorrê-la? Contar com as chamadas instituições democráticas, é pouco. Eles tem o controle de tudo, do STF ao Congresso, e estes se cagam de medo de qualquer pressão no grito.
A meu ver, o jogo que parecia ganho na boa, foi interrompido quando invadiram o campo, pegaram a bola e ameaçaram o juiz.
Vamos esperar a reação deste, ver se ele encerra a partida, ou marcará o pênalti que levará o lulismo para a prorrogação de 2018.
Já vi o roteiro desse filme, e não espero pelo replay.

Todo canalha merece respeito

A sentença do juiz Sérgio Moro é impecável e cuidadosa, e o uso que vem sendo feito pelo investigado da sua sentença, é simplesmente vergonhosa, um relez tentativa de fazer sobreviver o lulismo a esse mar de lama.
Se querem fazer algum reparo que o façam ao órgão judiciário executor, ao planejamento da ação, que certamente não foi uma ordem dele, que teve o cuidado de estabelecer os parâmetros de respeito a história do investigado.
Se eu visse todo aquele aparato a minha porta também perguntaria "precisa disso?".
Que o investigado é um grande canalha, e que estava manobrando para ter tratamento 5 estrelas na oitiva, colocando a autoridade judicial em situação subalterna, todo mundo sabe.
Não é de hoje que vem os reclamos contra os verdadeiros shows que a PF dá aos seus atos.
No governo FHC a grita era grande. Quem não se lembra das algemas colocadas em investigados que geraram muitas crises?
O próprio investigado elogiou o tratamento que lhe foi dado pelos delegados, e certamente só deve ter sabido que a condução era coercitiva após tentar enrolar. Entre a chegada da PF a sua porta e a sua saída passou-se um bom tempo, tempo esse suficiente para que fossem arregimentadas as turbas e as equipes de teve para o show.
Tivesse sido a ação coordenada com a PM não haveria necessidade da tropa de elite da PF. Bastaria um delegado ou dois, dois a três investigadores e pronto! Rua cercada de um lado e de outro, convite, aceitação, uma troca de roupa e a missão estaria cumprida.
Que questionem a PF e suas querelas internas, e não ao juiz, que cumpriu com sua missão de continuar dedetizando o Brasil.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Depois do "Bolsa Família", vem ai o "Bolsa Amante"

Nenhuma das investigações "políticas" ordenadas a PF pelo Ministro da Justiça deu certo. 
Ordenou a investigação do boato sobre o Bolsa Família, deu água. Na verdade tratava-se de uma pedalada fiscal. 
Ordenou a investigação dos vazamentos seletivos, novamente água pois, quem mais pratica vazamento seletivo é o Ministro, em conluio com o Procurador Rodrigo Janot.
Ordenou a investigação da entrega de uma notificação pela PF ao filho do Lula, quando ele chegava de uma noitada, água! Em resposta teve uma aula dos policiais de que como funciona a entrega de notificações.
Agora, politicamente, manda investigar os recebimentos de uma jornalista no exterior, através de uma empresa amiga do seu cunhado, e amigo também do amante dela, FHC.
Vai que o investigador, ou o Congresso resolva ampliar a investigação a todas as teúdas e manteúdas do poder.
O que vai aparecer de amante de político, presidentes e ex-presidentes da República não está no gibi.
Dilma Vana tem sua, Luis Inácio tem também, Collor tem as suas globais, e José Sarney já pagou por seus pecados.
Torço para que se amplie esta investigação. Além de forçar a saída do armário, pode vir a ajudar a regularizar o instituto da "Bolsa Amante", paga por quem se esconde ao assumir.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O MINISTÉRIO DA PROPAGANDA ADVERTE: PRISÃO FAZ BEM AO VENTRE BRASILEIRO!

Com todo respeito, essa foto merece ser compartilhada por todos. O mais delicioso dela são os braços para trás, algemados.
Cadê a turba de defensores, aqueles que estão ai para defender a obra do chefe? Afinal, a chegada deles era esperada, e pelo horário não seria difícil comprar pão e mortadela.
A arrogância, a empáfia desse dois é impressionante!
Deviam amargar uma cana daquelas, só para perder esse nariz empinado, esse ar de "tudo posso, que nada me acontece".
Quero ver se irá continuar a ser o Ministro da Propaganda desse governo, que com suas técnicas de Goebbels engambelou todo o povo brasileiro, fazendo-o pensar que o paraíso era aqui.
Vamos ver o que o SBB (Supremo Bolivariano Brasileiro) vai fazer com eles.
Merecem cela de prisão de quinta, e punto!

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Os EUA e a Terceira Guerra Mundial

Artigo de Beth Monteiro publicado em seu Facebbok.

"Para defender o ESTADO ISLÂMICO, os Estado Unidos e aliados são capazes de deflagrar a TERCEIRA GUERRA MUNDIAL
Analistas geopolíticos se perguntam: por que a Rússia não iniciou seus bombardeios mais intensos, na Síria, sobre posições do ISIS/Daesh, preferindo focar, primeiro, nos territórios dominados por milícias da Al -Nura/Al-Qaeda e outros grupos takfirs , e , também, sobre os frangalhos do ESL (Exército Sírio Livre)?

A resposta, na maioria das vezes, principalmente da mídia corporativa e até de alguns esquerdistas “espertos” ou experts é a mesma: a Rússia e Assad estão de conluio com o Estado Islâmico ou teriam algum tipo de acordo com eles.
Esses mesmo analistas nunca se perguntam por que os EUA, França, e outros aliados da Coalizão não acertaram sequer uma posição importante de Daesh/Estado Islâmico, enquanto a Rússia, acertou várias.
Uma coisa é certa: mexer com o Estado Islâmico/Daesh de forma contundente poderia significar a detonação da terceira Guerra Mundial. E Putin sabia disto. O Estado Islâmico é a principal arma do imperialismo norte-americano para destruir e dominar países humildes, apesar de suas enormes riquezas, que ousam não se ajoelhar a seus pés.
Agora que, com a ajuda da Rússia, do Irã e Hesbollah (Líbano), o Exército Árabe Sírio, ou Bashar como preferirem, está retomando seu território perdido para uma miríade de milícias que vão desde rebeldes financiados abertamente pelo imperialismo norte-americano, que a mídia chama de moderados, até terroristas da Nusra/Al-Qaeda, com a participação especial do Estado Islâmico, o imperialismo e seus parceiros entraram em pânico: chegou a hora do governo sírio reconquistar Raqqa — a capital do Estado Islâmico. E isto, os EUA, Turquia, Arábia Saudita e Monarquias do Golfo, mais França, Reino Unido, Canadá etc não vão permitir, nem que para isto seja necessário desencadear a Terceira Guerra Mundial."

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

UM EXÉRCITO DE LAGARTIXAS E ARANHAS NO COMBATE AO MOSQUITO

Dizem que o problema é o mosquito, mas o problema para mim é a má fé.
Para combater o inseto uso de tudo, das fórmulas caseiras aos produtos industriais, e eles continuam por aqui zombando da minha inocência.
Como os odeio, tento combater usando espiral, bomba de flit, aerosol, repelente, etéricos noturnos, e nada, a praga não diminui.
Tudo bem que moro na roça, cercado por telas nas janelas e mosquiteiros, e onde inseto é o que não falta.
Mas não deveria haver algum produto, desses que falei que funcionasse na hora H? 
Como explicar que num ambiente todo dedetizado por aerossol sobrevivam mosquitos? 
E esses eletrônicos noturnos, além do mau cheiro não consigam produzir um sono tranquilo e sem zumbidos? Minha despesa com esse esquadrão de combate não tem sido pouca.
Começo a achar que toda essa paranóia estabelecida pelas campanhas é um conluio entre o governo e a indústria, já que nada é eficaz, e a população de mosquitos só aumenta.
Fala-se numa culpa das tampinhas de garrafa, da água parada nos vasos, e tudo o mais, mas num lugar em que qualquer folha seca, qualquer galho de planta acumula água impossível se sentir culpado.
Mosquito virou praga urbana, e nas cidades, com as doenças que trazem, realmente estão ligados ao desleixo e maus hábitos da população. 
Mas na roça fazem parte da fauna, do cotidiano, não existe mato sem mosquito, e o que fazer para combatê-los, ainda mais aos borrachudos (que na verdade não são mosquitos, são moscas)? 
Que eles fiquem lá fora servindo de alimento para sapos e perereca, tudo bem! Mas, e dentro de casa, que toda essa diabólica parafernália industrial não resolve? 
Começo a torcer para que venha logo essa bomba atômica mosquital que estão inventando. Quem sabe assim terei sossego.
Mas acho que já sei o que fazer. Vou treinar um exército de lagartixas, e deixar de lado essa frescura com as aranhas e suas teias para me proteger.
Pelo menos são fiéis no combate, e estão ali dia e noite na missão sem negar fogo, ao contrário desses produtos industriais que abusam da sua boa fé, e não servem para nada!

A destruição da Síria por Hillary Clinton e seus "rebeldes"

Quando em 2011 as primeiras passeatas começaram a acontecer em Homs, os profetas do caos se estabeleceram, e começaram a trabalhar pela derrocada da Síria.
No Brasil, alguns bem informados jornalistas diziam que a queda de Hafez Assad estava começando a ali.
À reação de Assad as manifestações foram duras, era fácil se ver homens armados, integrantes de milícias, marchando junto com a "população civil", a qual chamava (todos) de terroristas.
Cheguei a ler de um jornalista brasileiro, convidado certamente pela CIA, a ver a situação "que não passavam de espingardas de matar passarinho", minimizando a presença militar estrangeira.
Muitas foram as tentativas de evitar o pior, missões de paz fracassavam sucessivamente, sempre com o argumento americano de que Assad não era confiável.
Aquela época era Secretaria de Estado a nefasta Sra. Hillary Clinton, que contava com a colaboração do seu lacaio Ban-Ki Moon.
Hillary Clinton e o pamonha do presidente Obama atuaram positivamente para a destruição da Síria. Sob o pretexto de que a Síria tinha armas de destruição em massa, minaram a força do governo, vítima com frequência de atentados e incursões de todo o tipo a Damasco, a capital federal.
Na eminência de ver certos depósitos caírem nas mãos do ISIS, Assad firmou um acordo e baniu da Síria todo o arsenal de armas químicas.
Mesmo com a alta intensidade da guerra Assad não caiu, e a esperança do povo sírio com o fim dos conflitos se esvaiu para o exterior, não pelas conversações de paz, mas por milhões de refugiados humilhados por toda a América, Europa e Oriente Médio. 
E a mesma imagem de uma Homs arrasada é fácil de ver por toda a Síria, um país que até então era tido como laico, próspero, e que embora sob o domínio da família Assad a anos, o que aos olhos ocidentais a classificaria como uma ditadura, não passava de um espelho de tudo o que acontece naquele região há séculos.
A chamada "primavera árabe" é um retumbante fracasso, o terrorismo se expandiu e se radicalizou ainda mais, e o ocidente envergonhado vê com perplexidade a hegemonia de um erro, ainda não reconhecido pelos seus autores, haja visto que os comandantes do "eixo do mal" - França, Inglaterra, Alemanha e EUA - estão permanecendo em seus postos, fazendo seus sucessores, ou fomentando seus adversários a continuidade dessa política que só traz mortes e destruição.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

O puxadinho do Lula do Guarujá

"Fui visitar o triplex do Lula. Fica ali numa quebrada do Guarujá.
Logo na entrada dei de cara com a Flavinha. A mina frequenta o mesmo baile funk que eu.
Contou que a coisa mais difícil era encontrar o manu por ali. Vivia entocado depois que a imprensa descobriu o puxadinho, que aliás fica de cara praquele marzão imenso, repleto de coliformes fecais e outras buzunfas.

Fico me perguntando por que não largam do seu pé. Tudo bem que o cara é do tráfico, afinal com a influência que ele tem nas paradas, quem não ia querer ficar do lado dele, e gozar da sua amizade.
Lula é um cara simples, gente do povo, mas que igual a eu e você gosta de um danoninho, de um frangão assado, de uma goiabada com queijo, esses luxos da vida de quem teve infância pobre.
Só não gostei de ter que deixar minha magrela lá na esquina, e ter ido até o lugar escoltado por um segurança. Afinal, quem compra também vende, e tudo que eu fizesse ou soubesse ali ia servir pro meu ganho, e informação hoje em dia vale ouro..
Lá dentro da construção não vi esses luxos todos que estão falando. A cozinha tinha a cara das Casas Bahia, e a indefectivel escada em caracol pra se chegar na piscina, coisa de serralheiro da comunidade.
E por falar na piscina não consegui botar o pé na água. Tinham esvaziado a própria, pois um vizinho linguarudo denunciou o objeto plástico, por estar se transformando num criadouro da dengue.
Embora Flavinha tivesse me dado a chave para entrar, fiz questão que ela saísse da portaria de entrada daquela comunidade e adentrasse o puxadinho comigo.
Vai que algum jornalista estivesse trepado em alguma laje, e quisesse colher o flagrante dessa minha intervenção.
Perguntei pra Flavinha se tinha comida por ali, já que não aguentava mais de fome. Disse que não, pois o Lula quando baixava por lá o seu negócio era pizza, vício das noites de negociação com os caras do arreglo. 
Cheguei até a lembrar com orgulho de uma paródia dele, que dizia que "no Brasil tudo acaba em pizza". O cara era gênio, com um baixo nível moral de fazer inveja.
Confesso que sai dali meio frustado, pois esperava mais, janelas de alumínio, blindex no banheiro, mármore na pia, um quarto com cama giroflex. 
Mas, dizem as más línguas, o cara teve que trocar o puxadinho original por aquele, por conta de um arreglo com o construtor, que consumia suas paradas em troca de tijolo e tinta.
Fui dali direto pro presídio. Era dia de visita e não queria deixar o manu Lula sem a proteção moral do povo, pois quem foi rei nunca perde a majestade, e ele como um miliante de primeira não podia perder a sua."

EM TEMPO: essa matéria foi produzida antes da prisão do Zé, pelo pessoal do lava-jato da esquina, policiais disfarçados, que chegaram ao local para flagrar sinais exteriores de riqueza de gente que faz trafico no lugar, embora o blog saiba que pior que o tráfico de drogas é o tráfico de influência, a corrupção que grassa pelo país e na qual o Lula dessa história nunca esteve metido.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Os cínicos e os endividados

É de um cinismo total o slogan da operadora de crédito que cobra os juros mais escorchantes do país, "você volta a comprar e ajuda no crescimento do país."
Está legal, mas quem ajuda o cidadão endividado, o governo, com seus altos impostos, e que não reajusta a tabela do IR há anos?
A tal operadora "compra" créditos de endividados, mesmo que este esteja com nome sujo na praça.
Não é preciso muita imaginação para saber o custo dessa brincadeira.
Tem uma moça que vive dando conselhos financeiros no Jornal da Globo que também é outra cínica. Anos atrás quebrada, escreveu um livro do tipo "devo não nego, pago como puder".
Os endividados de agora deviam seguir o conselho daquele esperto pastor, quebrar todos os cartões, rasgar todas as folhas de cheque, encontrar um extra (caso ainda tenham emprego), e ficar cinco anos esperando, sob as graças do CDC, para desejar novamente.
E parar de dar ouvidos a estes cínicos espertos, que enquanto ganham o dele, querem que você esqueça o seu bem estar."

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Manchetes que o blog não viu na PIG

"Ex-prefeito foge da clínica do Dr. Zoltan e vira Secretário de Saúde do RJ."
"Ministro Levando Whisky manda Cunha arrumar as malas da viagem para Disney."
"Liberado o acórdão com o exame de próstata que Eduardo Cunha fez na frente dos jornalistas."
"MP manda Saúde por Pezão na forma!" 
"Cunha procura ministro cartomante, que o desengana: "Seu futuro a Dilma pertence!". 
"Presidente do STF da Brasiluela manda Cunha procurar ministro compositor para aprender a cantar 'Aquarela do Brasil'".
"Procurador diz que Dilma colocou Barbosa na Fazenda para ver Cunha delinquir na cracolândia". 
"Dana White contrata Cunha e Janot para o UFC. Luta do século será em fevereiro." 
"Procurador indaga: "Até quando Cunha ficará rindo das piadas sem graça do Jô?"" 
"Extra! Procurador descobre que Catilina fazia dupla sertaneja com Cunha!"
"Procurador conclui: queda do Vasco foi manobra da tropa de choque do Cunha." 
"Procurador afirma que Cunha recebeu propina para mandar a vaca ir para o brejo."

sábado, 19 de dezembro de 2015

Fora Dilma! Fica Dilma!

Aos poucos Dilma Vana vai ganhando a batalha da opinião pública, e ficando cada vez mais reduzida a possibilidade de ser impichada.
Embora o Datafolha não seja lá essas coisas em previsões, sua mais recente pesquisa de opinião aponta para o que acontecerá daqui para a frente nas manifestações, a ausência cada vez maior da classe média, preocupada com o derretimento rápido das suas esperanças por uma mudança de governo.
Também pudera, quem aguenta ver a baixa das ações na bolsa, a perda do poder de compra nas viagens ao exterior, isso sem falar na troca dos produtos tradicionais pelos de marca própria nos supermercados.
Pois essa classe, que frequentou as passeatas, tanto de apoio ao impeachment, quanto de rejeição, tem mais a perder do que a ganhar com esse processo.
E não me venham falar de povo nesse assunto, pois tanto num fim de semana, quanto num dia útil ao fim do expediente, esse ou está em casa descansando, ou correndo para pegar a condução de volta.
A classe média cansou de sonhar com a política, e afrouxou a gravata economica que estava apertando o seu pescoço.
Agora é Dilma, e ponto final!"

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

O golpe (2)

O ministro Teori Zavascki tem a chance de entrar para a história como um democrata.
Se ele entregar a decisão da deposição do presidente da Câmara para o pleno do STF, pode decretar, o Brasil se transformará em uma Venezuela.
Eduardo Cunha tem de sair pela pressão da opinião pública sobre a Câmara dos Deputados, e a ocasião será a votação da cassação do seu mandato pelo plenário, como certamente indicará o Conselho de Ética a Casa.
Tirar o Cunha a fórceps, como quer o canalha do procurador Janot é golpe, golpe contra a democracia, golpe contra o estado brasileiro.
Kennedy Alencar e toda a imprensa amiga do planalto encontra-se a beira de um ataque de nervos, com a decisão do ministro de adiar até fevereiro a decisão sobre o pedido do procurador.
Aliás, não precisa ser jurista ou advogado para ver o quanto ela é raivosa e endereçada a agradar Dilma Vana.
Suas 11 razões, algumas baseadas em acusações que estão sendo analisadas pela Lava-Jato, são tolas, baseadas em suposições divulgadas em matérias cheias de sensacionalismo pela teve Globo, teve Globo que até bem pouco tempo era acusada pela esquerda como pertencente a PIG (partido da imprensa golpista), o que não deixa de ser verdade, pois vem apoiando em gênero, número e grau o golpe bolivariano em andamento.
Há de se ter calma e equilíbrio para recordar que este país viveu 25 anos sob uma ditadura.
Pedir a saída de Eduardo Cunha no grito é golpe, e aqueles que apoiam essa decisão são golpistas, disfarçados em democratas, inocentes úteis a serviço de um governo que está levando o país ao caos.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

O golpe (1)

Desde o início da intervenção do STF no rito do processo de impeachment, vínhamos chamando a atenção para a legalidade da deliberação que de lá saísse.
Houve um golpe, claro e evidente. Jogou-se por terra a independência dos poderes rasgando-se, ao nosso ver, a Constituição.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Briga de cachorro grande

O canalha do Janot foi rápido.
Na segunda fez a batida, e 48 horas depois conseguiu terminar a análise de tudo que a PF recolheu para solicitar o afastamento do canalha do Cunha.
Tudo para mostrar serviço e esculhambar com o voto do ministro Fachin.
Fazem mais de três meses que o STF segura a investigação sobre o deputado, e nada de decidir. Cunha continua na condição de investigado.
A defesa das teses do governo feita por Janot no julgamento do rito do impeachment no STF, foi pífia.
Parecia contrariado com tudo que viria depois.
Janot não passa de um moleque de recados do Planalto, a primeira dificuldade corre para acudir.
Agora todo o impacto que o voto do ministro Fachin teria na opinião pública foi para ralo.
Cunha ganhou as manchetes dos noticiários e Dilma Vana e seu séquito dormirão tranquilo.

A resposta do Eduardo Cunha ao editorial da Folha de São Paulo

Como ninguém repercutiu de fato, o blog mostra o outro lado.

"A Folha tem todo o direito de expressar sua opinião, mas o fez de forma agressiva e desproporcional, na "Primeira Página", na edição de domingo (13). A Folha também tem todo o direito de defender o governo Dilma Rousseff e se posicionar contra o processo de impeachment.

No entanto, confundir o exercício do meu legítimo direito de defesa, pautado integralmente na legalidade, com manipulações e métodos inadmissíveis reflete princípios ditatoriais, onde o justiçamento se sobrepõe ao julgamento democrático.

Ou será que os advogados da Folha não usam todos os instrumentos legais disponíveis para a defesa do jornal nas ações em que ele é parte? Isso é o exercício do direito de defesa que conquistamos com a Carta Magna de 1988.

Da mesma forma, repudio o tratamento desonroso dispensado aos parlamentares que se manifestam contra decisões que afrontam o regimento interno da Câmara dos Deputados. Eles agem em respeito aos deveres de seus respectivos mandatos e não como meros defensores de meus interesses.

Seriam aqueles que agem de acordo com o interesse da presidente da República simples cumpridores de ordens do Palácio do Planalto?

Sem reconhecer o legítimo e constitucional direito de defesa, a Folha chega ao ponto de afirmar, em reportagem interna da edição do mesmo dia, que a apresentação de defesa dentro de seu prazo a uma denúncia contra mim é ação protelatória de meus advogados.

O jornal também ignora o fato de que uma denúncia contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), está há quase três anos sem apreciação.

O meu papel no processo de impeachment já foi concluído com a aceitação dada. A decisão futura será colegiada e, inclusive, objeto de discussão no STF (Supremo Tribunal Federal), que, ao que parece, definirá as regras do processo.

Há três meses, em 13/9, a Folha publicou longo editorial, também na "Primeira Página", com o título "Última Chance". Pregava a renúncia da presidente caso inúmeras condições não fossem atendidas.

Pois bem: tais condições não foram atendidas, a presidente não renunciou, e o jornal não mais se pronunciou sobre isso, sugerindo que a sua posição mudou conforme o verbo do momento.

Deixemos que as instituições funcionem e que o processo siga o curso previsto sob a Constituição.

Quanto a mim, perante o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, sou acusado de supostamente ter mentido em uma CPI instalada por mim mesmo, onde compareci de forma espontânea, sem ser convocado, sendo, aliás, o único político citado a fazê-lo.

Jamais faltei com a verdade, segundo parecer de grande jurista. Jamais a Folha analisou ou criticou o conteúdo do parecer entregue aos seus jornalistas. Os leitores do jornal desconhecem o referido parecer e os argumentos de meus advogados.

Voltamos aos tempos de exceção, quando somente a voz do Estado acusador é reconhecida como a única verdade a ser publicada. Aliás, por falar no Estado, o que diz a Folha sobre as mentiras da presidente Dilma e seu governo, que, pelo mesmo princípio, mereceria a deposição?

O governo chega até a mentir oficialmente, atribuindo ao vice-presidente, Michel Temer (PMDB), supostas conversas com Dilma, posteriormente desmentidas por ele.

A mentira é hábito do governo petista e não exceção em seu comportamento; isso sem contar as barganhas espúrias feitas à luz do dia para tentar se preservar.

Defendo integralmente que a Folha exerça sua opinião e a manifeste em editorial, mas creio que o bem da democracia, que o jornal sempre defendeu, não condiz com agressões e adjetivações caluniosas e tratamentos desiguais.

Submeto-me ao Judiciário com zelo, respeito e obediência, como deve ser em um Estado de Direito. Somente ele, o Judiciário, pode contestar qualquer ato ou conduta que macule o ordenamento jurídico. A Constituição Federal, as leis e o regimento interno da Câmara são sim minhas únicas armas institucionais. Como a Folha escreveu, "Já chega", basta de hipocrisia sobre o meu direito constitucional de defesa."

Eduardo Cunha

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Que chamem o Guilherme!!!

Valeu o show! Teve chaveiro arrombando cofre, táxi na garagem, e até o famoso celular, visto da tribuna comandando a  "tropa de choque", apreendido.
Helicópteros das teves filmavam a ação, flashes registravam, anônimos vizinhos transformados em coadjuvantes.
Verdadeiramente sensacional, cobertura digna de um Beira-Mar prestando depoimento no fórum de Bangu.
Mas, e daí, o ator principal foi preso, que filme estavam filmando?
Trata-se de um melodrama cujo roteiro começou na eleição do ano passado, quando milhões roubados da Petrobrás e de outras maracutaias foram usadas para entronizar uma Rainha de Copas, nomeada como mãe pelo Príncipe.
Nas primeiras cenas já deu para ver que o que iriamos assistir seria um misto de bang-bang, filme de gangster e trailer político de quinta categoria.
Os vilões foram surgindo, um presidente da câmara, um bando de coxinhas golpistas, e um grupo de Pinóquios para alegrar a galera infantil.
O que se viu hoje foi mais uma cena de um roteiro inacabado, fruto da mente de um Guilherme qualquer. 
A cena de hoje começa com um juiz liberando a autorização de uma blitz engavetada a mais de 3 meses, fruto de uma viagem a Curitiba na calada da noite de um ministro, diz-se que para combinar o nome da operação, pois não creio que do latim Cícero saísse para apontar o golpe dado do lado errado.
Agora é aguardar a nefasta reunião amanhã da facção denunciada pela chantagem do Bernardo Cerveró, para dar o tiro na Constituição, e mudar o roteiro dessa tragédia latino-americana, bem ao estilo de algum diretor americano, simpático a um certo ditador Venezuelano.

A guerra do impeachment

A operação de hoje contra o braço do PMDB na Lava-Jato é política.
Aliás, nessa batalha do impeachment que sofre mais somos nós, que queremos ver longe esse governo e seu modelo de aliança.
O governo foi eleito numa aliança do Partido do Trololó com o PMDB, alimentada em gênero, número e grau pelo dinheiro da corrupção.
Num misto de incompetência e arrogância o governo perdeu a direção da Câmara, a qual em 12 anos sempre esteve a seu serviço.
Graças a Lava-Jato manteve o Eduardo Cunha sob pressão que, apesar da sua folha corrida, começou a legislar na direção contrária a do Planalto.
Muitos foram os pedidos de impeachment que chegaram as mãos de Cunha, mas um, em especial caída sob medida para aumentar o seu poder de barganha, por ter entre os assinantes um fundador do Partido do Trololó.
E assim foi seguindo, a Lava-Jato segurando a investigação contra Cunha, e este travando o pedido do impeachment.
Foi quando a coisa, por uma luta pela hegemonia do PMDB começou a andar, Cunha liberando o impeachment, e agora a Lava-Jato a liberar a investigação sobre Cunha.
Impossível deixar de associar os fatos, bom seria que assim não fosse, mas se de um lado temos ministros do STF e um Procurador da República, do outro temos um Deputado e um PMDB, ambos a impedir a vontade popular de "Fora Dilma", "Fora Cunha".

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

A falácia do golpe lulopetista

Os caras passaram meses falando em golpe, que o pedido de impeachment era para derrubar Dilma Vana no grito, apoiado numa vingança pessoal do Eduardo Cunha.
Agora estão ai, eufóricos por um golpe do STF num dos pilares das instituições, a independência entre os poderes.
Essa conversa de querer transformar o STF num poder moderador, não passa de uma ação bolivariana, nos moldes do que já foi feito na Venezuela, na Bolívia, no Equador, e que quase foi feito na Argentina, aproveitando o direito que é dado ao Presidente da República de indicar os candidatos a ministro das supremas cortes.
Aqui, dependesse essa aprovação da Câmara, a maioria dessa corte que aí está não seria eleita.
Pelo mesmo motivo que essa nomeação se dá, o voto secreto, querem fechar a Câmara Federal, tirando seu poder de legislar de acordo com seu regimento, regimento este que norteia todos os órgãos colegiados que o possuem.
O impedimento da Câmara aceitar o impeachment e abrir o processo é golpe; negar o voto secreto para criação da comissão de abertura é golpe, assim como também será um golpe rasgar a Constituição para ditar um rito diferente daquele aplicado no "Fora Color".
O Brasil não merece ser transformado em mais uma republiqueta latinoamericana, em que os poderes que dão apoio a democracia, passam a servir ao governante do momento, candidato a ditador sob a supremacia de um partido único."

"Sandra Rosa foi a mulher da minha vida!!!"


domingo, 13 de dezembro de 2015

Os 13 anos de governo do PT

Por uma imprensa cada vez mais familiar

Tradicionalmente a imprensa livre no mundo é de origem empreendedora individual ou familiar. 
Por aqui grandes órgãos da imprensa se formaram e fizeram história dos seus donos.
Samuel Wainer, com a "Última Hora"; Assis Chateaubriand, com os "Diários Associados"; os Bittencourt com o "Correio da Manhã", os Nascimento Brito com o "Jornal do Brasil", além da "Tribuna da Imprensa" que foi de Carlos Lacerda a Hélio Fernandes. Todos, a direita ou a esquerda, com um braço estendido para o poder.
Mas, o que é pior, uma imprensa paga por publicidade e venda de conteúdo, ou uma imprensa subsidiada pelo dinheiro público e da corrupção?
O papel da imprensa "familiar" vem sendo levantado em toda a AL pelos editoriais de esquerda que pedem a intervenção governamental, tendo como principais iniciativas intervencionistas a Argentina e a Venezuela.
Para ter o apoio dessas famílias os governos gastam, para defender suas ações e políticas uma fortuna, que parece melhor empregado do que o gasto com a rede de blogs e jornais do interior amigos do poder, e que até hoje não foi capaz de convencer o povo que ele vive melhor hoje, do que há 13 anos atrás.
Se a imprensa governamental fosse interessante, oferecendo um conteúdo verdadeiramente independente, não viveria de traço, haja visto os canais de TV controlados pelo governo, bons de boquinha, mas ruins de audiência.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Temer é menos popular que eu!

A frase de Luciana Genro, presidente do PSOL diz muito sobre o desentendimento do debate político que está acontecendo.
Itamar Franco também tinha menos prestigio que Leonel Brizola, Ulisses Guimarães, Miguel Arraes, etc, a quem Color venceu, e governou o país com equilíbrio por dois anos, criando as condições para o maior feito econômico dos últimos 20 anos, o "Plano Real" que acabou com a hiperinflação, e deu a base para que as reformas sociais valem-se. 
Portanto, IMPEACHMENT JÁ, pois queremos que algo de novo aconteça nesse país.

Não esqueça, é amanhã!!!

A caneta como bomba atômica

Além da movimentação jurídica, com sua tropa de choque Adams/Cardozo/Janot, que com o apoio da OAB e do Renan Calheiros, tentam um golpe institucional contra o impeachment no STF, tendo a seu favor a consciência comprada dos seus ministros indicados, Dilma Vana, a presidente eleita com manobras fiscais ilegais e irregulares, movimenta também sua tropa de choque parlamentar.
Apesar da promessa de não se meter no PMDB, usa os ministros desse partido para pressionar seus congressistas, agora com a liberação de cargos e verbas públicas.
É a tropa de choque do "toma lá dá cá".
Enquanto o Cunha usa o regimento da Câmara para postergar seu drama, Dilma Vana mete a mão no seu, no meu bolso para se manter no poder e não cair.
Não é a toa que quer superávit fiscal no ano que vem, e liberdade para gastar ainda mais, e novamente, num ano eleitoral.
Com isso deputados que estiverem a seu lado ganharão dinheiro para eleger seus prefeitos e vereadores, ou quem sabe a si próprio, em troca de ir contra a vontade a maioria absoluta do povo brasileiro.
Uma tropa poderosa, que contra os apoiadores do impeachment usa a bomba atômica da caneta federal.

O dia chegou!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Um golpe em andamento

Vai ficando claro que todo este estardalhaço do governo, para rotular o impeachment contra Dilma Vana de golpe, na verdade esconde um movimento pela venezuelizacão do país.

A liminar do ministro Fachin pelo adiantamento até o dia 16/12 do processo pelo impedimento é, na verdade o início de um processo de intervenção no Congresso.

Estabelecer um rito diferente ao que foi usado durante o impeachment do Collor soa como intervenção, um golpe na independência dos poderes.

E não é de surpreender. A ação do PC do B é de inspiração bolivariana, a mesma do chavismo e de outras republiquetas da América.

Junto virá a destituição do Eduardo Cunha pelo Rodrigo Janot, Cunha que apesar de canalha foi eleito democraticamente.

Golpe não é seguir a Constituição, mas sim rasgá-la, e isso é o que estão tentando fazer o ministro Fachin, o Procurador da República e o Advogado Geral da União, com o beneplácito da OAB e do Renan Calheiros."

Velho sim, morto não!

Não lembro bem quando comecei a envelhecer.
Talvez tenha sido ao 25 anos quando me chamaram pela primeira vez de senhor.
Ou será que foi aos 40, quando a namorada reparou que eu era mais velho que a sua mãe?
A idade certa não tenho precisão, mas o tempo correu rápido.
Durante um bom tempo da minha vida, vivi tudo que podia celeremente pensando que não passaria dos 50.
E quando vi que tinha passado,  me achei jovem podendo deixar de lado todos os fantasmas.
Ĺedo engano, o corpo já não correspondia a determinados estímulos e chegar aos 60 foi ďificil.
Ai então bateu a neura, fiquei velho, vou parar por aqui.
Hoje aos 70, memória fraca, cheio de manias e rabujices, corro atrás de permanecer, e de esquecer da velhice buscando passar o tempo, inventando coisas que posterguem a minha existência, pois se não estou velho, morto também não estou."

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O termômetro da crise do JN

Enquanto o Jornal da Band, em duas inserções de cerca de três minutos, citou o nome de Cunha 3 vezes para se referir ao bafafá de hoje, e resumir a crise no Conselho de Ética, o JN citou Cunha 25 vezes e gastou cinco minutos para falar apenas do caso do afastamento do presidente da Câmara. Enquanto isso usou a palavra impeachment apenas 3 vezes, para falar de Dilma e do confronto com Temer e o PMDB.
Já deu para ver o lado da Globo na crise, sem nenhuma isenção.
O impeachment não é golpe, assim como não pode ser reduzido a uma vingança, como quer fazer crer o governo e o William Bonner.

Coçando o saco curtindo a natureza

A um tempo atrás, as pessoas ficavam encantadas quando eu dizia que morava na zona rural de Araruama, na Região dos Lagos do RJ.
Não foram poucas as decepções dos visitantes. Pensavam que por ser "região dos lagos'' o lugar ficava logo ali das praias, com cavalos para cavalgar, rios, cachoeiras, e tudo aquilo que se sonha quando se fala em mato, zona rural.
Certa vez uma amiga, não esquentou lugar enquanto não fosse a Cabo Frio, Búzios, Arraial, praias e lugares datados pelas agências de viagens. Foram três dias de correria e de extremo cansaço.
Outra vez o amigo de um outro foi embora quando viu que o lugar da pousada era uma casa de caboclo, e que no dia seguinte não haveria praia.
Certo que temos luz, água, internet com sinal de wi-fi, cama, café e comida boa.
Mas agitação, neca de catibiriba!
Aqui não se faz absolutamente nada, a não ser conversar, deitar na rede e ficar desfrutando do raiar e do por do sol, aproveitar as noites de lua cheia, os dias em que a via láctea é vista limpinha nos céus.
Ou seja, coçar o saco e meditar sobre a vida e natureza.

Um mentiroso contumaz e sua trupe

"Pobres terão de comer arroz sem carne." Luis Inácio sobre o impeachment.
Ao que que me pergunto, "E já não estão comendo?", se é que conseguiram comer carne em todos esses anos com a mixaria das bolsas.
Talvez ele esteja falando daquele classe média de R$ 400,00 que eles inventaram, e não daqueles miseráveis que sobrevivem com cerca de 1 dólar por dia, segundo o critério da ONU, e que recebe (alguns) uma bolsa de R$ 70,00, congelada a quase dois anos, quando o dólar já beira os R$ 4,00 (R$ 120,00 ao mês, para aqueles que tem preguiça de pensar).
É fácil estar a favor desse governo quando se recebe alguma benesse, funcionário de alguma Universidade Federal, de alguma estatal, ou de algum município governado por eles ou seus apoiadores, a nível de DAS ou DAI, ou quiça patrocínio.
Mas quando se dá dura na lida do dia a dia, e confiou que sua vida estava melhorando com as mentiras de gente como Luís Inácio, a decepção é grande.
A gente que vive próximo aqueles que são pobres, vistos assim pelos critérios honestos da razão, e não pelas estatísticas do IPEA, sabe o quanto essa gente está sofrendo, e o quanto são mentirosas as palavras de Luís Inácio.

Os zumbis da nação

https://youtu.be/a1yMcTdZqt0

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Como sobreviver a crise?

A inflação chegou a dois dígitos!
Para mim não é uma inflação de demanda, mas sim de oferta.
Não sou economista para ver que para fabricantes e prestadores de serviço existe muita oferta, mas do outro lado não existe demanda.
Sendo assim não cabe a quem vende ficar reduzindo preços para conquistar clientes, mas sim procurar alcançar seu preço contando com aqueles poucos que aparecerem para comprar, em geral clientes com poder de compra qualificado, pronto para avaliar a necessidade daquilo que estão pagando de maneira racional, respeitado o seu desejo de consumo.
Veja o exemplo da indústria automobilística. Praticamente parou a oferta dos chamados carros populares, apostando as montadoras nos carros médios e de luxo, com suas propagandas mirando o bolso de quem dinheiro guardado.
Ou seja, quem estava preparado para atravessar a crise, tanto no lado dos vendedores quanto dos consumidores certamente irão aguentar o tranco, e continuar vendendo e consumindo.
No caso dos prestadores de serviço o foco deve se dar em serviços criativos voltados para clientes qualificados, consumidores tradicionais que conseguem enxergar por trás do preço a verdadeira natureza daquilo que irá lhe satisfazer.
Para os despreparados, nos que acreditaram nesse governo, quem sabe conseguirão sobreviver queimando alguma gordura, buscando vender ativos dos quais não necessitam (um bom exemplo é aquela casa de praia que você pouco frequenta). Mas tem que ser por um bom preço, para se capitalizar de imediato.
Não seria uma boa aposta para o seu negócio esperar a crise passar."

terça-feira, 31 de março de 2015

A Filha Mal Assombrada

Em palestra hoje para empresários FHC criticou a ausência de Luís Inácio nessa crise política por que passamos. 
Disse ele "A filha é sua!" numa referência ao fato dele ser o mentor de Dilma Vana.
Também acho que a culpa pelo que está acontecendo no Brasil é de Luis Inácio, foi ele quem inventou Dilma Vana, a "mãe do PAC".
Pelo currículo, não daria a ela a administração de uma padaria, quanto mais a Presidência da República.
Na sua escolha deve ter pesado a arrogância dele em pensar que para ser Presidente do Brasil, não precisa de muito conhecimento, basta alguém para escrever os discursos, um marqueteiro para sintetizar as idéias, e alguns puxa-sacos para esticar o prato bem a frente da boca para ele comer.
Dilma Vana mostrou para o que veio já nos primeiros "vai e vem" das demissões dos corruptos ladrões de galinha do PDT e do PR.
Depois aquela mancada dos juros, quando deveria ter mantido a autonomia do Banco Central.
Em seguida a história do desconto na conta de luz tirado a fórceps.
Como se não bastasse, e obediente que era, foi na onda do discurso do seu mentor que "era o crédito, Tombini" que fazia a economia andar.
Ela é fraca, muito fraca, um pau mandado nas mãos de Luis Inácio e do partido.
Por outro lado não é burra, sabe ler e escrever, embora só goste de escutar aos seus.
Por isso, diagnosticados todos os problemas pela oposição durante a campanha, está topando esta empreitada de fazer a política econômica que Aécio Neves certamente viria fazer, não nos iludamos.
Provocá-la, espezinhá-la, fustigá-la, é o mínimo que poderemos fazer para mantê-la na direção certa.
Que a oposição mantenha seu olho na direção política, tudo bem, muitos de nós estamos fazendo o mesmo, de olho no seu partido regado a bolchevismo.
Mas o foco nesse momento é fazer torcida para o Brasil voltar a crescer pelo acerto desse tal "ajuste fiscal", que possibilite a vida dos nossos negócios e interesses voltarem ao eixo com, pelo menos uns 2% de aumento do PIB.

Tenhamos fé!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

"'Destruição' no legado da política externa incomoda Lula"

Durante seus dois mandatos, uma das coisas que mais irritava Luis Inácio era quando FHC abria a boca para falar de política, quase sempre em tom crítico ao seu governo, em artigos nos jornais ou em público.
Citava como exemplo José Sarney, que além de ex-presidente era um aliado político que não abria a boca nem para dizer "ai!".
Em resposta as intervenções de FHC dizia que quando deixasse o poder iria se recolher, se limitando apenas a atuar ao lado dos trabalhadores na porta das fábricas. Séria o "operário", não um "presidente".
Não fez uma coisa nem outra. Montou um Instituto, danou a dar palestras milionárias, e como se não bastasse, voltou a governar em "off".
No primeiro mandato de Dilma Vana estabeleceram um triunvirato, composto dele, do marqueteiro de ambos, João Santana, e da presidenta, pau mandado que se dispunha a seguir as ordens que emassem deste conselho.
Agora Dilma Vana, mesmo que errando, se assanha a dar seus próprios passos.
Imediatamente o que acontece? É chamada na chincha não só pelo partido, como também pelo ex-presidente, que num chororô sem fim deita falação, sempre em "off", como se dissesse "não tenho nada a ver com isso", ou "ela não me ouve"".
Pura combinação, teatro, coisa para dar personalidade a uma presidenta sem nenhuma.
Diferentemente do primeiro mandato de Dilma Vana a coisa agora funciona assim, ela presta contas, se dirige em reverências ao seu mentor, ouvindo às suas ordens, e este sai a público, sempre em "off", declarando ser ela uma filha "rebelde", "ingrata".
Assim como esta notícia sobre a mudança na política externa, uma pauta das oposições, todas as suas outras reclamações tem a ver com a sua pretensão de "volta".
É como se já se estivesse estabelecendo um programa de campanha em cima das idéias de uma presidenta moribunda, ou seja, o governo segue com suas maldades neo-liberais, enquanto Luís Inácio prega o céu socialista para quando voltar.

LEIA A MATÉRIA QUE DEU ORIGEM A ESTE POST EM "ESTADÃO POLÍTICA"
http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,destruicao-de-legado-na-politica-externa-incomoda-ex-presidente-imp-,1633778

"Ministro da Justiça defende investigação de denúncias sobre gestão FHC"

É um canalha, não tem a isenção para o cargo que deveria ter.
Quando do início das denúncias, tomou um documento apócrifo sobre o escândalo dos trens em São Paulo que envolvia políticos, e fez a PF iniciar um procedimento investigatório. Deste nunca mais se ouviu falar, e sobre o envolvimento de políticos das oposição o STJ arquivou o processo aberto pelo MP.
Recentemente se valeu da amizade com o Procurador Geral da República, outro cínico disfarçado de vestal, para buscar envolvimentos de oposicionistas e vazá-los para a imprensa. E não me venham dizer que não foi ele o responsável, é tão ativa sua participação na contra informação do partido, que não é difícil identificar suas digitais em qualquer notícia em que políticos da oposição sejam citados.
Agora essa história do delator Pedro Barusco (?). O que ele disse foi, que a propina que recebida á época do FHC não era institucional, e que agora passou a ser.
Corrupção é propina são assim, se o político descobre que o guardinha de transito está levando algum logo procura organizar, criando regras e procedimentos.
O caso Petrobras não fugiu a essa regra, e não me venham com essa história de funcionário honesto e denodado corrompido por alguém, se o sujeito encontra pela frente uma empresa ou prestador de serviço necessitado de alguma coisa, logo tratará de criar dificuldades para gerar facilidades.
Claro que corrupção e propina não são invenção do partido de Dilma Vana, mas que com eles a roubalheira se profissionalizou, isso foi! Se houve corrupção nos tempos de FHC caberia a eles ter investigado. Tiveram 12 anos para isso, mas no entanto só fizeram aumentar o tamanho do roubo.
Nunca se ouviu falar tanto em "consultorias", nome de fachada que é dado aquele servicinho de trafico de influência feito por gente ligada ao governo.
E não é coisa pequena não, são milhões de dólares por uma informação privilegiada em uma concorrência ou ação num contrato.
José Eduardo Cardoso com essas nefastas posturas ideológicas só faz sujar seu currículo de homem público, afastando-o definitivamente da credibilidade para ocupar outros cargos.

LEIA A MATÉRIA REFERENTE A POSTAGEM NA FOLHA DE SÃO PAULO
http://uol.com/bfd8c9

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

terça-feira, 3 de junho de 2014

Seria a Sra. Hilary Clinton irmã gêmea da nossa presidente?

Mentem os que dizem que as manifestações pós "primavera árabe" na Síria eram pacíficas.
Como todas as manifestações havidas no Oriente Médio, àquela época eram todas provocadas pela CIA, com a presença de milicianos armados a comando da política da Sra. Hilary Clinton de querer tomar o Irã.
Assad recebeu a todos os negociadores que lhe foram enviados, e a cada um fazia concessões que permitiriam chegar a um consenso no processo de participação nacional, desde que chancelados pela ONU.
A cada negociador que voltava com sua resolução a Sra. Hilary Clinton, e seu lacaio Ban Ki-Moon menosprezavam, dizendo não acreditar em Assad.
Enquanto isso a insurgência crescia com meios fornecidos pelas ditaduras vizinhas, todas dominadas pelo Departamento de Estado Americano.
Aqui um parêntese, a divisão interna causada pela Sra. Hilary Clinton, ao pensar que fortalecendo a CIA traria de volta o multilateralismo de resultados conseguido nos anos 60/70 na AL, fracassou e transformou o governo Barack Obama num dos mais sanguinários da história militar americana, com suas covardes agressões.
A Sra. Hilary Clinton foi um fiasco, desarmou o frágil tabuleiro da região, trazendo a cena a Al-Kaeda que havia sofrido um baque com a morte de Osama Bin-Landen.
Se por um lado os EUA conseguiu terceirizar as ações do seu exército às forças insurgentes locais, por outro trouxe de volta a insegurança civil.
O fracasso da "primavera" no Egito e na Líbia, com o retorno dos militares ao poder, e a entrada da Al Kaeda na guerra civil Síria são os maiores exemplos do resultado da incompetência da Sra. Hilary Clinton.
Não fosse a forte atitude russa na defesa dos seus interesses, teríamos uma guerra com milhões e milhões de mortos, ao invés dos 160.000 de hoje, e que certamente já teria alcançado o Iraque e o Irã.
Graças a ação de Putin, forçando a destruição das armas químicas na Síria, e a volta a mesa de negociação nuclear no Irã, os EUA e seus aliados do eixo do mal ficarão de pés e mãos atados, sem apoio para impor a Síria a mesma e bárbara zona de exclusão que conseguiram com a Líbia e Iraque.
A esperança é que a Sra. Hilary Clinton não volte, nem mesmo eleita a presidência dos EUA, e que a vitória de Assad na eleição (que embora tenha saído fortalecido, com esta eleição terá que fazer concessões), venha trazer os insurgentes para uma negociação que dê fim a essa guerra, que a ninguém interessa, somente ao "eixo do mal", devolvendo ao Síria a capacidade de resolver seus próprios problemas.

domingo, 1 de junho de 2014

Polêmicas a parte, a amizade acima de tudo

Adoro polemizar.
No face já estive diante de desentendimentos por algumas opiniões que expressei.
Aos poucos aprendi que não devia entrar em bola dividida, comentários irados que muitas das vezes são a expressão de um sentimento, uma bronca contra algo ou alguém.
Pego leve, mas quando sinto bandeiras tremulando no ar, propagandas descoladas do interesse comum e indo para o terreno da explicação barata não consigo me calar.
E antes que eu perca amizades cultivadas a séculos ou tenha que me valer das cruéis regras do face vale uma esclarecida.
Não tenho nada contra a militância de ninguém.
Só que sou um cidadão comum, de olho nas pessoas que vivem ao meu redor, e no entendimento que tenho dos fatos, a partir daquilo que aprendi, vi e vivi.
Apesar de amar a politica, no sentido filosófico da palavra, odeio a ideologização partidária, do mesmo modo que me nego a participar de seitas e religiões.
Isso não me impede de respeitar as ideologias e a fé de qualquer amigo meu.
Apenas sei que tem um partido tem práticas totalitárias, e que segue uma visão terceiro-mundista controversa, com alianças espúrias e condutas ilegais que não aprecio ou aceito.
Sei que meus amigos que emprestam seus sonhos a esta s são pessoas honestas, de caráter ilibado e com um imenso amor pelo nosso pais.
Mas o mesma opinião não tenho do líder deste partido, do seu governo e de seus companheiros.
As análises que faço são subjetivas, mero exercício da razão, e que nada difere em sua lógica das espúrias propagandas partidárias desta sigla, que não passam depura ilação com a realidade que nos cerca.
Por isso, se eu pudesse lhes dar um conselho seria:
1) Não postem propagandas partidárias. Façam análises próprias, saídas da sua cabeça;
2) Não busquem criar controvérsias. Informem com a razão que a fé da sua ideologia lhes dá
Assim me farei respeitosamente calado, numa deliciosa admiração pelo contrário.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Não levem a rede a sério!


Não sou do ramo da notícia, do jornalismo factual.
Meu negócio é escrever por prazer, por isso escrevo neste blog e numa rede social.
Tenho a notícia enquanto repercussão e não como informação.
Enquanto o blog (dos outros) se presta mais ao debate, a polêmica, a rede social se presta a repercussão.
E sabe por que? Pelo tal do "trend".
São os “trending topics” que hoje movem a decisão de governos e pessoas, nestes tempos de marketing ideológico.
Nas redes sociais você influencia, enquanto num blog registra-se o blá-blá-blá do noticiário.
Aqui um parêntese, essa história de se fazer jornalismo no rádio e na teve com um tablet na mão, de olho na “tendência” das redes sociais, mereceria uma análise dos especialistas.
Sou de um tempo em que um blog se prestava mais ao debate, a formação de opinião.
Hoje com o advento das chamadas redes políticas, da contra informação, dá mais trabalho.
É checar, checar e checar, e muitas vezes não chegar a lugar nenhum, se mantendo mal informado.
Já na rede, existe uma mistura de mediocridade, com intimidade e fofoca que para mim é maravilhosa.
A rapidez com que costumes são derrubados e que reputações caem com apenas um clique, mostram o fundo do poço do tecido social.
E é essa liberdade absoluta que me fascina na rede social, e por isso daqui não saio dela.
Luis Fernando Veríssimo com seu comentário sobre o tempo maluco em que vivemos, com a rapidez em que a rede social promove qualquer explicação que se dê para um fato, bastando que sirva é que tem razão.
E quando a explicação de um fato apenas “serve”, é por que ela não é séria.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Considerações sobre a tal classe média governamental

Não sou a favor de se titular uma pessoa ou grupo pelo critério da renda.
Este tipo de medição, tão utilizado pelo atual governo, leva o indivíduo dos extratos mais baixos de renda para a "gangorra da classe média".
Se a economia do país vai bem, seu de extrato social pelo critério da renda sobe. Se a economia vai mal, cai.
E não importa quantos HDs tenha sua teve de plasma, quantos bits tenha aquele seu computador, qual o modelo daquele seu celular, quanto mede a área daquela sua casa de praia, ou o ano e a potência daquele seu belo carrão.
Se a sua renda pessoal ou da sua família caiu, meu caro você pode ter passado a condição de miserável pelo instalar do dedo da economia, ou ter mudado de letra instantaneamente.
Por isso prefiro a classificação que considera os níveis de conhecimento, padrões culturais, gostos e hábitos de vida, planos e objetivos de cada um em relação ao seu futuro para se considerar alguém de classe média, por exemplo.
Portanto, se você adquiriu conhecimento e algum saber; tem hábitos de leitura, frequenta (ou frequentou) teatros, cinemas e museus e assistiu bons filmes, peças e exposições; gosta de ouvir boa música (independente do gênero); aprecia beber socialmente uma boa bebida; refinou seu prazer pela boa mesa e por um bom prato, e carrega dentro de si um estilo de vida que considera o outro, não pelo que ele tem mas pelo que ele é, pode estar seguro, sua classe social será sempre alta, independentemente de quanto carregue no bolso.

sábado, 12 de abril de 2014

Lançando a corrupção da Petrobrás para águas profundas

A ação da Polícia Federal hoje, no prédio da Petrobrás foi de fazer rir, um fato totalmente inédito!
A PF, tão acostumada ao estardalhaço das operações dessa vez medrou ou foi aconselhada por alguém a "pegar leve".
Na nota da Petrobrás está dito que foram entregues documentos referentes a um só contrato.
Ou seja, uma operação seletiva, diferente das demais em que a PF rapa tudo que encontra pela frente, inclusive computadores e celulares.
Ficar sentado no gabinete da presidente Graça Forte a espera das xerox dos documentos é de uma total excrecência.
Na certa esta ligou para o Ministro da Justiça que deu o recado ao seu delegado: "Fica ai sentado que ela vai colaborar".
Nunca vi isto em missões da PF, que chega mandado todo mundo ficar parado no seu lugar, enquanto ela remexe armários, apreende computadores e celulares do investigado.
A busca abrangente sempre leva a verdade e trás no rastro outras histórias.
No caso da Petrobrás a operação foi risível, não vai levar a nada.
Se eu sou o promotor que solicitou enquadrava todo mundo.
Afinal, trata-se de um precedente perigoso que só irá beneficiar os ladrões e corruptos ligados a corja desse governo.
Há de se chamar atenção no caso para o juizinho de interior que expediu o ordem de busca.
Não conhece a verdadeira cidade que é o prédio da Petrobrás.
Seu mandato devia ser mais objetivo, indicando a sala "x", da diretoria "y", no andar tal.
Um mandato do tipo "busca no prédio da Petrobrás" nem o FBI ia conseguir fazer sem perder o foco.
 
E O MINISTRO DA JUSTIÇA VARRE A SUJEIRA DA PETROBRÁS PARA ÁGUAS PROFUNDAS

Luís Inácio saiu em campanha e tenta lançar ao mar a corrupção da Petrobrás.
Que ninguém é santo, isso todo mundo sabe.
Agora, ficar por ai se arvorando como um paradigma da honestidade... ah, não! É muita cara de pau do Luís Inácio!
Talvez o fato esteja na qualidade da vassoura.
Se um varre a sujeira pra debaixo do tapete, a turma do Luís Inácio exclama: "Sujeira? Onde, não vi!"
E sabe por que? Eles tem na mão a melhor vassoura do mundo, um congresso corrupto e um Ministro da Justiça leniente.
Vejam a ação de hoje da PF na Petrobrás. Os caras vão lá cumprir uma ordem da Justiça e saem com a xerox dos documentos que deveriam apreender.
Bastou uma ligação e a vassoura entrou em ação. Varreram pra debaixo do tapete as provas da corrupção.
Um pequeno apêndice: juizinho burro esse que expediu o tal mandato, não conhece o mundo que é prédio da Petrobrás. Deve ter pensado que era num sobrado de uma padaria do Centro.
Voltando, ou melhor, "volta Luís Inácio!"
Só assim teremos a certeza que a Venezuela é aqui!

terça-feira, 1 de abril de 2014

De Como o Golpe de 1º de Abril Mexeu com Minha Vida

Naquele ano eu não estudava. Meu trabalho na repartição tinha me levado a ilusão de que ser funcionário público era uma grande coisa. Estudar para que, se já tinha um emprego fixo.
Do dia do golpe não me lembro. Acho que a repartição não funcionou e eu estava em casa.
Lembro apenas de ter saído com um amigo para ir a Faculdade de Química, na Praia Vermelha, para pegar um material que ele julgava poder incrimina-lo com os militares caso, por algum motivo fosse preso.
Esse era o clima daqueles dias. Os que marcharam por Deus, pela família e pela liberdade caçavam comunistas, sindicalistas e lideres estudantis como se fossem monstros.
Os tanques nas ruas intimidavam pelo seu tamanho, e não vi milicos a pé.
Aos poucos a paranoia também me atingiu. Lembro de ter escondido meus libretos do CPC, minhas revistas da Civilização Brasileira, jornais dos sindicatos, literatura marxista, embora não fosse militante estudantil nem membro de algum partido.
Foi um ano difícil para mim. Minha mãe, uma mal-amada, fã do Carlos Lacerda. Meus tios emprestados, da casa de onde não saiamos, comunistas de carteirinha.
Meu tio Darci um líder sindical atuante, minha tia Isolda sobrinha de um grandalhão do partidão.
Lembro de como ficávamos com medo quando avistámos algum carro da polícia. Em sua casa havia sempre uma valise pronta para o caso de prisão de alguém que lá estivesse abrigado.
Lembro também de ter ido ao enterro de alguém daquela casa, membro do PCB, com todos cantando o hino da internacional socialista.
No ano seguinte voltei a estudar. Entrei para o Liceu Nilo Peçanha e minha consciência política começou a aumentar, me conscientizando da excrecência daquele golpe militar.
Em 1968 com o pau quebrando nas ruas resolvi me casar, como um álibi para fugir da luta armada.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Maldita Geni!


No momento, o nome dela é Raquel Sheherazade, mas podia ser Geni.
O bom de ser blogueiro, e não apenas um simples comentarista de rede social é ficar por ai buscando a verdade.
O blog te dá o equilíbrio que a rede social não dá, aquele instinto jornalistico de que existe algo mais por trás do fato, além do bom senso de poder ficar ali registrado o verdadeiro pensamento do autor.
Retomemos então a Geni do momento.
Pelo seu perfil no Wikipedia vemos que a moça é formada em jornalismo, e está bem próximo do direito, pois é funcionária licenciada do Tribunal de Justiça da Paraíba. Se ingressou por concurso deve entender um pouco de leis.
Além de célebre polemista, Raquel Sheherazade tem um blog onde mostra a cara muito mais que na teve.
Engraçado como tem gente querendo criminalizar a opinião.
Esse não é o primeiro caso de um âncora televisivo que vai para o poste.
Se essa moda do direito achado na rua do nosso ministro Dias Tofolli continuar indo adiante, sei não!

Quem Matou Santiago Andrade?


Esses moleques do rojão, se fosse no meu tempo, a direita estaria tachando eles de "inocentes úteis", ou de "massa de manobra". Na verdade são dois manés sem consciência politica, anarquistas de ocasião.
Agora irão ficar por ai presos, amargando uma cana, a servir interesses de todos os tipos, enquanto o pobre do Santiago Andrade vai se tornando o Edson Luis do "status quo".
O que mais me choca é ver os que insuflam esses tolos botando o galho dentro, lavando as mãos diante da revolta da chamada "opinião pública".
Em 68, fatídico ano do AI5, quase fui parar na luta armada, depois de muita bomba de efeito moral pela cara e gás lacrimogêneo nos olhos, nas passeatas de então.
Queria apenas me manifestar contra a ditadura, e tive a lucidez para ver que os fins não justificavam os meios. Senão estaria por ai numa dessas listas de desaparecidos, ou correndo atrás de uma bolsa ditadura. Como era um babaca, não teria dado a sorte de fundar um partido, e de me tornar presidente.
Quem matou Santiago Andrade foi essa corja que se aboletou no poder há 14 anos, com os mesmos colaboradores de Sarney, Collor, FHC, amigos do Renan e do Cabral, e mais uma camarilha de covardes sem caráter, que babam por tudo aquilo que eles fazem.
A política é algo necessário, mas a merda dessa divisão do mundo em ideologias, seitas e partidos um côco.
Tenho pena daqueles que, como esses moleques do rojão se deixam levar por maiorias digitais, formadas por tolos sem nenhuma visão política nas redes sociais, para depois ficar por ai quebrando tudo, sem ter o que dizer, mas com as mãos sujas de sangue.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Dilma Vana, a anta sem energia!

O governo Dilma Vana não assume sua incompetência na questão energética.
Incentivou o consumo para fazer crescer o pibinho, esquecendo-se dos fatores climáticos, e o aviso que o sistema não aguentaria.
O tal órgão que criou para o planejamento energético encontra-se na mão de um tal Tomasquini, tão incompetente quanto ela, e só funciona para dar emprego a apaniguados.
Agora, por exemplo estamos novamente sem luz aqui na região, completando mais de 72 horas em menos de uma semana.
Para agradar aos grandes centros, diminuem a carga da periferia, como se na zona rural estivessem os cidadãos de segunda classe.
Essa mulher é uma anta, ganhou tudo que tem na vida de mão beijada, graças a admiração de um ex-marido, e de um experto ex-presidente.
Tudo em Dilma Vana é marketing, promovido pelo se primeiro-ministro João Santana.
Acreditem, tudo o que eles dizem fazer é com o mapa eleitoral na mão, tornando o Brasil real o pais do conto de fadas governado pela rainha de copas Dilma Vana.
Que Deus se lembre da gente, e não nos dê mais desse menos.
FORA COM DILMA VANA, A MAIOR EMBROMADORA DO PAÍS!

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Manter a Calma e o Descansar na REDE

Marina Silva é um símbolo, não é uma solução.
Portanto vamos ter calma nessa negativa do TSE a criação do seu partido.
Tudo bem que tem o dedo do planalto atrás da coisa, mas o que dizer de uma votação numa estância superior? É respeitar.
Aos poucos vamos vendo por que José Dirceu disse que o seu projeto de poder era de 16 anos. E por que Luis Inácio não quis virar a mesa como os demais colegas latino-americanos, arrancando mudanças constitucionais com o apoio dos militares e do povo. Com a caneta para nomear, e bastante dinheiro para propaganda não resta preocupação.
Tenho acompanhado o par a passo da criação de um outro partido, o NOVO, que alguns críticos não toleram. Estão na briga pela criação já umas duas eleições, e nada! Continuam ali, brigando contra a burocracia e buscando novas filiações com suas propostas. 
E assim também outras dezenas de malucos que querem formar um partido, para ter acesso a utilização do Fundo Partidário.
A ideia de criação da REDE surgiu das mesmas pecuinhas que levaram a criação do partido do Kassab e do Paulinho da Força.  Ou seja, um projeto de poder, não ideológico e com força para fazer mais do mesmo, e não diferente do que está aí. 
O REDE não conseguiu canalizar a insatisfação popular, e se tornou mais um iceberg a se derreter, levando de roldão a esperança de muitos.
E como odeio os "bonzinhos", os "ingênuos", os "puros de coração", os "tolos" da política estou com a decisão do TSE.
E enquanto não surgir o partido "bom", que continuem os partidos "maus", da extrema esquerda a extrema direita, pois pelo menos eu os conheço e sei do que são capaz.

sábado, 28 de setembro de 2013

A cínica realidade do Oriente Médio

Criança cristã decapitada pelos rebeldes na Síria
Seria a foto acima verdadeira ou falsa?

Para chegarmos a uma conclusão seria importante entender algumas questões que envolve a Síria e outras nações da região.
1) A Síria vive uma ditadura? Sob o ponto de vista ocidental, sim. 
2) Como age esta ditadura contra seus opositores? Da mesma forma que todos os países da região agem, Arábia Saudita, Quatar, Israel, Jordânia, etc, etc, de maneira truculenta, com tortura e morte. 
3) Essa é uma maneira democrática de agir? Não, todos são ditaduras, alguns disfarçados em monarquias, ou num parlamentarismo de estado, como em Israel, em que o objetivo sionista é claro, estabelecido na Constituição, e que nenhum partido ou pessoa pode ir contra. 
4) E porque a Síria é a única ditadura a ser atacada? Por interesse do estado judaico, de maiorias religiosas internas ou vizinhas, e interesses econômicos das chamadas nações do "eixo do mal", França, Inglaterra, Alemanha e EUA. 
Dai a questão, aceitar as "primaveras", "rebeliões" e outras manifestações violentas é aceitar aqueles que agem conforme seus interesses, embora se saiba que, ao chegar ao poder estes elementos agirão de forma truculenta, torturando e matando seus opositores. 
Por isso a origem de fotos, comunicados, declarações é café pequeno diante de tudo que vem ocorrendo no Oriente Médio. 
Qualquer opositor, em qualquer nação vizinha a Síria irá mostrar a versão. 
O que não se pode ser é cínico, e desconhecer a realidade do Oriente Médio como uma realidade medieval, de déspotas esclarecidos, que cometem crimes e agem da maneira que melhor lhes convir.  

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Falta Moral na Privacidade Digital


Porque o Brasil não tem moral para falar em privacidade digital! 

(1) Não consegue aprovar uma lei que regule o mundo digital 
(2) Em qualquer esquina vende-se dados digitais a torto e direito 
(3) Dossiês de toda monta são fabricados, e circulam pelo país construídos a partir de dados que só o governo possui
(4) A justiça libera o acesso a informações vitais do cidadão a toda hora por qualquer motivo fútil
(5) A espionagem política, econômica e financeira  é praticada por gente a serviço do governo (leia-se agências de informação) 
(6) Permite-se o acesso a qualquer dado confidencial através do Google, Facebook, Twitter, obviamente agentes americanos. 

Edward Snowden já havia dito que a SNA atuava no país, que manteve escritório em Brasília, que agentes atuaram aqui através da embaixada americana, bem antes da matéria da Globo, que em nenhum momento encampou suas acusações, ao contrário, trabalhou a ideia de Barack Obama que ele deveria ser preso e extraditado como espião. 
Ou seja, o governo brasileiro calou-se todo esse tempo, e não aquiesceu em nenhum momento aos que pediam que lhe fosse dado abrigo, ao contrário do que fizeram outros países da AL. 
Por isso é que soa falso toda essa indignação, essa parceria Globo/Dilma Vana. 
Desde que Julian Assange foi exilado na embaixada da Bolívia em Londres, essa discussão é corrente no Brasil, e em nenhum momento a Globo ou o governo se manifestou a favor dessa tão falada "privacidade no mundo digital".