Na internet todo mundo mete o dedo na ferida, ou no nariz do outro. Tanto faz se sobre política, economia ou comportamento. O importante é cutucar, informar, ter opinião sobre tudo, seja fazendo graça ou falando sério. Por isso estamos aqui para pensar, falar das injustiças contra minorias e países, e dar nosso palpite sobre a fábula do enfraquecimento moral desse país, suas mazelas e problemas, pois não queremos carregar a maldita herança que estão querendo nos deixar.
sábado, 5 de junho de 2021
A Doutrinação da Pegação Política
As soluções que hoje nos acodem
Essa é a discussão que interessa, o que está se fazendo AGORA! E é ela que trás o otimismo pro mercado financeiro, com a previsão de 50% da população brasileira vacinada até o fim do ano. Para mim, que esperava por uma solução que demorasse de 2 a 3 anos, está indo ate rápido demais. Afora as mortes, frutos de uma má gestão coletiva, onde, perdidos no escuro ninguém sabia o que fazer, há luz no fim do túnel, teremos a prevenção vacinal tornada corriqueira, e uma série de tratamentos antivirais a disposição dos médicos e sistema de saúde. Vamos aguardar, e esperar pra definir nosso futuro, em frente as urnas, em 2022. #OEstragaRaça
O ESTRAGA RAÇA Instagram@blog_oestragaraca
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quinta-feira, 3 de junho de 2021
No pais onde pinico é trono
A Guerra das Vacinas e o noticiário econômico
Quanto maior o erro, maior a falta de humildade
Depois que inventaram a tal das narrativas, fica difícil esperar pela humildade dos nossos governantes. Aqui o erro é apagado por uma versão que sempre encobre a realidade. Das crises recentes, lembro do mea culpa do MT por ter recebido o JB na calada da noite, gerando a o defenestrado "Joesley Day". Mas dos outros, nem um pio! LILS nunca assumiu seus erros nas crises do mensalão e do petrolão. FHC se cala pela famosa herança que deixou, nada maldita, mas que acumulou erros suficientes para alijar seu partido de qualquer disputa. DR então, nem pensar! Para abafar seu péssimo governo, com recessão absurda e enormes prejuizos econômicos, esconde-se em documentários produzido por gente amiga, e na vergonha e medo do seu partido em abalar a moral do chefe. E agora BLSNR, no auge dos seus vacilos, vai para a tevê, na tentativa de construir uma narrativa, sem ter a coragem necessária para encarar seus erros, e enfrentar os canalhas do G7 da CPI. Tudo isso porque estamos falando do Estado, onde os principais acionistas só sabem ficar uivando pela internet, ao invés de votar. Fosse na iniciativa privada, o último já estaria na rua, apesar de técnico de um time de bambas, e os outros, não voltariam jamais, visto a força que fazem para esconder suas maracutaias e incompetência, tudo por querer de volta o poder de errar. #OEstragaRaça
Uma guerra civil anunciada
Link para a matéria
https://www.metropoles.com/brasil/politica-brasil/conselho-federal-de-medicina-divulga-nota-de-repudio-a-cpi-da-covid?amp
quarta-feira, 2 de junho de 2021
O miserê dos mascarados
A conivência das mulheres de esquerda com a CPI machista
terça-feira, 1 de junho de 2021
O pibão contra a recessão da Dilma
A ideologia não consegue travar a Bolsa
A Bolsa brasileira conta hoje com 3.687.026 investidores pessoas fisicas, sendo que uma grande parte deles são biscateiros da nova economia, pessoas da periferia educadas e graduadas nos governos de esquerda, que em São Paulo votaram no Boulos, mas por ideologia política uma parte privilegiada da classe media insiste em querer alijar, para mantê-los dentro do processo de vassalagem. Pensem nisso! #OEstragaRaça
Um Choque de Realidade na Cabeça da Burguesia
domingo, 30 de maio de 2021
A serpente populista caminha em zigue zague
O povo não é apenas a casca do ovo
Hoje tivemos mais uma manifestação, e como na da semana passada, para mim, faltou povo. No outro fim de semana, a direita se manifestou em apoio ao governo, com motos. E não eram motos como as que vejo por aqui, caindo aos pedaços, impostos e taxas atrasadas, sendo paradas por blitzes corruptas, muito mais por extorsão, que pela segurança da população. No Rio de Janeiro, era uma burguesia, possivelmente da Barra da Tijuca e adjacências, parte da elite governante, montada em cilindradas de alto padrão, vestida de verde e amarelo para se dizerem patriotas. Hoje foi a vez da esquerda, com suao parcela da sociedade burguesa e, na minha percepção, possivelmente vindos da Zona Sul, conduzidos ao local não e quentões superlotados, mas reconfortados em metrôs e buzões refrigerados, carregados do vermelho das palavras de ordem dos partidos que lhes ampararam com bons salários e pensões. Ainda bem que a democracia permite a todos se sentirem parte integrantes desse tão sonhada classe trabalhadora, que a polis denomina "povo", a massa de miseráveis que passa fome, desempregada ou fazendo biscates, recebendo seus miseros auxílios, pra não morrerem na indigência, e depois fazer parte das estatísticas que elegerão os politicos hábeis nas narrativas e manipulações. #OEstragaRaça
sábado, 16 de março de 2019
O Melhor Presidente do Brasil
(artigo publicado no Facebook em 15/03/2017)
"Esta é a imagem de um homem ousado, que no dia de hoje encontra-se mais feliz que pinto no lixo.
Bombardeado diariamente pela imprensa, com uma pauta moral nascida da grife Lava Jato, comandada por um juiz que morre de medo de prender um meliante que enriqueceu as custas da corrupção, e apoiada na tristeza de uma esquerda festiva por ter visto uma mulher incompetente, que não servia nem para gerente de supermercado, e que afundou o Brasil na sua maior crise, quebrando sua maior empresa, a Petrobrás, e colocando na rua 13 milhões de desempregados em 3 anos de recessão.
Hoje ele sorri, com a perspectiva da elevação da nota de risco do Brasil pelas agências de rating, com um vitorioso leilão de aeroportos, que vai dar ao passageiro doméstico brasileiro padrões internacionais, e finalmente com o retorno de muita a gente ao mercado de trabalho, como indica o crescimento do emprego, o melhor desde de 2009, o apoio da juventude a sua reforma do ensino, e as obras que estavam paradas a meses sendo inauguradas.
Com calma, paciência e capacidade de negociação vem se entregando a reformar a economia do país, encarando o descrédito e a impopularidade de milhões, que não querem enxergar que seu futuro e dos seus filhos depende de consertar as mazelas de um pais onde a farinha é pouca, mas o pirão de cada um vem primeiro, as custas do sacrifício daqueles que pagam impostos, mas não tem internet para se defender com memes indignados e engraçadinhos, nem tampouco tempo para ficar marchando atrás de lideranças oportunistas.
É hora de o Brasil começar a abrir os olhos, e começar a olhar o futuro com esperança, acreditando que tem um presidente que pensa no seu país com a determinação de fazer, e que olha adiante com um olhar na história, sem se preocupar com aqueles apegados as suas boquinhas, privilégios, listas e maracutaias, arquitetadas em parceria com uma imprensa politicamente desonesta, que ao invés de olhar o bem da coletividade e o futuro da nação, ficam montados em picuinhas que trazem apenas audiências e claques para seus projetos de poder.
O 'Blog do Estraga Raça', com sua linha de traço de leitores, e tendo o ranço daqueles que não se negam a pensar com suas próprias cabeças como incentivo, tem orgulho de escrever este editorial, alinhado com o pensamento de quem investe aqui, e que acredita que Michel Temer pode vir a reescrever a nossa história." #OEstragaRaça
domingo, 23 de setembro de 2018
Constituição já é golpe!
Contavam eles que na realidade teremos mais do mesmo, ex secretários, o vice prefeito, gente envolvida na política local há muito tempo.
Haveria um novo, mas sem nenhuma expressão política na cidade e sem apoio da população.
Toda a campanha na cidade é feita toda na base da cooptação, troca de favores, coisas assim.
Dizem eles, eleitores comuns que os cargos já estão todos loteados.
E o que acontece em Iguaba não é diferente do que existe nos quase 5.000 municípios brasileiros.
Nosso pensamento elitista quando se fala em municípios, pensa quase sempre nos municípios médios e grandes, naqueles de população mais esclarecida e PIB maior, que são a minoria do nosso quadro eleitoral, embora possam representar muita gente.
Mas porque toda essa reflexão?
Veio a propósito de um movimento que se fazendo por uma Assembléia Constituinte, isso porque se esse Congresso que virá em 2019 não conseguir expressar mudança ou avanço na sua composição, nenhuma outra assembléia eleita conseguirá.
Hoje com o poder dado ao Judiciário, Procuradores e PF, além da Imprensa, que vem se impondo acima do Congresso e do Legislativo, qualquer eleição que venha se tornará uma réplica do que vier a acontecer nessa, onde o pensamento do povo, expresso na polaridade entre o pensamento populista militar e o de esquerda, será sempre diferente do pensamento burguês da chamada classe média esclarecida.
Para mim soluções de crises como as que, de vez em quando acontecem no Brasil devem ser imediatas, e essa conversa de Constituição agora é igual a enrolação que a presidente Dilma propôs na crise de 2013.
Antes de propor uma Assembleia Nacional Constituinte temos que ver o que vem por ai com o novo Congresso, qual a conjugação de forças que irá se estabelecer.
Se quem assumir não conseguir construir uma base de poder sólida para governar, pensemos numa outra solução.
Em 2013 tínhamos dois caminhos, a revolução ou uma nova Constituição, com eleições livres em 2014.
Mas não deu, venceram as forças do atraso, com toda a capacidade de acochambração que os poderosos tem.
E nessa quesito me ponho ao lado do povo, e povo não sonha, come!
O governo Temer acenou com um caminho, uma pinguela que tínhamos de atravessar com sacrifícios, e que quase conseguiu.
E o que acontece? Foi vencido por uma pauta moral que causou enorme prejuízo ao país e aos brasileiros, mil vezes maior que a corrupção que se punha a investigar.
De sobra conseguiram transformar o partido do residente e seu governo no vilão da história, transformando em vencedores e vítimas os verdadeiros culpados.
Esse é o Brasil dos que clamam por uma nova Constituição antes do fim do pleito, onde os interesses e privilégios estão acima de qualquer outro interesse.
sexta-feira, 20 de abril de 2018
A entrevista do corrupto condenado José Dirceu
Quem viveu o Brasil e suas lutas de afirmação democrática sabe da importância de José Dirceu nesse contexto.
Lendo a entrevista dele ao jornal Folha de São Paulo hoje (leia aqui), introspectiva, humana, sincera vemos como a cadeia, enquanto elemento de transformação é importante.
Aquele que reconhece que aquela situação é real, e a encara no seu dia a dia com a resiliência de quem está preso se transforma.
Todo este ódio espalhado pelo país nada tem a ver com política, é burrice mesmo, gente que não leu e nunca se comprazeu pelo destino de alguém, gente egoísta que nunca teve um ideal coletivo.
Sem entrar no mérito daquilo que se acertou sobre ele como crime, José Dirceu merece o respeito, que se deve ter a todo ser humano.
Fico impressionado com a falta de educação daqueles que certamente irão denegrir sua entrevista e sua entrevistadora, mas me impressiona mais a história contada ali, um pouco da natureza de pessoas poderosas que no fundo não passam de gente como a gente, frágeis mortais.
Afinal, esse é o objetivo da cadeia, reduzir a empáfia, trazer a reflexão e renovar o homem.
Tá tocando o terror com a fala da Gleisi Hoffman
Alguns sob a capa de monarquias, outros de parlamentarismo, mas ditaduras.
Por coincidência, como cita a senadora no vídeo, em sua viagens internacionais Lula visitou estes países, incluindo ditaduras africanas sanguinárias.
A All-Jaazera é tida por muitos desses países como colaboradora do terror, por manter correspondentes junto a estes grupos.
Alguns, como os que atuam na Síria são financiados por países árabes, como a Arábia Saudita e o próprio Qatar.
Talvez seja por isso a analogia de alguns, dada a ligação de Lula com regimes ditatoriais.
Niterói, a cidade onde a esquerda voa de costas
Vivemos tempos difíceis, em que o ódio se sobrepõe a razão.
Temos um canal de televisão associado a um judiciário a procura de aplausos, amparado pelo PPOL (partido da polícia) e pelo PPR (partido dos procuradores) que faz das redes sociais um ambiente propício a ignorância da razão.
Lembro dos tempos do mensalão em que não havia Facebook, Twitter, em que a gente comentava em blogs de direita ou esquerda usando apenas o pensamento.
Cansei de comentar em blogs do Dirceu, Nassif, PHA, RA, e até do Roberto Jefferson, até que um dia comecei a sentir que os ventos estavam mudando, e resolvi criar meu próprio blog.
A partir dali a sensatez me tomou, e antes de deixar as enzimas do estômago me intoxicarem, penso, reflito e escrevo aquela que creio ser a minha verdade, porque hoje, se a opinião não vier carregada de ódio e rancor, não presta.
Faço essa observação por estar assistindo a série/documentário da Netflix sobre o sonho daquele guru, o Osho.
Temo que estejamos indo na mesma direção, numa espécie de "guerra civil", como aquela que declarou o presidente da França, Emanuel Macron estar em curso na Europa.
E para terminar, quanto ao Lula, vivia num mundo de gente do povo, e ao alcançar o poder se meteu num outro, e por mais que alguém como o Chico Buarque avisasse, "isso vai dar merda!", ele continuou, e acabou se lambuzando no modo de vida da pequena burguesia brasileira envolvida com política, com seus hábitos e prazeres conduzidos por muito dinheiro público.
Mas vamos combinar, foi condenado sem provas, considerando-se aquele tipo de prova que até ontem estávamos acostumados.
sábado, 24 de junho de 2017
Fora Temer! Fora Temer!
Ufa, também cansei! Cansei de ser minoria, quero ter likes, shares, quero poder botar qualquer idionssicrasia na minha página, qualquer bobagem, qualquer pensamento fútil, repleto de mediocridade, aumentar o trending das minhas publicações.
Fora Temer! Que bom poder ser irresponsável, incendiário de esquerda, amante das ditaduras bolivarianas, do peleguismo, do populismo inútil.
Fora Temer! Quero poder defender os interesses da minha corporação, sejam quais forem, desde que a mídia reproduza minha insatisfação, e tragam endividamento público, aumento dos juros, recessão e inflação, pondo na rua mais gente para engrossar a massa de manobra do nosso "Fora Temer!".
Fora Temer! Quero poder ver os craqueados nas calçadas, cagados, mijados, fedidos, e ficar cheio de vontade de levar para casa, dividindo o quarto com meus netos.
Ufa! Que sentimento bom é esse de ser maioria, de pensar como artistas, celebridades, articulistas da Imprensa cheios de fama e de dinheiro.
Fora Temer! Agora vou poder assistir o JN, o JG, os debates da GloboNews, e ler os editoriais do Grupo Globo sem me irritar, sem passar mal e com vontade de vomitar, compartilhar a agitação lavajadista de Diogo Mainardi e seu bando do facesite OAntagonista, sem ser visto como inimigo.
Obrigado Datafolha, obrigado Brasil, obrigado indignados e frustrados da internet! Peço perdão por achar todos vocês uns ignorantes, uns boçais, e por não ter curtido nada do que postaram, enquanto eu, o bam bam bam desse lugar ficava falando em conspiração Janot/Fachin/Globo, na ditadura da prima Carmen, do Judiciário submetido a sanha dos procuradores, pegando no pé da grife Lava Jato, chamando o juiz Moro de cagão por não ter prendido o Lula antes que ele ficasse forte e sonhasse em voltar..
Agora estou do lado de vocês! Podem me chamar para qualquer passeata, qualquer manifestação, qualquer greve geral que estarei a postos, empunhando minha plaquinha escrita a mão: "FORA TEMER!"
sábado, 10 de junho de 2017
Somos todos uns boçais
Foi uma luta dura, apenas com o Jornal do Brasil trabalhando ao lado do projeto, todo construído por grandes nomes da política e desenvolvido com o apoio das ruas.
A morte do Tancredo também trouxe frustração a muitos, a mim nada, era meio que um Temer que surgiu no vácuo de uma situação.
Na queda do Collor também me chateei, não por ele, mas por minhas filhas adolescentes que se envolveram nas manifestações, pintaram o rosto de verde e amarelo, e mais tarde tiveram que amargar sua frustração naquele abraço do Lindberg com o Collor, e na aliança dele com o Luís Inácio.
Mas amarguei outras dores, outros sentimentos de frustração, não por nada daqui, mas por lá fora, vendo uma invasão americana ao Iraque, baseada numa mentira, levando a morte de milhões sem nada resolver ou trazer a paz. Com o genocídio praticado por Israel contra os palestinos, e também com a cínica situação criada pela Sra. Hillary Clinton, que nos levou a um terror e a uma mortandade pior que a ditadura dos Assad.
O mundo agora, mais que antigamente, vive sob a ditadura da Imprensa, e é ela quem conduz nossos sentimentos mais comezinhos de indignação e ódio político.
Até bem pouco a Imprensa nacional estava a caminho do traço, sendo tragada pelo crescimento da internet, que com seus blogs informativos dava a muitos a possibilidade de fazer notícia, deixando para trás a informação tradicional, via jornal e revista impresso, enquanto que no mundo jornais eram vendidos aos borbotões.
Mas sorrateiramente ela, a Imprensa se apossou do conteúdo virtual, foram acertando o passo, seguindo em frente na direção de conquistar as nossas almas. Como bestas caímos na armadilha de produzir conteúdos gratuitos para eles, traídos por nossas emoções mais banais, no afã de querer ter voz e participar do processo político.
Nesta crise eles acertaram a mão de vez e conseguiram atingir em cheio o coração das pessoas, numa incrível conjugação de internet com televisão. Não foi um movimento de fora, mas produzido dentro de um grande jornal.
O estopim da crise se deu na internet, mas como um rastilho de pólvora se espalhou pela televisão, através da ampla janela dos noticiários globais.
Os grandes players da mídia resistiram bravamente nos três primeiros dias àquela gravação, que qualquer editor sério teria jogado no lixo vindo das mãos de um estagiário.
Como o jornalismo de hoje não é feito mais por grandes editores, como os de antigamente, mas por jornalistas âncoras que conquistaram prestígio e credibilidade, independentemente do nome do jornal que os abriga como PJ, pouco importa o mal que podem causar. Seus passes comprados a peso de ouro, dão a eles o direito as manchetes, já que editam livremente seus conteúdos, São como corretores de imóvel que detêm uma rede de porteiros, pronto para lhes dar a preciosa informação que precisam para ganhar milhões com um bom apartamento.
Na minha visão o que aconteceu hoje nada mais foi que a vitória de um poder, o judiciário, sobre um outro poder, a Imprensa. Nada dessa coisa de santos contra demônios, de honestos contra safados, de políticos bons e ruins, mas sim o prosseguimento de uma batalha, dos podres poderes de uma nação construída em cima da hipocrisia daqueles que se beneficiaram das mesmas coisas que criticam, do mesmo compadrio, da mesma corrupção, para ganhar dinheiro em cima da frustração alheia e adquirir mais poder.
E como diria Caetano, somos todos uns bestas, uns boçais que caímos nessa esparrela de um novo modelo de poder.
