A decisão de ontem do STF pode ter chocado muita gente, mas foi um ato que demonstrou apenas uma coisa, a internet não detêm o poder!
Temos no Brasil uma democracia, chamada de participativa, onde o cidadão se manifesta através do voto para eleger seus delegados, e estes, junto com o executivo, indicam os juízes e o promotor geral que irão reger as nossas leis.
O que estamos tendo, com a grife Lava Jato sendo embalada pela grita da internet e da imprensa é uma inversão.
Através da internet e da imprensa o cidadão opina, diverge, instrui, mas não pode querer fazer a lei.
Fosse assim voltaríamos aos tempos do bang bang ou da era medieval, onde as turbas ensandecidas decidiam quem iria morrer.
A imprensa de hoje está a reboque da internet enquanto opinião pública. Foi salva por ela em sua crise comercial na mudança do impresso pelo digital. E como a imprensa se crê um quarto poder tomou a internet para si para conduzir seu noticiário.
E dessa postura se servem outros atores políticos e judiciais, que no afã de fazer cumprir a lei pulam etapas, e muitas vezes se esquecem do seu papel.
A opinião pública pôs a grife Lava Jato no colo. Seu serviço de caça a corruptos criminosos está sendo exemplar. Mas na hora de aplicar a lei, faz valer critérios que, aos olhos da Constituição e do STF são antidemocráticos.
Agora o que temos com essa decisão de ontem? Uma grande frustração com a libertação dos "bandidos" que ela conseguiu ver conduzida para a forca.
De agora em diante todos deverão sentar e decidir, se querem que a democracia tal qual como ela está posta deve prosseguir, ou se querem um outro regime.
Mas isso é assunto para uma Assembléia Constituinte, e que não seja digital.
Na internet todo mundo mete o dedo na ferida, ou no nariz do outro. Tanto faz se sobre política, economia ou comportamento. O importante é cutucar, informar, ter opinião sobre tudo, seja fazendo graça ou falando sério. Por isso estamos aqui para pensar, falar das injustiças contra minorias e países, e dar nosso palpite sobre a fábula do enfraquecimento moral desse país, suas mazelas e problemas, pois não queremos carregar a maldita herança que estão querendo nos deixar.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
terça-feira, 25 de abril de 2017
Façam greve! Se gostam de merda, que morram comendo!!!
Se fosse o Temer, retirava todas essas reformas do Congresso, fazia um brutal aumento de impostos para cobrir o rombo das contas públicas até 2018, e atravessava seu mandato com sua popularidade de traço, e esse crescimento zero que estamos tendo.
Cansa ver tanta insensatez por parte de políticos da chamada "base aliada", com foco no princípio da "farinha é pouca meu pirão primeiro".
A Bolsa vai manter seu crescimento, e está pouco ligada com ao que acontece por aqui, uma vez que as estatais estão sendo administradas por gente profissional, com foco voltado para o mercado.
Os fatos políticos só ajudam a especulação, jogam os preços para baixo para alguém ganhar depois. Logo, queremos mais é que o país se dane!
Façam greve seus vagabundos privilegiados e tragam Luis Inácio de volta. Se gostam de merda, que morram comendo!!!
Cansa ver tanta insensatez por parte de políticos da chamada "base aliada", com foco no princípio da "farinha é pouca meu pirão primeiro".
A Bolsa vai manter seu crescimento, e está pouco ligada com ao que acontece por aqui, uma vez que as estatais estão sendo administradas por gente profissional, com foco voltado para o mercado.
Os fatos políticos só ajudam a especulação, jogam os preços para baixo para alguém ganhar depois. Logo, queremos mais é que o país se dane!
Façam greve seus vagabundos privilegiados e tragam Luis Inácio de volta. Se gostam de merda, que morram comendo!!!
O partido bonitinho e o pais quebrado
O desembarque do PSB do governo Temer tem como objetivo ocupar o vácuo deixado nas esquerdas pela derrocada do PT, sonho de Eduardo Campos e Miguel Arraes. Aliás, Miguel Arraes quando candidato a presidência ficou no traço, e Eduardo Campos só avançou por se colocar ao lado do liberalismo econômico.
No entanto esquecem que o PT só se criou e chegou onde chegou com Luís Inácio na política brasileira, fora a corrupção astronômica, pelas concessões que fez ao chamado mercado.
Ficar ao lado da classe trabalhadora num primeiro momento pode dar voto, principalmente pela natureza das reformas, bombardeadas em gênero e grau por toda a esquerda e melancias apoiadoras. Mas na hora de governar vão precisar de agradar ao capital, como fez Luís Inácio, de novo tirando fora a corrupção astronômica.
E o capital quer gestão, coisa dando certo, governo no seu lugar e empresários promovendo o crescimento.
Não quer se meter com república sindicalista, corrupção, burocracia governamental, um estado gigante que corroí toda a poupança da população, satisfazendo privilégios de todas as formas.
O PSB pode ir adiante no seu ideal socialista, mas não vai trazer crescimento, aumento de emprego, dinheiro no bolso do cidadão, ao apoiar uma pauta equivocada de burocratas e sindicalistas.
Que o governo consiga minar essa dissenção, para que o Brasil não sofra as consequências de um partido bonitinho.
No entanto esquecem que o PT só se criou e chegou onde chegou com Luís Inácio na política brasileira, fora a corrupção astronômica, pelas concessões que fez ao chamado mercado.
Ficar ao lado da classe trabalhadora num primeiro momento pode dar voto, principalmente pela natureza das reformas, bombardeadas em gênero e grau por toda a esquerda e melancias apoiadoras. Mas na hora de governar vão precisar de agradar ao capital, como fez Luís Inácio, de novo tirando fora a corrupção astronômica.
E o capital quer gestão, coisa dando certo, governo no seu lugar e empresários promovendo o crescimento.
Não quer se meter com república sindicalista, corrupção, burocracia governamental, um estado gigante que corroí toda a poupança da população, satisfazendo privilégios de todas as formas.
O PSB pode ir adiante no seu ideal socialista, mas não vai trazer crescimento, aumento de emprego, dinheiro no bolso do cidadão, ao apoiar uma pauta equivocada de burocratas e sindicalistas.
Que o governo consiga minar essa dissenção, para que o Brasil não sofra as consequências de um partido bonitinho.
De garotos mimados e pelegos
Engraçado, mas ainda não li na internet, dito por algum trabalhador de estatal, professor universitário, funcionário público do nível médio para cima, o que a Reforma da Previdência afeta diretamente a si.
Só vejo palavras de ordem iradas e genéricas, que mais parecem defesa de partido político, ou apoio aos pelegos sindicalistas.
Queria um sentimento pessoal, uma declaração, algo que denotasse um prejuízo imensurável, que coloca-se em risco risco seu padrão de vida e da sua família.
Verbalizar privilégios pela voz de terceiros é covardia, coisa de quem sabe que o povo brasileiro não tem, nem nunca vai conseguir ter o que eles tem.
Apoiar essa greve geral de sexta-feira, só para ficar quatro dias no bem bom em casa, dando munição a pelegada e ao lulopetismo, é ajudar a levar esse país para um buraco definitivo, coisa de garoto mimado, que por birra não teve atendido seu pedido de uma nova bicicleta por Papai Noel.
Só vejo palavras de ordem iradas e genéricas, que mais parecem defesa de partido político, ou apoio aos pelegos sindicalistas.
Queria um sentimento pessoal, uma declaração, algo que denotasse um prejuízo imensurável, que coloca-se em risco risco seu padrão de vida e da sua família.
Verbalizar privilégios pela voz de terceiros é covardia, coisa de quem sabe que o povo brasileiro não tem, nem nunca vai conseguir ter o que eles tem.
Apoiar essa greve geral de sexta-feira, só para ficar quatro dias no bem bom em casa, dando munição a pelegada e ao lulopetismo, é ajudar a levar esse país para um buraco definitivo, coisa de garoto mimado, que por birra não teve atendido seu pedido de uma nova bicicleta por Papai Noel.
sexta-feira, 21 de abril de 2017
Quanto custa uma franquia Lava Jato?
Não tenho nada contra a Lava Jato. Que ela continue em seu julgamento dos desvios ocorridos na Petrobras e outros, durante os 14 anos do lulopetismo.
Minha implicância é com a imprensa, que transformou a Lava Jato numa grife, espalhada por todo o país e em todas as áreas.
Roubaram os ovos do galinheiro dá repartição, é Lavagem Jato. Surrupiaram a borracha dá mesa do colega de escritório, é Lava Jato.
A Lava Jato é hoje um ser onipresente que se sobrepõe a qualquer Tribuna Superior, referência legal dos crimes das mais diversas ordens, e isso transforma seus atores, procuradores, policiais e juízes em jornalistas, que produzem os fatos que serão estampados nas manchetes.
E aí daquele que quiser ser contra, falar algo que se interponha a essa parceria, judiciário/imprensa. É levado ao cadafalso sem direito a perdão.
A investigação na Petrobras abriu uma grande tampa, roubasse muito e em todo lugar, mas daí querer se antecipar ao devido processo legal, e condenar os acusados por antecipação, não está correto. Se ele vai usar das brechas dá lei para fugir da mulher cadeia, é problema dá legislação que foi criada para servir aos poderosos.
Mas não podemos esquecer que a imprensa é considerada um poder o quarto da república, mas que tem um único objetivo, ganhar dinheiro, embora se apresente como defensora dá verdade.
Minha implicância é com a imprensa, que transformou a Lava Jato numa grife, espalhada por todo o país e em todas as áreas.
Roubaram os ovos do galinheiro dá repartição, é Lavagem Jato. Surrupiaram a borracha dá mesa do colega de escritório, é Lava Jato.
A Lava Jato é hoje um ser onipresente que se sobrepõe a qualquer Tribuna Superior, referência legal dos crimes das mais diversas ordens, e isso transforma seus atores, procuradores, policiais e juízes em jornalistas, que produzem os fatos que serão estampados nas manchetes.
E aí daquele que quiser ser contra, falar algo que se interponha a essa parceria, judiciário/imprensa. É levado ao cadafalso sem direito a perdão.
A investigação na Petrobras abriu uma grande tampa, roubasse muito e em todo lugar, mas daí querer se antecipar ao devido processo legal, e condenar os acusados por antecipação, não está correto. Se ele vai usar das brechas dá lei para fugir da mulher cadeia, é problema dá legislação que foi criada para servir aos poderosos.
Mas não podemos esquecer que a imprensa é considerada um poder o quarto da república, mas que tem um único objetivo, ganhar dinheiro, embora se apresente como defensora dá verdade.
quarta-feira, 19 de abril de 2017
Loucos que não rasgam dinheiro
Eduardo Cunha era um grande operador de bolsa, sabia como ninguém aproveitar os meandros do mercado de opções para ganhar algum com aquilo que recebia de outras fonte.
Pelo visto, os senhores deputados da atual legislatura também estão aprendendo, ou querendo a aprender.
Senão, por que estão tocando as votações de olho no mercado, jogando no chão ativos que não eram para virar pó?
Sabem que se essa Reforma da Previdência não sair, o seu estará perdido, mas fazem questão de jogar contra até onde puderem para comprar em Bolsa na bacia das almas.
E não são só eles, a imprensa também está nessa jogada, mordem e assopram pois sabem que quem opera é avesso ao risco, e tudo que conseguirem fazer de ruim vai ajudar seu bolso.
Só não esperem por um fatídico final, pois eles podem ser loucos, mas não rasgam dinheiro!
Pelo visto, os senhores deputados da atual legislatura também estão aprendendo, ou querendo a aprender.
Senão, por que estão tocando as votações de olho no mercado, jogando no chão ativos que não eram para virar pó?
Sabem que se essa Reforma da Previdência não sair, o seu estará perdido, mas fazem questão de jogar contra até onde puderem para comprar em Bolsa na bacia das almas.
E não são só eles, a imprensa também está nessa jogada, mordem e assopram pois sabem que quem opera é avesso ao risco, e tudo que conseguirem fazer de ruim vai ajudar seu bolso.
Só não esperem por um fatídico final, pois eles podem ser loucos, mas não rasgam dinheiro!
O penhor da Previdência
Desde o início já sabíamos que o projeto inicial da Reforma da Previdência não passava de um bode na sala.
Quem trabalhou durante anos com orçamento público como eu, sabe disso. Nada que diz respeito a dinheiro e que dependa de uma aprovação superior é o que parece.
As contas são infladas, e algumas carregam o peso orçamentário para tirar os olhos de outra, mais essencial. Ai fica mais fácil administrar quando vem a tesoura.
E é assim com o trato legislativo, sempre disposto a cortar ou aumentar, dependendo do enfoque.
Sempre soubemos que o foco era o aumento da idade para 65 anos, o que não pegaria em nada o trabalhador pobre, que quase sempre não consegue tempo para se aposentar, mas sim a certas categorias funcionais do serviço público, que acham que tem de dar pouco, pelo muito que ganham para ter tempo de gozar a vida e sair por ai gastando nosso pobre dinheirinho, enquanto Universidades, hospitais, obras e fiscalização carecem de profissionais experientes, para dar ao serviço público a eficiência que deveria ter.
E não queira o marcado ou a imprensa sacrificar o presidente Temer na sua interinidade de 2 anos e pouco. Reforma da Previdência é assim mesmo, feita aos soluços, não só por que atinge privilégios enraizados, como também oferece palanque a grita da oposição.
Pedir a quem se sente prejudicado reflexão, não é pouco. O Brasil precisa mais que o seu breve bem estar da velhice, já que trabalhar ninguém conseguirá deixar para trás, seja em função da família, ou de sua casa.
Melhor perder algumas jóias no penhor da vida, do que ficar sem ela.
Quem trabalhou durante anos com orçamento público como eu, sabe disso. Nada que diz respeito a dinheiro e que dependa de uma aprovação superior é o que parece.
As contas são infladas, e algumas carregam o peso orçamentário para tirar os olhos de outra, mais essencial. Ai fica mais fácil administrar quando vem a tesoura.
E é assim com o trato legislativo, sempre disposto a cortar ou aumentar, dependendo do enfoque.
Sempre soubemos que o foco era o aumento da idade para 65 anos, o que não pegaria em nada o trabalhador pobre, que quase sempre não consegue tempo para se aposentar, mas sim a certas categorias funcionais do serviço público, que acham que tem de dar pouco, pelo muito que ganham para ter tempo de gozar a vida e sair por ai gastando nosso pobre dinheirinho, enquanto Universidades, hospitais, obras e fiscalização carecem de profissionais experientes, para dar ao serviço público a eficiência que deveria ter.
E não queira o marcado ou a imprensa sacrificar o presidente Temer na sua interinidade de 2 anos e pouco. Reforma da Previdência é assim mesmo, feita aos soluços, não só por que atinge privilégios enraizados, como também oferece palanque a grita da oposição.
Pedir a quem se sente prejudicado reflexão, não é pouco. O Brasil precisa mais que o seu breve bem estar da velhice, já que trabalhar ninguém conseguirá deixar para trás, seja em função da família, ou de sua casa.
Melhor perder algumas jóias no penhor da vida, do que ficar sem ela.
sexta-feira, 14 de abril de 2017
Tadinhos dos funcionários públicos e seus R$ 3.000.000,00!!!
O Prof. Ricardo Medronho da UFRJ, tem distribuído um texto pela internet que diz:
"Nós, funcionários públicos, pagamos e muito para nos aposentar. Por exemplo, para um salário de R$ 15.000,00, o segurado do INSS paga apenas R$ 608,44 (teto), enquanto que um servidor federal paga R$ 1.650,00 (11% do salário, sem teto!)."
Deixa ver se entendi.
Então se for aprovada a reforma um servidor federal que ganha R$ 15.000,00 ao mês irá economizar R$ 1.041,56 todo mês, pois irá passar a descontar pelo teto do INSS, é isso?
O problema é que essa diferença aplicada daria alguma coisa em torno de R$ 200.000,00, isso se o sujeito tiver 50 anos e for se aposentar com 65 anos, enquanto que se for aposentado com 50 anos irá receber quase R$ 3.000.000,00 atualizados, aos 65 anos de idade.
Será que se ele recebesse continuasse pagando pela teto 11% que paga atualmente cobriria a fortuna que receberia de aposentadoria se nada fosse feito?
O Prof. Ricardo Medronho da UFRJ, tem distribuido um texto pela internet que diz:
"Nós, funcionários públicos, pagamos e muito para nos aposentar. Por exemplo, para um salário de R$ 15.000,00, o segurado do INSS paga apenas R$ 608,44 (teto), enquanto que um servidor federal paga R$ 1.650,00 (11% do salário, sem teto!)."
Deixa eu ver se entendi.
Então se for aprovada a reforma um servidor federal que ganha R$ 15.000,00 ao mês irá economizar R$ 1.041,56 todo mês, pois irá passar a descontar pelo teto do INSS, é isso?
O problema é que essa diferença aplicada daria alguma coisa em torno de R$ 200.000,00, isso se o sujeito tiver 50 anos e for se aposentar com 65 anos, enquanto que se for aposentado com 50 anos irá receber quase R$ 3.000.000,00 atualizados, ao final de 65 anos de idade.
Será que se ele continuasse pagando pelo teto de 11% do funcionalismo público, cobriria a fortuna que receberia de aposentadoria se nada for feito?
"Nós, funcionários públicos, pagamos e muito para nos aposentar. Por exemplo, para um salário de R$ 15.000,00, o segurado do INSS paga apenas R$ 608,44 (teto), enquanto que um servidor federal paga R$ 1.650,00 (11% do salário, sem teto!)."
Deixa ver se entendi.
Então se for aprovada a reforma um servidor federal que ganha R$ 15.000,00 ao mês irá economizar R$ 1.041,56 todo mês, pois irá passar a descontar pelo teto do INSS, é isso?
O problema é que essa diferença aplicada daria alguma coisa em torno de R$ 200.000,00, isso se o sujeito tiver 50 anos e for se aposentar com 65 anos, enquanto que se for aposentado com 50 anos irá receber quase R$ 3.000.000,00 atualizados, aos 65 anos de idade.
Será que se ele recebesse continuasse pagando pela teto 11% que paga atualmente cobriria a fortuna que receberia de aposentadoria se nada fosse feito?
O Prof. Ricardo Medronho da UFRJ, tem distribuido um texto pela internet que diz:
"Nós, funcionários públicos, pagamos e muito para nos aposentar. Por exemplo, para um salário de R$ 15.000,00, o segurado do INSS paga apenas R$ 608,44 (teto), enquanto que um servidor federal paga R$ 1.650,00 (11% do salário, sem teto!)."
Deixa eu ver se entendi.
Então se for aprovada a reforma um servidor federal que ganha R$ 15.000,00 ao mês irá economizar R$ 1.041,56 todo mês, pois irá passar a descontar pelo teto do INSS, é isso?
O problema é que essa diferença aplicada daria alguma coisa em torno de R$ 200.000,00, isso se o sujeito tiver 50 anos e for se aposentar com 65 anos, enquanto que se for aposentado com 50 anos irá receber quase R$ 3.000.000,00 atualizados, ao final de 65 anos de idade.
Será que se ele continuasse pagando pelo teto de 11% do funcionalismo público, cobriria a fortuna que receberia de aposentadoria se nada for feito?
Da marolinha ao tsunami, o mal que o PT nos causou
O keynesianismo é uma teoria econômica muita usada pelo pensamento de esquerda quando fala em crescimento econômico.
Nela John Maynard Keynes coloca em cheque as ideias do livre mercado, argumentando que a economia não é autorregulada.
Não dizia, no entanto, que o Estado deveria controlar plena e amplamente a economia, aproximando-se de uma formulação marxista, mas que o Estado tinha o dever de conceder benefícios sociais para que a população tivesse um padrão mínimo de vida.
Essa teoria, quando apropriada pelo governo do PT durante a chamada "crise da marolinha", que se deu pela quebradeira dos bancos americanos, sabe-se hoje, não teve por objetivo oferecer crescimento econômico para que os mais pobres tivessem acesso a benefícios sociais que lhes desse um padrão mínimo de vida.
Teve por principal motivo a manutenção de um projeto de poder, e a criação de um estamento estatal controlado por grandes corporações, como se depreende da leitura das delações da Odebrecht.
A enorme fonte de corrupção que se criou com a entrada atabalhoada do estado na proeminência econômica, é fruto dessa política, criticada até por seus beneficiários, como cita Marcelo Odebrecht em sua delação.
E por querer manter o poder, elegeram uma pessoa sem a mínima competência política e profissional para dar prosseguimento ao processo, a senhora Janete Vana. Seu currículo de trabalho, todo forjado em indicações políticas, sem a mínima comprovação de resultados efetivos, mal lhe daria um cargo de gerente em alguma rede de supermercado.
O resultado é que tivemos a maior depressão da história brasileira, com mais de 13,5 milhões de brasileiros perdendo o emprego, e centenas de milhares de famílias endividadas, ao ponto de retornarem aos padrões de miséria que tinham antes da crise.
E agora fala-se na volta de Luís Inácio para aplicar de novo a mesma política que resultou num retumbante fracasso, citando-se a "marolinha" como fonte da reação.
O mundo hoje não vive mais da aplicação de uma única teoria econômica, ou de uma única formulação ideológica.
O exemplo da China, a maior nação comunista do mundo, mostra que o capitalismo de estado está atrelado ao liberalismo econômico bem mais do que se pensa.
Metas de inflação, controle orçamentário, baixo endividamento, alavancagem excessiva dos bancos oficiais, tudo isso e muito mais a China de hoje compreende, e segue a risca para não se ver atolada numa depressão catastrófica.
Melhor que uma "marolinha" seria aprender com esse "tsunami" provocado pelo PT, e refazer de vez o estado brasileiro, reformando-o de cabo a rabo.
Nela John Maynard Keynes coloca em cheque as ideias do livre mercado, argumentando que a economia não é autorregulada.
Não dizia, no entanto, que o Estado deveria controlar plena e amplamente a economia, aproximando-se de uma formulação marxista, mas que o Estado tinha o dever de conceder benefícios sociais para que a população tivesse um padrão mínimo de vida.
Essa teoria, quando apropriada pelo governo do PT durante a chamada "crise da marolinha", que se deu pela quebradeira dos bancos americanos, sabe-se hoje, não teve por objetivo oferecer crescimento econômico para que os mais pobres tivessem acesso a benefícios sociais que lhes desse um padrão mínimo de vida.
Teve por principal motivo a manutenção de um projeto de poder, e a criação de um estamento estatal controlado por grandes corporações, como se depreende da leitura das delações da Odebrecht.
A enorme fonte de corrupção que se criou com a entrada atabalhoada do estado na proeminência econômica, é fruto dessa política, criticada até por seus beneficiários, como cita Marcelo Odebrecht em sua delação.
E por querer manter o poder, elegeram uma pessoa sem a mínima competência política e profissional para dar prosseguimento ao processo, a senhora Janete Vana. Seu currículo de trabalho, todo forjado em indicações políticas, sem a mínima comprovação de resultados efetivos, mal lhe daria um cargo de gerente em alguma rede de supermercado.
O resultado é que tivemos a maior depressão da história brasileira, com mais de 13,5 milhões de brasileiros perdendo o emprego, e centenas de milhares de famílias endividadas, ao ponto de retornarem aos padrões de miséria que tinham antes da crise.
E agora fala-se na volta de Luís Inácio para aplicar de novo a mesma política que resultou num retumbante fracasso, citando-se a "marolinha" como fonte da reação.
O mundo hoje não vive mais da aplicação de uma única teoria econômica, ou de uma única formulação ideológica.
O exemplo da China, a maior nação comunista do mundo, mostra que o capitalismo de estado está atrelado ao liberalismo econômico bem mais do que se pensa.
Metas de inflação, controle orçamentário, baixo endividamento, alavancagem excessiva dos bancos oficiais, tudo isso e muito mais a China de hoje compreende, e segue a risca para não se ver atolada numa depressão catastrófica.
Melhor que uma "marolinha" seria aprender com esse "tsunami" provocado pelo PT, e refazer de vez o estado brasileiro, reformando-o de cabo a rabo.
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segunda-feira, 10 de abril de 2017
A maça do paraíso perdeu seu som de plim plim
Se antes já era, agora então a Globo virou o foco das atenções das redes, muito mais.
Depois da suspensão do ator José Mayer, o nível de exigência a toda e qualquer coisa e comportamento dos seus, vai aumentar.
Ainda mais se for no terreno tênue do assédio, pretensa violência, ou vestígio de preconceito contra a mulher.
O tribunal da internet não perdoa, e irá julgá-la com a ira daqueles a quem recorreu para aumentar seu Ibope.
Cada cena de novela, cada palavra de apresentador ou repórter, um simples escorregão de um funcionário ou ator vai viralizar.
O espaço que teve de dar hoje ao peti de uma participante neurótica, com seu namorado psicopata, foi mais um exemplo, com polícia na porta e tudo mais, de como um dos últimos bastiões a lebertinagem dos costumes está caindo.
Tudo isso sem o vade retrum dos pastores, ou a maldição da Santa Sé.
A continuar assim, melhor fechar e se transformar em teve digital no YouTube, pois não haverá mais nada a mostrar, pois o pecado deixou de morar ao lado, e a maçã do paraíso perdeu seu som de plim plim.
Depois da suspensão do ator José Mayer, o nível de exigência a toda e qualquer coisa e comportamento dos seus, vai aumentar.
Ainda mais se for no terreno tênue do assédio, pretensa violência, ou vestígio de preconceito contra a mulher.
O tribunal da internet não perdoa, e irá julgá-la com a ira daqueles a quem recorreu para aumentar seu Ibope.
Cada cena de novela, cada palavra de apresentador ou repórter, um simples escorregão de um funcionário ou ator vai viralizar.
O espaço que teve de dar hoje ao peti de uma participante neurótica, com seu namorado psicopata, foi mais um exemplo, com polícia na porta e tudo mais, de como um dos últimos bastiões a lebertinagem dos costumes está caindo.
Tudo isso sem o vade retrum dos pastores, ou a maldição da Santa Sé.
A continuar assim, melhor fechar e se transformar em teve digital no YouTube, pois não haverá mais nada a mostrar, pois o pecado deixou de morar ao lado, e a maçã do paraíso perdeu seu som de plim plim.
sexta-feira, 7 de abril de 2017
O Covarde ataque americano a Syria
Quando o ditador Assad resolveu concordar com a chamada 'comunidade internacional', e eliminar seu arsenal de armas químicas, alguns dos quartéis que as guardavam já tinham sido atacados pelos insurgentes.
Naquele momento Assad perdia a guerra, Damasco era dada como a bola da vez, e ataques químicos de origem não verificada já tinham acontecido, dizem que com armas fornecidas pela Arábia Saudita.
Na guerra da Síria os insurgentes agem como o trafico no Rio de Janeiro, batem em retirada mas sob a condição de não deixarem seus arsenais para trás.
Idlib, a cidade onde ocorreu o incidente, está sob as mãos da Al-Kaeda, grupo terrorista de triste memória, e que atuava em Allepo quando Assad reconquistou a cidade.
Embora todo um arsenal de propaganda, que até parece que já estava montado para difundir o "ataque", tal a rapidez da reação americana e da chamada 'comunidade internacional', imprensa inclusive, a comoção mundial com as fotos e reações dramáticas da população local diante das crianças dizimadas, não era de se desprezar.
O "ataque" mereceria uma investigação melhor, em que se levasse em conta as informações militares russas, mas agora inês é morta e a confusão está formada, com os terroristas colhendo os resultados dos prejuízos que os EUA causaram a Síria, e os apoiadores de Assad se preparando para uma ampliação do conflito militar.
É esperar para ver o que virá depois de mais essa intervenção militar americana.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
2018 e a volta do lulopetismo
Porque o bolivarianismo está no poder há tantos anos na Venezuela?
Primeiro seus opositores tentaram um golpe de estado a moda antiga, que os militares de Chaves fizeram fracassar.
Depois o chavismo começou a fazer água, grandes manifestações nas ruas, e a indicação que faltava pouco para ele cair.
Aí a oposição começou com aquela lenga lenga de uma nova política, o velho paradoxo do velho e do novo, e não conseguiu se unir, pulverizando seu voto.
Chaves avançou ainda mais no controle do estado, e colocou Maduro em seu lugar.
Agora a pouco tivemos eleições no Equador e mais um bolivariano conseguiu se manter no poder.
O que temos aqui?
Novas ambições surgindo na política, apoiadas por um certo romantismo, que une gestão e aversão a política, tendo como pano de fundo um furor quase uterino, que já se transformou em grife, a Lava Jato, e uma imprensa desonesta que só pensa no seu, radar ligado nos 'trendings topics' da web.
Toda essa crescente ingenuidade política vai servindo de caldo de cultura para a volta do lulopetismo, que se utiliza da ânsia de muitos pela manutenção de privilégios, travestidos aqui de direitos, para minar a possibilidade de reformas, que trariam o crescimento, e colocariam de vez uma pá de cal no populismo de esquerda.
Como o Brasil se transformou no país de ninguém, onde a internet mais parece uma torre de Babel sem nenhum consenso, teremos a repetição da história, pois ninguém se interessa em saber o que aconteceu com os outros e com a gente no passado.
Melhor continuar no bagaço do que se esforçar para entender.
Primeiro seus opositores tentaram um golpe de estado a moda antiga, que os militares de Chaves fizeram fracassar.
Depois o chavismo começou a fazer água, grandes manifestações nas ruas, e a indicação que faltava pouco para ele cair.
Aí a oposição começou com aquela lenga lenga de uma nova política, o velho paradoxo do velho e do novo, e não conseguiu se unir, pulverizando seu voto.
Chaves avançou ainda mais no controle do estado, e colocou Maduro em seu lugar.
Agora a pouco tivemos eleições no Equador e mais um bolivariano conseguiu se manter no poder.
O que temos aqui?
Novas ambições surgindo na política, apoiadas por um certo romantismo, que une gestão e aversão a política, tendo como pano de fundo um furor quase uterino, que já se transformou em grife, a Lava Jato, e uma imprensa desonesta que só pensa no seu, radar ligado nos 'trendings topics' da web.
Toda essa crescente ingenuidade política vai servindo de caldo de cultura para a volta do lulopetismo, que se utiliza da ânsia de muitos pela manutenção de privilégios, travestidos aqui de direitos, para minar a possibilidade de reformas, que trariam o crescimento, e colocariam de vez uma pá de cal no populismo de esquerda.
Como o Brasil se transformou no país de ninguém, onde a internet mais parece uma torre de Babel sem nenhum consenso, teremos a repetição da história, pois ninguém se interessa em saber o que aconteceu com os outros e com a gente no passado.
Melhor continuar no bagaço do que se esforçar para entender.
sábado, 1 de abril de 2017
O país do ninguém
O país do mimimi está se transformando no Brasil do ninguém.
- Ninguém para se insurgir contra a não aprovação da PEC que o permitiria as Universidades Públicas cobrarem pelos cursos de pós graduação e especialização, continuando a ser o paraíso dos endinheirados;
- Ninguém para dizer que, os funcionários públicos, que tanto protestam contra a Reforma da Previdência, tiveram um aumento de 5,1% em sua massa salarial no último quadrimestre, enquanto milhões de brasileiros perdiam empregos, ou tinham seus salários diminuídos pela crise criada pelo lulopetismo;
- Ninguém para se indignar contra o vazamento das delações premiadas feitas pelos comparsas do Rodrigo Janot, em conluio com a imprensa, sob o abrigo da grife Lava Jato.
- Ninguém para se perguntar se a tentativa de golpe de estado feita pelo judiciário dá Venezuela, não é igual a interferência do STF brasileiro no Legislativo, contrariando a independência de poderes;
- Ninguém para dizer que a demora do juiz Moro em decidir sobre o réu Luis Inácio, irá levar o país a uma enorme crise, pois o petismo descobriu que fazendo barulho e mostrando a dicotomia da sociedade, que se borra de medo e de paixão por aquilo que a esquerda trás de privilégios, ganhos de corrupção e desarranjo econômico, irá traze-los de volta em 2018.
- Ninguém para se insurgir contra a não aprovação da PEC que o permitiria as Universidades Públicas cobrarem pelos cursos de pós graduação e especialização, continuando a ser o paraíso dos endinheirados;
- Ninguém para dizer que, os funcionários públicos, que tanto protestam contra a Reforma da Previdência, tiveram um aumento de 5,1% em sua massa salarial no último quadrimestre, enquanto milhões de brasileiros perdiam empregos, ou tinham seus salários diminuídos pela crise criada pelo lulopetismo;
- Ninguém para se indignar contra o vazamento das delações premiadas feitas pelos comparsas do Rodrigo Janot, em conluio com a imprensa, sob o abrigo da grife Lava Jato.
- Ninguém para se perguntar se a tentativa de golpe de estado feita pelo judiciário dá Venezuela, não é igual a interferência do STF brasileiro no Legislativo, contrariando a independência de poderes;
- Ninguém para dizer que a demora do juiz Moro em decidir sobre o réu Luis Inácio, irá levar o país a uma enorme crise, pois o petismo descobriu que fazendo barulho e mostrando a dicotomia da sociedade, que se borra de medo e de paixão por aquilo que a esquerda trás de privilégios, ganhos de corrupção e desarranjo econômico, irá traze-los de volta em 2018.
sexta-feira, 31 de março de 2017
José Dirceu e a vida numa prisão brasileira
"Espelho é proibido. Vidro também. Então, pegue um prato grande que reflita sua imagem - e mantenha ele limpo sempre. Água mineral? Só com receita médica. A solução é ferver a água ou tomá-la “in natura” da torneira. Eu nunca tive problemas.
Saúde? É fácil cuidar. Bebida, cigarro, gordura, ou é proibido ou não existe simplesmente. Você pode pedir comida hipossódica e evitar excessos na sexta-feira, quando as famílias de todos os presos podem trazer comida. Embora o peso seja controlado. Nada que possa virar cachaça - a revista é rigorosa.
O preso deve fazer exercícios todos os dias. No meu caso, 71 anos, é light. O importante é manter os músculos lombares fortes. E as pernas. Flexão, abdominal, pesos, caminhadas. No meu caso, pelo menos 20 minutos diários. É importante tomar sol ou ingerir vitamina D - para mim, a recomendação é de 20 minutos diários. O banho de sol é de cinco dias por semana, mas na média são três por conta de chuva, normas de segurança, etc.
No mais, é ler, estudar e escrever, um pouco de tudo. Aqui tem biblioteca - e é boa. Em geral, literatura brasileira e mundial, auto-ajuda, espiritismo, cristianismo, catolicismo, correntes evangélicas. Nossos clássicos - e outros atuais - estão à disposição. Há cursos de alfabetização.
Na cadeia, você passa a dar importância às pequenas coisas. À rotina. À limpeza coletiva em sistema de rodízio. E, muito, à disciplina. Preso primeiro chora, depois chama a mãe e seus santos, e faz remissão.
Cada três dias trabalhados valem um dia de pena cumprida; cada livro lido e resenhado vale mais quatro dias; cada 12 de estudo, um dia de remissão. Assim, em 12 meses, o preso pode remir seis meses, cinco em geral. Fora a remissão, o trabalho, a leitura, o estudo e a escrita transformam a prisão em vida produtiva e criativa, além de passar o tempo de maneira útil e agradável.
A luta do preso é para viver na cadeia “uma vida normal”, de rotina, dormir sem indutor do sono, as horas necessárias, trabalhar oito horas - e ter horas de lazer, de convivência comum. Para os jogos - dominó e xadrez -, futebol, exercícios e caminhadas, agregar “conversa fiada”, contar estórias, falar da família, da vida, dos processos, dos amores proibidos, da liberdade … dos filhos e esposas.
Preso tem que manter cela, corredor e banheiros coletivos limpos, duas vezes por semana; tem que lavar as cuecas (a roupa é lavada na lavanderia do presídio). Preso pode receber material de higiene pessoal e de limpeza - um Sedex com o básico de uma cesta familiar, observando as questões de segurança. Tudo de que um preso precisa para sobreviver. Os itens são básicos mesmo, nada de supérfluos.
A comida é simples, mas suficiente. No café da manhã, café com leite, pão e manteiga. No almoço e na janta, feijão (pouco, ou porque azeda ou porque está caro), muito arroz, carne e legumes. De carne, só frango - peito! - ou carne de vaca moída ou em tiras. Ninguém pode dizer que a comida não é honesta. Dá pra sobrevier - e bem. O problema é a mesma comida meses, anos…
Mas a comida que a família traz, às sextas feiras, dia de visita, resolve a monotonia. Todas as sextas feiras, das 13 e 30 às 16 horas, preso recebe visita da família - duas pessoas. Na verdade, é o único momento em que o preso sente a liberdade, o afeto, o amor e a esperança.
Quem manda?
Mandela dizia que a pessoa mais importante na vida do preso é o carcereiro. Ele tinha toda a razão. Manter uma relação respeitosa e civilizada com a direção do presídio e com os agentes é questão básica, direitos e deveres, como tudo na vida. No caso dos presos, direitos e deveres regulados pela Lei de Execuções Penais e pela direção do presídio.
Presídio é, no Brasil, por definição, um lugar de alta periculosidade e insalubridade, onde falta tudo. Na verdade, não há recursos orçamentários para manutenção e reforma, mesmo tendo mão de obra de graça, a dos presos. Os recursos não dão para o custeio. E isso com educação e saúde sendo obrigações do Estado.
A escola e o posto de saúde são ligados à estrutura administrativa do estado na região - no nosso caso, a escola é o “Faraco” e o centro médico, o CMP- Complexo Médico Penal?
O mais grave problema, inclusive aqui, no Paraná, mesmo no CMP - hoje um misto de “cadeião” e hospital - é a falta de trabalho, de colônias agrícolas e industriais, e de escolas. O trabalho e o estudo devem ser obrigatórios para o preso, insumo básico para a ressocialização e a qualificação, além de suas repercussões na remissão da pena.
Sem trabalho, sem estudo, amontoados em celas superlotadas, os 650 mil presos do país são presas fáceis para o crime organizado. Pior, vivem numa situação degradante e violenta que os transformam em cidadãos violentos, quando não em criminosos violentos.
Uma combinação mortal - aumento das penas, crimes hediondos e criminalização do usuário de droga - fez explodir a população carcerária em regime fechado. Com progressão só com 25% da pena cumprida, e sem indulto.
O mais grave é a incapacidade do Judiciário-MPF e dos juízes frente a um quadro de injustiça e ilegalidade único - 40% dos presos são provisórios, não julgados. A tudo isso, soma-se a superlotação e degradação dos presídios. Fora a corrupção ou mesmo o controle dos presídios pelo crime organizado.
Quem são os responsáveis por esse estado de coisas? Os juízes das Varas de Execuções Penal responsáveis pelas penitenciárias e os conselhos e secretários de Segurança e/ou Justiça.
Na realidade, agentes do Estado, omissos e responsáveis pela situação que estamos vivendo.
Situações paliativas, como recorrer aos famosos “mutirões” para tirar da cadeia os presos que ali estão sem condenação em Segunda Instância, não resolvem. Só postergam o problema. Também não é saída o recurso à reclusão de segurança máxima, recomendada em casos determinados.
O que pode abrir a luz no fim do túnel é uma mudança radical da política penal e penitenciária. Trabalho e estudo, qualificação do preso, separá-lo pelo tipo de crime e pena. Mudar radicalmente o sistema pena: progressão da pena, penas menores para crimes não violentos, semi-aberto domiciliar com controle eletrônico, penas de multa e pecuniárias, trabalho comunitário, perda de patrimônio e função pública.
O preso produtivo, além de manutenção e reforma dos presídios, pode produzir móveis, material esportivo, equipamentos em geral, roupas, trabalhar em obras, infraestrutura pública etc. E os contratos, entre o Estado e empresas, quando for o caso, podem ser administrados por entidades sem fins lucrativos.
Decisão política
Falta vontade política e decisão de mudar radicalmente a política penal e penitenciária.
Quando você convive com a dedicação dos professores, o profissionalismo dos agentes e profissionais de saúde, em condições especiais da profissão (estamos falando de uma cadeia); com presos que trabalham e estudam, no caso do semi-aberto; a conclusão, simples, é que é, sim, possível mudar o sistema. E reintegrar os presos.
O horizonte está no aprisionamento com progressão da pena. Desde que cumpridas as exigências da lei, o tempo de prisão e a remissão por trabalho-estudo."
José Dirceu
Saúde? É fácil cuidar. Bebida, cigarro, gordura, ou é proibido ou não existe simplesmente. Você pode pedir comida hipossódica e evitar excessos na sexta-feira, quando as famílias de todos os presos podem trazer comida. Embora o peso seja controlado. Nada que possa virar cachaça - a revista é rigorosa.
O preso deve fazer exercícios todos os dias. No meu caso, 71 anos, é light. O importante é manter os músculos lombares fortes. E as pernas. Flexão, abdominal, pesos, caminhadas. No meu caso, pelo menos 20 minutos diários. É importante tomar sol ou ingerir vitamina D - para mim, a recomendação é de 20 minutos diários. O banho de sol é de cinco dias por semana, mas na média são três por conta de chuva, normas de segurança, etc.
No mais, é ler, estudar e escrever, um pouco de tudo. Aqui tem biblioteca - e é boa. Em geral, literatura brasileira e mundial, auto-ajuda, espiritismo, cristianismo, catolicismo, correntes evangélicas. Nossos clássicos - e outros atuais - estão à disposição. Há cursos de alfabetização.
Na cadeia, você passa a dar importância às pequenas coisas. À rotina. À limpeza coletiva em sistema de rodízio. E, muito, à disciplina. Preso primeiro chora, depois chama a mãe e seus santos, e faz remissão.
Cada três dias trabalhados valem um dia de pena cumprida; cada livro lido e resenhado vale mais quatro dias; cada 12 de estudo, um dia de remissão. Assim, em 12 meses, o preso pode remir seis meses, cinco em geral. Fora a remissão, o trabalho, a leitura, o estudo e a escrita transformam a prisão em vida produtiva e criativa, além de passar o tempo de maneira útil e agradável.
A luta do preso é para viver na cadeia “uma vida normal”, de rotina, dormir sem indutor do sono, as horas necessárias, trabalhar oito horas - e ter horas de lazer, de convivência comum. Para os jogos - dominó e xadrez -, futebol, exercícios e caminhadas, agregar “conversa fiada”, contar estórias, falar da família, da vida, dos processos, dos amores proibidos, da liberdade … dos filhos e esposas.
Preso tem que manter cela, corredor e banheiros coletivos limpos, duas vezes por semana; tem que lavar as cuecas (a roupa é lavada na lavanderia do presídio). Preso pode receber material de higiene pessoal e de limpeza - um Sedex com o básico de uma cesta familiar, observando as questões de segurança. Tudo de que um preso precisa para sobreviver. Os itens são básicos mesmo, nada de supérfluos.
A comida é simples, mas suficiente. No café da manhã, café com leite, pão e manteiga. No almoço e na janta, feijão (pouco, ou porque azeda ou porque está caro), muito arroz, carne e legumes. De carne, só frango - peito! - ou carne de vaca moída ou em tiras. Ninguém pode dizer que a comida não é honesta. Dá pra sobrevier - e bem. O problema é a mesma comida meses, anos…
Mas a comida que a família traz, às sextas feiras, dia de visita, resolve a monotonia. Todas as sextas feiras, das 13 e 30 às 16 horas, preso recebe visita da família - duas pessoas. Na verdade, é o único momento em que o preso sente a liberdade, o afeto, o amor e a esperança.
Quem manda?
Mandela dizia que a pessoa mais importante na vida do preso é o carcereiro. Ele tinha toda a razão. Manter uma relação respeitosa e civilizada com a direção do presídio e com os agentes é questão básica, direitos e deveres, como tudo na vida. No caso dos presos, direitos e deveres regulados pela Lei de Execuções Penais e pela direção do presídio.
Presídio é, no Brasil, por definição, um lugar de alta periculosidade e insalubridade, onde falta tudo. Na verdade, não há recursos orçamentários para manutenção e reforma, mesmo tendo mão de obra de graça, a dos presos. Os recursos não dão para o custeio. E isso com educação e saúde sendo obrigações do Estado.
A escola e o posto de saúde são ligados à estrutura administrativa do estado na região - no nosso caso, a escola é o “Faraco” e o centro médico, o CMP- Complexo Médico Penal?
O mais grave problema, inclusive aqui, no Paraná, mesmo no CMP - hoje um misto de “cadeião” e hospital - é a falta de trabalho, de colônias agrícolas e industriais, e de escolas. O trabalho e o estudo devem ser obrigatórios para o preso, insumo básico para a ressocialização e a qualificação, além de suas repercussões na remissão da pena.
Sem trabalho, sem estudo, amontoados em celas superlotadas, os 650 mil presos do país são presas fáceis para o crime organizado. Pior, vivem numa situação degradante e violenta que os transformam em cidadãos violentos, quando não em criminosos violentos.
Uma combinação mortal - aumento das penas, crimes hediondos e criminalização do usuário de droga - fez explodir a população carcerária em regime fechado. Com progressão só com 25% da pena cumprida, e sem indulto.
O mais grave é a incapacidade do Judiciário-MPF e dos juízes frente a um quadro de injustiça e ilegalidade único - 40% dos presos são provisórios, não julgados. A tudo isso, soma-se a superlotação e degradação dos presídios. Fora a corrupção ou mesmo o controle dos presídios pelo crime organizado.
Quem são os responsáveis por esse estado de coisas? Os juízes das Varas de Execuções Penal responsáveis pelas penitenciárias e os conselhos e secretários de Segurança e/ou Justiça.
Na realidade, agentes do Estado, omissos e responsáveis pela situação que estamos vivendo.
Situações paliativas, como recorrer aos famosos “mutirões” para tirar da cadeia os presos que ali estão sem condenação em Segunda Instância, não resolvem. Só postergam o problema. Também não é saída o recurso à reclusão de segurança máxima, recomendada em casos determinados.
O que pode abrir a luz no fim do túnel é uma mudança radical da política penal e penitenciária. Trabalho e estudo, qualificação do preso, separá-lo pelo tipo de crime e pena. Mudar radicalmente o sistema pena: progressão da pena, penas menores para crimes não violentos, semi-aberto domiciliar com controle eletrônico, penas de multa e pecuniárias, trabalho comunitário, perda de patrimônio e função pública.
O preso produtivo, além de manutenção e reforma dos presídios, pode produzir móveis, material esportivo, equipamentos em geral, roupas, trabalhar em obras, infraestrutura pública etc. E os contratos, entre o Estado e empresas, quando for o caso, podem ser administrados por entidades sem fins lucrativos.
Decisão política
Falta vontade política e decisão de mudar radicalmente a política penal e penitenciária.
Quando você convive com a dedicação dos professores, o profissionalismo dos agentes e profissionais de saúde, em condições especiais da profissão (estamos falando de uma cadeia); com presos que trabalham e estudam, no caso do semi-aberto; a conclusão, simples, é que é, sim, possível mudar o sistema. E reintegrar os presos.
O horizonte está no aprisionamento com progressão da pena. Desde que cumpridas as exigências da lei, o tempo de prisão e a remissão por trabalho-estudo."
José Dirceu
Este é o cagaça!
Quando o blog do 'Billy Birão' diz que Moro é cagão, é por que ele não tem coragem de prender Luis Inácio, ignorando todas as ofensas dele a justiça e ao judiciário.
Quando o blog do 'Billy Birão' diz que Moro é covarde, é por que ele mantem Eduardo Cunha preso, ignorando seus direitos mais elementares, para manter a grife Lava Jato nos trendigs topics da web.
O blog do 'Billy Birão' não gosta de gente sonsa, com cara de bonzinho, bonitinho e cheirozinho, pois estes tem a desfaçatez dos crápulas.
terça-feira, 21 de março de 2017
Basta de Ilegalidades!
É chegada a hora de acabar com as gracinhas do vazamento das delações premiadas, ilegalidade para alimentar a imprensa e o zum zum zum da internet.
Cometem-se ilegalidades a todo momento é ninguém faz nada, do cagão do juiz Sergio Moro, dos moralistas procuradores de Curitiba, do cínico Rodrigo Janot e do esperto Leandro Daielo, diretor-geral da PF, que a essa hora devia estar demitido.
O STF tem sido provocado desde a muito, tanto pelos da direita quanto pelos da esquerda, e se cala, fazendo cara de poste no afã de administrar o país com suas intervenções nos demais poderes da República.
Essa Operação 'Carne Fraca' foi uma vergonha, sujou a imagem do país, joga o PIB no chão, e brinca com milhões de desempregados, quiça aumentando com outros quantos, de maneira irresponsável e sem que ninguém chame na chincha os vestais da Federal.
Na internet todo mundo brinca, todo mundo acha graça, mas quem irá sofrer são os próprios, que terão de pagar com mais imposto e mais arrocho.
Claro que a imprensa, tida como desonesta não apenas pelo Donald Trump, mas por quem consegue ver o jogo de poder por trás das manchetes, certamente irá cair de pau nas declarações do Ministro Gilmar Mendes, posto que não tem interesse com o bem do país, mas com o seu faturamento e prestígio, livrando a cara dos jornalistas irresponsáveis que repercutem sem auto crítica, por puro espírito de porco.
Hoje a Bolsa caiu quase 3%, e quem se importa? Ninguém, pensam que Bolsa de Valores é coisa de milionário, mas ela expressa o quanto quem tem dinheiro e poderia nos salvar, e poderia nos salvar, está preocupado com esse circo chamado Brasil, que de sério só tinha a árvore de mesmo nome, pois o resto foi ao chão.
Cometem-se ilegalidades a todo momento é ninguém faz nada, do cagão do juiz Sergio Moro, dos moralistas procuradores de Curitiba, do cínico Rodrigo Janot e do esperto Leandro Daielo, diretor-geral da PF, que a essa hora devia estar demitido.
O STF tem sido provocado desde a muito, tanto pelos da direita quanto pelos da esquerda, e se cala, fazendo cara de poste no afã de administrar o país com suas intervenções nos demais poderes da República.
Essa Operação 'Carne Fraca' foi uma vergonha, sujou a imagem do país, joga o PIB no chão, e brinca com milhões de desempregados, quiça aumentando com outros quantos, de maneira irresponsável e sem que ninguém chame na chincha os vestais da Federal.
Na internet todo mundo brinca, todo mundo acha graça, mas quem irá sofrer são os próprios, que terão de pagar com mais imposto e mais arrocho.
Claro que a imprensa, tida como desonesta não apenas pelo Donald Trump, mas por quem consegue ver o jogo de poder por trás das manchetes, certamente irá cair de pau nas declarações do Ministro Gilmar Mendes, posto que não tem interesse com o bem do país, mas com o seu faturamento e prestígio, livrando a cara dos jornalistas irresponsáveis que repercutem sem auto crítica, por puro espírito de porco.
Hoje a Bolsa caiu quase 3%, e quem se importa? Ninguém, pensam que Bolsa de Valores é coisa de milionário, mas ela expressa o quanto quem tem dinheiro e poderia nos salvar, e poderia nos salvar, está preocupado com esse circo chamado Brasil, que de sério só tinha a árvore de mesmo nome, pois o resto foi ao chão.
quinta-feira, 16 de março de 2017
Michel Temer, o presidente brasileiro!
Esta é a imagem de um homem ousado, que no dia de hoje encontra-se mais feliz que pinto no lixo.
Bombardeado diariamente pela imprensa, com uma pauta moral nascida da grife Lava Jato, comandada por um juiz que morre de medo de prender um meliante que enriqueceu as custas da corrupção, e apoiada na tristeza de uma esquerda festiva por ter visto uma mulher incompetente, que não servia nem para gerente de supermercado, e que afundou o Brasil na sua maior crise, quebrando sua maior empresa, a Petrobrás, e colocando na rua 13 milhões de desempregados, em 3 anos de recessão.
Hoje ele sorri, com a perspectiva da elevação da nota de risco do Brasil pelas agências de rating, com um vitorioso leilão de aeroportos, que vai dar ao passageiro doméstico brasileiro padrões internacionais, e finalmente com o retorno de muita a gente ao mercado de trabalho, como indica o crescimento do emprego, o melhor desde de 2009, o apoio da juventude a sua reforma do ensino, e as obras que estavam paradas a meses sendo inauguradas.
Com calma, paciência e capacidade de negociação vem se entregando a reformar a economia do país, encarando o descrédito e a impopularidade de milhões, que não querem enxergar que seu futuro e dos seus filhos depende de consertar as mazelas de um Brasil onde a farinha é pouca, mas o pirão de cada um vem primeiro, as custas do sacrifício daqueles que pagam impostos, mas não tem internet para se defender com memes indignados e engraçadinhos, nem tampouco tempo para ficar marchando atrás de lideranças oportunistas.
É hora de o Brasil começar a abrir os olhos, e começar a olhar o futuro com esperança, acreditando que tem um presidente que pensa no seu país com a determinação de fazer, e que olha adiante com um olhar na história, sem se preocupar com aqueles apegados as suas boquinhas, privilégios, listas e maracutaias, arquitetadas em parceria com uma imprensa politicamente desonesta, que ao invés de olhar o bem da coletividade e o futuro da nação, ficam montados em picuinhas que trazem apenas audiências e claques para seus projetos de poder.
O 'Blog do Billy Birão', com sua linha de traço de leitores, e tendo o ranço daqueles que se negam a pensar com suas próprias cabeças como incentivo, tem orgulho de escrever este editorial, alinhado com pensamento de quem investe aqui, e que acredita que Michel Temer pode vir a reescrever a nossa história.
Bombardeado diariamente pela imprensa, com uma pauta moral nascida da grife Lava Jato, comandada por um juiz que morre de medo de prender um meliante que enriqueceu as custas da corrupção, e apoiada na tristeza de uma esquerda festiva por ter visto uma mulher incompetente, que não servia nem para gerente de supermercado, e que afundou o Brasil na sua maior crise, quebrando sua maior empresa, a Petrobrás, e colocando na rua 13 milhões de desempregados, em 3 anos de recessão.
Hoje ele sorri, com a perspectiva da elevação da nota de risco do Brasil pelas agências de rating, com um vitorioso leilão de aeroportos, que vai dar ao passageiro doméstico brasileiro padrões internacionais, e finalmente com o retorno de muita a gente ao mercado de trabalho, como indica o crescimento do emprego, o melhor desde de 2009, o apoio da juventude a sua reforma do ensino, e as obras que estavam paradas a meses sendo inauguradas.
Com calma, paciência e capacidade de negociação vem se entregando a reformar a economia do país, encarando o descrédito e a impopularidade de milhões, que não querem enxergar que seu futuro e dos seus filhos depende de consertar as mazelas de um Brasil onde a farinha é pouca, mas o pirão de cada um vem primeiro, as custas do sacrifício daqueles que pagam impostos, mas não tem internet para se defender com memes indignados e engraçadinhos, nem tampouco tempo para ficar marchando atrás de lideranças oportunistas.
É hora de o Brasil começar a abrir os olhos, e começar a olhar o futuro com esperança, acreditando que tem um presidente que pensa no seu país com a determinação de fazer, e que olha adiante com um olhar na história, sem se preocupar com aqueles apegados as suas boquinhas, privilégios, listas e maracutaias, arquitetadas em parceria com uma imprensa politicamente desonesta, que ao invés de olhar o bem da coletividade e o futuro da nação, ficam montados em picuinhas que trazem apenas audiências e claques para seus projetos de poder.
O 'Blog do Billy Birão', com sua linha de traço de leitores, e tendo o ranço daqueles que se negam a pensar com suas próprias cabeças como incentivo, tem orgulho de escrever este editorial, alinhado com pensamento de quem investe aqui, e que acredita que Michel Temer pode vir a reescrever a nossa história.
domingo, 12 de março de 2017
Ser popular ou ser populista, o drama do político fashion
Quando Brizola lançou os CIEPs, e o Banerj cuidou de difundir a ideia em propagandas por todo o Brasil, todo mundo se encantou com aquela de criança na escola em tempo integral, voltando para casa alimentado e de banho tomado, podendo até desfrutar de piscina para nadar nas aulas de educação física.
Dizem as más línguas que esse foi um dos motivos do inchaço das comunidades do Rio, como Rio das Pedras, por exemplo.
Todo mundo queria desfrutar daquele paraíso, que daria a seus filhos condições dignas de sair da miséria.
Hoje nem é mais preciso mais publicidade, a internet cuida de divulgar tudo, seja para o bem, seja para o mal.
Tirando certas cidades do interior, não lembro de um prefeito com essa pegada mercadológica do João Doria.
Próximo, só São Gonçalo, que teve um prefeito, Sebastião Lavoura capaz de pegar numa enxada para capinar um terreno onde fosse lançar uma obra.
João Figueiredo, o ditador a cavalo, reclamava que a presidência o deixava distante do cheiro do povo.
Recentemente tivemos o Luís Inácio, que parecia que iria se misturar com a galera da geral, mas foi com a turma do caviar e do Ramanèe Conti que acabou se metendo.
Dizem que o poder fascina, e todos que se enredam nele mais dia, menos dia acaba metido a besta.
É esperar para ver se em pouco mais de um mês o João Doria já gastou toda sua adrenalina, ou se tem mais repertório e disposição para continuar metendo a mão na massa.
Dizem as más línguas que esse foi um dos motivos do inchaço das comunidades do Rio, como Rio das Pedras, por exemplo.
Todo mundo queria desfrutar daquele paraíso, que daria a seus filhos condições dignas de sair da miséria.
Hoje nem é mais preciso mais publicidade, a internet cuida de divulgar tudo, seja para o bem, seja para o mal.
Tirando certas cidades do interior, não lembro de um prefeito com essa pegada mercadológica do João Doria.
Próximo, só São Gonçalo, que teve um prefeito, Sebastião Lavoura capaz de pegar numa enxada para capinar um terreno onde fosse lançar uma obra.
João Figueiredo, o ditador a cavalo, reclamava que a presidência o deixava distante do cheiro do povo.
Recentemente tivemos o Luís Inácio, que parecia que iria se misturar com a galera da geral, mas foi com a turma do caviar e do Ramanèe Conti que acabou se metendo.
Dizem que o poder fascina, e todos que se enredam nele mais dia, menos dia acaba metido a besta.
É esperar para ver se em pouco mais de um mês o João Doria já gastou toda sua adrenalina, ou se tem mais repertório e disposição para continuar metendo a mão na massa.
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